CAPÍTULO 22

2758 Palavras

Meu bebê continuava nos meus braços sem vida. Eu não conseguia acreditar que ele pagou pelo meu erro. Pagou pela vida injusta que eu me forcei a viver, por medo, por insegurança, por achar que eu não era ninguém como Sílvia dizia. Ela me disse que eu não merecia ninguém na minha vida, e agora eu não merecia meu bebê. Tudo culpa minha. Choro mais forte apertando ele em meus braços. Quero que pelo menos ele sinta o calor do meu corpo, o aconchego dos meus braços. Que ele saiba que eu foi muito amado por mim. Eu o queria muito e nada mudará isso dentro do meu coração. Fico chorando no escuro do quarto. Ele não reagiu mesmo. E agora como vou fazer? Eu não poderei nem dar um enterro digno para ele, porque Brandon e Adam vão tomá-lo de mim e não sei o que eles podem fazer com o corpo dele. - M

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