CAPÍTULO 1

2257 Palavras
Uma semana da morte do meu pai e parecia que a dor em mim não passava. Foi uma semana difícil, pois algo me perturbava dentro de mim. Eu só não sabia o que era, mas algo estava me incomodando. Durante a semana eu me isolei por dois dias. Trabalhei somente em casa,nao estava disposto para nada,e nem queria ver pessoas me olhando com pena pela morte do meu pai. Porém eu tinha que seguir em frente e fazer o que eu sabia de melhor, trabalhar. Me afundei no trabalho tentando esquecer esse perturbação que estava sentindo. Daqui dois dias seria lido o testamento do meu pai. Eu não estava preocupado com que ele havia deixado para nós os filhos. Na verdade nem eu e nem Eliot precisávamos de um centavo dos nossos pais desde que tínhamos vinte anos. E a minha fortuna já me fazia ser um dos homens mais ricos do mundo, junto os bens que minha mãe havia deixado, eu não tinha o porque me preocupar com dinheiro. A minha única preocupação era Mia, minha irmã caçula, não tinha limites e estava gastando todo seu patrimônio em baladas, festinhas particulares, e isso estava me preocupando muito. Essa semana mesmo foi fotografada por jornalistas saindo de uma boate bêbada. Claro que tive que pagar um sermão para ela. A mesma acabou de perder o nosso pai e tinha que ter compostura. E minha irmã devolveu com o argumento que ela precisava beber para esquecer que nosso pai havia morrido. Eu fui bem categórica com ela dizendo que não queria mais nenhuma notícia sobre ela nos jornais. Assim como papai e mamãe faziam questão de preservar o nome da família, nós como filhos deveríamos continuar honrando o mesmo. Sei que ela não vai me dar ouvido por muito tempo, pois ela é impulsiva, e faz tudo que vem a sua cabeça. Porém esperava mesmo que ela pensasse em suas atitudes e também nas consequências que ela pode ter na sua vida mais a frente. Elliot também conversou com ela, foi firme e categórico dizendo que se algo de r**m acontecer a ela, ele não ajudará a mesma, porque Mia tem tudo para ter uma vida diferente, porém ela não faz nada para mudar de vida. Eu não abandonaria ela, mas ela tinha que começar a crescer. Ouço uma batida na porta e peço que entre. Andreia aparece na minha sala. - Sr Grey, a Srta Suzanna está aqui fora querendo falar com Sr. Ela diz e eu não aguento mais Suzanna no meu pé. Eu e ela namorávamos antes de sofrer o acidente, pois ela se afastou e eu também não queria que ela ficasse comigo por pena. Então resolvemos terminar, porém de uns meses para cá, ela vem tentando se aproximar novamente e eu não estou afim de ficar com ela, de ficar com ninguém. Suspiro. - Deixa ela entrar. Falo sério. Vou deixar as coisas bem clara para ela. Espero ela entrar. Ela entra vestida em um vestido super curto e salto bem chulo em seus pés. Seus cabelos estão soltos e sua maquiagem está bem marcante em seu rosto. O que você quer aqui Suzanna? Peço e ela se senta cruzando as pernas. Reviro meus olhos em desagrado. - Eu queria dar os meus pêsames pela morte do seu pai. Ela diz. - Obrigada, mas não precisava. Quero cortá-la. - Como você está? Ela insiste. - Melhor do que mereço. Suzanna, eu acredito que você não veio aqui saber como eu estou. Fala logo o que você quer, não estou com tempo e nem paciência. Já solto logo para ver se ela vai embora. - Nossa Christian, porque você está tão m*l humorado dessa forma? O que eu te fiz? Ela indaga ofendida. Há meu saco, eu não estou para isso hoje e nem dia nenhum. - Suzanna ou você fala logo o que você quer ou vai embora. Falo firme. - Eu só queria te ver, saber como você estava. Poxa terminamos mas eu ainda gosto de você. E mesmo você achando que faço isso por pena, não é. Eu gosto de você, e queria mesmo que nos déssemos outra oportunidade. - Não quero. Eu não sou mais o homem que você quer e precisa. Falo lembrando que nenhuma mulher merece um homem inválido. - Eu não vejo problema nisso. Christian você só não anda. Ela fala e eu sorrio irônico. Só não ando? Que mulher quer um inválido? Bufo em negação. - Vamos encerrar essa conversa. Não vamos chegar