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A ENFERMEIRA

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Sinopse

Uma enfermeira atormentada pela sua dor. Ela ajuda pessoas, mas não há ninguém que à possa salvar do tormento que sua mãe à deixou.

Vivia com sua mãe e um homem que dava nojo, e ainda tinha um marido violento. Duas pessoas que à maltratavam violentamente.

Ela achou que à culpa era sua, que ela merecia isso , até porque às palavras da sua mãe ainda martelavam na sua cabeça.

Porém, o fim de tudo pode está próximo. Ela resolveu lutar por ela mesma e por um filho que estava crescendo dentro dela. Esse bebê será sua força para prosseguir. E quem sabe o amor de verdade pode aparecer e ser mais uma fortaleza para sua vida.

Um homem triste e sozinho. Precisa de alguém somente para ajudar com seu estado. Ele também é perdido em sua dor. Vive em sua casa trancado, pois sua dor é mais profunda do que qualquer coisa. Assim ele pensa. Mas sua vida está para mudar. Uma certa enfermeira poderá trazer luz para sua vida e ambos podem encontrar uma maneira de voltarem à viver.

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PRÓLOGO
- Sua vagabunda. Estava naquele hospital dando de cima dos médicos né. Bem que sua mãe me avisou que você não presta. Brandon bate na minha cara assim que entro na nossa casa. Choro caindo no chão. - Brandon, por favor. Não é verdade. Digo e ele me puxa pelo cabelo. Me arrastando pelo chão. Tudo dói. Choro copiosamente. Eu não aguento isso mais. Ele e Adam me tratam como uma vagabunda. Eles não gostam de mim. Só me vem como um bote salva vidas, pois é com o dinheiro que recebo que comemos e ainda eles pegam tudo para uso próprio deles. Ambos não trabalham. Na verdade eles sempre exploraram minha mãe e eu, mas ela fugiu e me deixou aqui para ser maltratada e abusada por eles. Sílvia não pensou duas vezes em me deixar aqui com esses monstros. Como ela disse. " Você está casada, agora cuida do seu marido e do traste do meu, já ele pensa em você quando estamos transando." Na hora me deu uma repulsa tremenda. Ela não tinha o direito de me deixar à mercê desses monstros. Mesmo porque quem me obrigou à casar com Brandon havia sido ela. Ela dizia que ele era um homem bom, e que eu não ficaria de olho no marido dela. E aqui estou, casada com um ordinário, um desgraçado que dia após dia vem me maltratando. Deixando marcas no meu corpo e na minha vida que jamais imaginei ter. Três pessoas que deveriam me defender, mas nenhuma delas estavam e nem estão disposto à isso. Mais um tapa é dado em meu rosto. Sinto somente à ardência de uma mão. Brandon não tem piedade de mim. Ele não pensa que pode acabar com à minha vida . Ele só quer me maltratar, me subjugar, achar que é meu dono. Porém, como disse, eu estou cansada disso. Cansada desses dois. Eu preciso sair disso, só não sei como, mas eu preciso. - Calma, Brandon. Você vai matar nosso ganha pão. Adam fala tirando Brandon de cima de mim. m*l sinto meu rosto, tenho certeza que está todo inchado, roxo pelos tapas e socos. Mesmo trabalhando daqui dois dias, eu ainda terei esse roxos no rosto. Adam me pega no chão e me joga em cima do sofá. - Essa merda aí demorou hoje. Com certeza estava dando de cima de algum médico. Brandon fala me olhando com ódio. Limpo minhas lágrimas. - Eu já te falei que não seria má ideia ela arrumar um homem rico para dar para ele e tirar dinheiro do mesmo. - Nunca. Ela é minha e jamais será de outro. - Te deu uma b*******a virgem e você resolveu que era melhor guardar só para você? Adam fala com deboche. Pois eu acho melhor você ser mais esperto, porque o que ela trás para casa não está ajudando em nada. Precisamos de mais. - Ela não precisa comer, então não temos que comprar comida. A gente comer às coisas fora mesmo. Não precisamos pagar energia. Ela pode tomar banho frio. Sobrará mais dinheiro para gente. Ouço eles conversando como se eu não estivesse ali. Eles fazem planos para minha vida. Choro mais com isso. - Por mim tudo bem. Ouviu vagabunda. Acabou à mordomia aqui. Você não come mais, então se virar aí fora o que você vai comer. Adam diz dando um puxão no meu cabelo. Grito de dor. Ele rir. - Vai tomar um banho imunda. Brandon diz me puxando e me jogando no chão novamente. Anda logo porque você tem que estar limpa para seu maridinho aqui. Ele me dar nojo. Todas às noites é à mesma coisa. Ele abusa de mim como se fosse um animal. Me trata pior do que lixo. - Isso mesmo, Brandon, não dá mole para essa gracinha. Se eu fosse marido dela nem deixava ela sair do quarto. O Desgraçado de Adam já tentou diversas vezes abusar de mim, mas em mim ele não toca, nem que para isso eu tenha que matá-lo. - Eu gostaria muito de mantê-la trancada, mas à gente precisa do dinheiro que ela ganha. Se não ninguém veria à cara dessa vagabunda. Brandon me chutou forte acertando minha barriga. Parar de chorar i****a. Vai se limpar, limpa essa cara que