Terror Narrando Mano, depois que eu meti aquela comida pra dentro, tá ligado? Uma comida decente, daquelas que a gente só vê uma vez na semana quando tem visita. Porque o resto do tempo, parceiro, é só aquela gororoba que os cara chama de rango e que nem cachorro merece. Mas hoje não, hoje foi moral. Comi como se fosse a última refeição da minha vida, na moral. Quando terminei, larguei o corpo no colchão fino da sala vip, se é que dá pra chamar esse bagulho de vip, né? Só porque tem uma porta que tranca e ninguém fica espiando. Mas já é melhor que nada. Puxei a Sofia pra perto, colei ela em mim, sentindo aquele cheirinho dela que me deixa maluco. A mina é braba, só de olhar já me faz esquecer onde eu tô. — Vem cá, minha doutora — falei no ouvido dela, minha mão já descendo pela cintura