em lugar nenhum com isso. Eu já me conformei com a minha invalidez, e já me conformei em viver sozinho, então nada do que você falar vai mudar a minha opinião. - Christian, nós fazíamos planos antes do acidente. Você queria ter um filho e eu posso te dar isso. Sei que você tinha sonhos e isso não deveria morrer. Suzanna fala e eu fico pensando que realmente tinha vários planos e eles morreram quando eu perdi minha mobilidade. Vamos vai, eu sei que você tem medo de algo, e eu estou aqui para te ajudar. Eu quero ser seu apoio. - Imagina eu Suzanna tendo um filho, onde eu jamais vou poder correr atrás dele, jamais vou brincar de bola com ele, não vou poder passear com ele como todos os pais fazem. - Para de sofrer dessa forma. Você pode tentar fazer um tratamento, no qual você se recusa por anos. - Eu não farei isso. Não vou me submeter a tratamentos dolorosos, que talvez não vão me fazer andar novamente e eu ficarei frustrado. Sem chances. Digo me virando para a janela. Nem meus pais conseguiram me fazer mudar de idéia quanto a fazer um tratamento para poder andar, e eu não estou disposto a isso. - Olha vamos com calma. Como disse, isso não impedi que fiquemos juntos. Vamos fazer nossos planos com calma. Quando você tiver seguro para termos um filho eu estarei mais que disposta a te dar um. Ela fala e eu não sei se voltarmos é a melhor decisão. Porém ela tem razão, eu preciso seguir em frente. Eu sou tão sozinho, me sinto tão triste em casa, que talvez Suzanna possa mudar isso em mim. - Tudo bem. Vamos com calma. Porém quero que se você não se sentir à vontade comigo que me fale e terminamos de vez. Digo inseguro com essa decisão. - Eu não vou me sentir m*l com nada. Nos conhecemos e vai ser bom nós dois darmos uma chance um ao outro. - Agora eu tenho que trabalhar. Falo e ela se levanta sorrindo. Senta no meu colo e me beija. Eu não sinto nada nesse beijo, e tenho medo de me enganar e também de enganá-la - Vou te esperar em seu apto. Tudo bem para você? Ela pede e eu aceno em afirmação. Ela me dá outro selinho e se levanta sorrindo e sai. Tomará que dê certo e que não nos machucamos mais. Volto a minha atenção ao trabalho e tento mesmo não ficar negativo com esse relacionamento com Suzanna. Espero que dê certo, e não quero que tenhamos filhos, mesmo sendo um desejo que tenho nos meus 33 anos, eu não estou preparado para não poder fazer as coisas que uma criança precisa. A noite chego em casa e Suzanna já estava lá com uma camisola curtinha que deixava amostra sua pequena calcinha. Aquilo me despertou totalmente, e eu já não tinha uma vida s****l por anos e tenho receio que isso não possa acontecer com frequência. Suzanna veio até a mim sorrindo e sentou em meu colo. Deu um sorriso notando que meu m****o estava duro. - Sei que você está meio apreensivo. Porém eu vou te ajudar. Vamos com calma e tudo será perfeito. Ela diz e me beija. Ligo a cadeira motorizada nos levando para o quarto. Ao chegar no quarto, Suzanna se levanta do meu colo e eu viro a minha cadeira para a cama. Me apoio na mesma e me sento. Suzanna se senta novamente em meu colo e começa a tirar a minha camisa olhando para mim. Ela passa a camisa pelos meus braços e joga no chão. Beija minha boca e começa a descer beijos por toda extensão do meu pescoço, ombro, vai descendo para meu peitoral, chegando até a borda da minha calça. Ela me olha sorrindo e desabotoa a mesma. Me apoio em minhas mãos para levantar e ela puxar a minha calça junto com a box que estava vestindo. Assim que ela tira, meu m****o solta duro para fora, ela abocanhou gostoso. Soltei um gemido baixo,mas a minha vontade era de gritar, pois tinha muito tempo que não sentia isso. Peguei nos seus cabelos, ela sugava igual uma menina que achou um doce, chupava gostoso, sentia sua língua quente, depois veio novamente no meu colo, tirei sua camisola, puxei sua calcinha de lado e encostei a cabeça do meu p*u na sua i********e toda molhada., porém antes dele entrar dentro dela, pedi a ela que pegasse camisinha dentro da gaveta. Assim ela fez, peguei a mesma e coloquei em meu