está dando nojo. Ele fala me chutando mais uma vez. Me levanto com dificuldade. Meu corpo está doido. Todos os dias é assim. Ele e Adam se aproveitam de mim e não vejo como sair disso. Tomo meu banho demorado. Saio do banheiro e Brandon já está no quarto. Ele me ver e passa sua língua em seus lábios. Eu sinto um calafrio passando pelo meu corpo. Ele vem até à mim e tira à toalha do meu corpo à força me deixando nua para seus olhos. Não diz nada, somente me pega com força e me joga na cama. Ele vem para cima de mim como um animal, me mordendo, apertando forte meu corpo. Só choro, pois sei que se reagir ele vai fazer pior. Essa não é à primeira vez que ele faz isso. Da primeira vez, eu tentei resistir. tentei me defender dele, mas ele acabou comigo. Me bateu tanto que eu não tive escapatória, nem fui trabalhar por uma semana, tendo que pedir licença, pois estava m*l. Meus olhos sumiram no meu rosto de tão inchados e roxos que eles ficaram. Meu corpo estava todo marcados pelos tapas, socos e chutes. Eu não tinha condição de aparecer assim no hospital. Adam e Brandon já ameaçaram me matar se eu os denunciassem. Então eu estou procurando um outro meio para sair disso. Os dias estavam passando e tudo era o mesmo. Eu só apanhava e ainda abusada por Brandon. Eles não me deixavam comer mais. No fim do mês quando recebi meu salário, eles já estavam me vigiando no hospital. Na verdade Adam colocou um homem asqueroso para me vigiar da hora que eu saio de casa até à hora de sair do hospital. Eles tem certeza que vou fugir igual minha mãe. Por isso aceito tudo que está acontecendo. Eu não tenho escapatória desses dois. Todos os lados que olho, eles estão ou tem gente deles me vigiando. Passei muito m*l em uma das noites. Estava vomitando sem parar, mesmo não tendo nada no estômago, porque estou ficando dois dias sem comer, somente tomo água para acabar com à minha fome. Mas mesmo assim tem vez que é em vão. Então tinha certeza que meu m*l era fome. Meu estômago dói, me sinto cansada, me sinto sem forças. Porém, algo me pegou de surpresa, mesmo porque eu estava tomando meu remédio direito. Eu não sei o que houve. Não me lembro de ter deixado de tomar. Eu estava grávida. Grávida de um filho da p**a abusador. E agora o que seria de mim e dessa ser? Enquanto era eu sozinha, estava suportando, mas agora eu não posso mais. Passei dias pensando e hoje eu tomei à decisão de acabar de vez com tudo. Eu não poderia mais passar pelo que eu estou passando. Ontem tive que me proteger de Brandon. Ele me bateu tanto que eu perdi os sentidos por um tempo, mas isso acabou. Eu não posso colocar meu filho nessa situação. Ele é um ser indefeso, e Brandon e Adam podem vender meu filho por alguns trocados, e ainda acabar com à minha vida. Não vou permitir isso. Mesmo não amando o pai dele. Odiando o mesmo com toda minha força, eu quero esse bebê. Ele não tem culpa de nada. No hospital fiquei sabendo de uma vaga para um Sr cadeirante. Ele precisava de uma enfermeira, e eu me candidatei a vaga. Na verdade a minha chefe iria escolher a candidata, e eu supliquei a ela. Contei a verdade da minha vida e implorei pelo meu filho que ela me ajudasse, que essa vaga fosse minha. Ela me disse que iria fazer uma experiência comigo na casa desse Sr, caso não desse certo, eu iria ser substituída. Comprometi a não falhar. Eu daria tudo de mim para ficar nesse emprego até o Sr não quiser mais. Ela me deu o emprego e eu já começaria depois de amanhã. Então como amanhã era minha folga, eu daria o fim a tudo. Em casa mais uma vez fui forçada a t*****r com o nojento. Aceitei às agressões dele, e pronto. Eu sabia o que fazer para nunca mais passar por isso. Levantei cedo, depois que Brandon e Adam saíram. Eles sempre ficam vagando pela rua e só voltam a tarde. Então eu tinha que ser rápida. Peguei uma tesoura. Cortei meu cabelo. Uma quantidade bem grande. Peguei ossos grandes de bichos que tinha do lado baldio da casa e coloquei na cozinha junto com o cabelo. Ninguém iria me procurar. Adam e Brandon não pensariam em fazer um teste de DNA para comprovar que era eu que morri. Espalhei gasolina que peguei do carro do vizinho. Não lamento para ele, porque o mesmo me olhava com desejo. Nojento. Pretendo nunca mais me envolver com homem nenhum. Essas merdas não servem para nada, que não seja para nos tratar como lixos. Não quero isso para minha vida. Será somente eu e meu filho. Pensarei mais para frente e alugar um lugar para morar com ele. Sei que no começo terei que dormir no trabalho, mas depois arrumarei uma forma de fica em um apto com meu filho. Só nós dois. Espalho gasolina por toda casa. Não quero nem saber de nada aqui. Pego minha bolsa e uma pequena mala que fiz com minhas roupas e meus uniformes brancos. Pego o Isqueiro e vou para à porta dos fundos, onde sei que ninguém vai me ver saindo. Acendo o mesmo olhando para a chama acesa. Acabou.

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