Capítulo 62 **Sampaio narrando** — Pare com isso! – ela grita enquanto arranco suas unhas, uma por uma, com o alicate. — Se não abrir a boca, serão seus dentes os próximos. — Já disse que não tenho nada para falar! — Você sabia que não podia levar a Bárbara para a entrada do morro naquele dia. — Agora vai me culpar pela morte da sua filha? – ela rebate, tentando resistir. — Olha, só faltam três unhas para acabar com as mãos – digo calmamente – e nem vou me preocupar com os pés, vou direto para os dentes. — Eu não sabia de nada! Só fomos à pracinha, foi ideia da Alana – ela diz, tentando justificar. – Ela me convidou, e a Bárbara adorava ir lá, você sabia disso. — Eu não confio em você. — E quais provas você tem para me eliminar? – ela pergunta, já chorando. – Não basta você ser