m****o. Ela apoiou os braços no meu ombro e começou a descer bem devagar, ele entrou fácil, tava toda babadinha, molhadinha e quente. - Que gostoso amor, que saudade que estava de você gostoso. Ela diz me beijando gostoso enquanto descia. Fazia movimentos de sobe e desce, bem gostoso, ela sabia me deixar maluco, soltava uns urros, gemia baixinho, eu mordia seus lábios, meu m****o estava todo dentro, ela cavalgava gostoso. Eu apertava sua b***a, apertava com vontade enquanto ela subia e descia gostoso. Ela continuava a cavalgar, porém mais rápido, descia e subia, e gemia gostoso, nesse momento fiquei maluco, não podia aguentar, fechei os olhos, e gozei gostoso, ela aguentou meu m****o todo dentro dela, e ainda cavalgava mais com sua i********e toda melecada, gozando logo depois. Foi uma experiência única para mim. Saber que eu não estava morto da cintura para baixo apesar da falta da mobilidade das pernas, me fez enxergar que eu posso viver como um homem normal. Queria sim dar um passo de cada vez e se tudo desse certo, não queria ficar enrolando meu relacionamento com Suzanna. Nos conhecemos antes, já sabíamos um da vida do outro e então não precisávamos de ficar mais tempo juntos para ter certeza de um possível casamento. Hoje era a leitura do testamento do meu pai. Já estava quase chegando no escritório do advogado. Minha mente estava na noite de ontem quando fiz sexo com Suzanna no sofá da sala. Em menos de dois dias estávamos explorando o apto. Ela tem me ajudado demais e tem tido toda a paciência comigo. E eu estava achando ótimo nossa relação, também ter sexo todos os dias como antes era muito bom. Entro na sala do advogado e Mia e Eliot já estão aqui. - Tudo bem com vocês? Peço. - Tudo e você? Eliot pede. - Estou indo. Falo não demonstrando nada. Ainda não quero que eles saibam que voltei para a Suzanna. Eles nunca gostaram dela, e então quero deixar isso para depois. E você Mia? - Estou bem. Ela me responde com os olhos bem vermelhos. Será que ela não dormiu? - Que cara essa? Que olhos são esses? Você não dormiu? Indago. - Mais ou menos. Cheguei hoje cedo. Eu tinha me esquecido dessa reunião hoje. Ela fala e eu bufo. Mia é muito irresponsável, porém não digo nada. O advogado ainda não tinha chegado e então começamos a conversar sobre nossas empresas e Mia saiu da sala dizendo que iria tomar um café. Sei que ela acha tudo muito chato, eu só quero que ela desperte sua atenção para algo que vale a pena. - Eu não sei o que vamos fazer com Mia. Elliot diz. Ela está cada dia pior. Tenho medo que ela fique na miséria por inconsequência dela. Ele termina de dizer. - Eu também não sei o que fazer. Já conversei com ela, mas está difícil. Digo triste. Quando. Elliot já iria falar algo o Advogado entra junto com Mia. - Boa tarde Srs e Srta. Ele fala e se senta. Ambos respondemos. - Podemos começar logo Sr Mendes? Mia pede, eu e Elliot nos olhamos. Ela realmente não estava bem. - Calma que nem todos chegaram. Ele fala e nós ficamos intrigados. - Quem está faltando aqui Sr Mendes? Elliot pede e de repente entra na sala uma garota morena com os olhos azuis com uma menininha loira no colo. Eu conheço essa vagabunda. O que ela faz aqui? - O que essa v***a faz aqui? Mia pede tirando a pergunta da minha boca. Papai não pode ter feito isso com a gente. Eu vou odiá-lo mais. *********Esclarecimentos******* Sei que dúvidas vão aparecer e eu vou esclarecer algumas aqui antes que vocês me crucifique . * Ana nunca foi amante de Carrick. ( nunca faria tal coisa, mesmo porque amo os personagens de Ana e Christian, assim como sou Damie). Isso se trata de um engano, uma mentira que foi contada por alguém. No decorrer da história vcs saberam mais. * Christian vai voltar andar. Porém somente com Ana, que vai deixá-lo louco sem saber. Não vou colocar aqui para não atrapalhar o enredo e também para não estragar a surpresa da Leitura diária de vcs. * Christian e Ana não sabem, mas a vida de ambos estão ligadas. Mais dúvidas eu não estou aqui. Fui, bjs e até segunda.
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