Eu estava sentada na varanda do quarto de hotel de Hanner, abraçada em mim mesma e olhando o céu noturno. Meus olhos estavam cheios de lágrimas, e não demorou muito até que Hanner sentisse minha falta na cama. Eu abracei minhas próprias pernas e ele se sentou ao meu lado. - O que há de errado, Alex? - Questionou, observando meu rosto de forma carinhosa. - Estou com saudade do meu pai. Sei que ele logo vai sair da cadeia, mas estou preocupada. E se os Schneider... - Respirei fundo. Hanner soltou uma risadinha. - Relaxa. Eu imagino que você tenha carregado meu sobrenome com ódio no seu coração por muito tempo. - Concordei com a cabeça. - Me desculpa por isso, Hanner. - Falei. - Que bom que você entende. - Entendo, sim. Mas... Continue. - Respondeu. Hanner permanecia com o olhar em mim,

