197 - Terror

1246 Palavras

Terror Narrando A missão tava cumprida. Olhei pro corpo largado naquela cadeira e senti aquela sensação de dever feito, tá ligado? O sol já tava clareando o céu e a favela viva, daquele jeito. Desci pro Chapadão, meti a moto pra pista e fui direto pro nosso lado, com o Negäo na garupa de carona. Tava tudo calmo, mas a mente fervendo, lembrando do que o desgraçado falou da Sandra. Logo menos, vai ter caçada pra gringa. — Valeu, irmão. — falei pro Negäo quando parei na viela perto do barraco dele. — Tamo junto sempre, cria. — ele respondeu, já descendo. Meteu marcha e foi pro lado dele. Eu subi mais um pouco e parei na frente da minha casa. O portão de grade tava meio encostado, como sempre. Entrei calado, sem fazer barulho. Vi minha coroa no quintal, de costas, aguando as plantas del

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