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2291 Palavras
CHRISTOPHER Uckermann pov's Eu sentia o cheiro dela se impregnar em mim. Enquanto beijava Dulce, estocava sobre ela, sentindo a sua b****a se contrair ao redor do meu p*u. Não me lembro exatamente como consegui me equilibrar e não esbarrar em nada ao trazê-la até o quarto, a beijando pelo caminho, tendo zero noção do espaço ao nosso redor. Nunca alguém havia despertado em mim uma luxúria tão repentina durante uma conversa que até então não tinha nenhuma conotação s****l. Parecia natural para nós que tudo acabasse em sexo. Parei o beijo e a encarei, seus olhos castanhos cintilando sob a luz da lua que atravessava as pequenas brechas das cortinas. Ela ficava ainda mais linda na luz natural. Me dando conta do tipo de pensamento que estava tendo, balancei minha cabeça negativamente e voltei a me concentrar no mais importante, que era fodê-la até seu corpo se contrair em um orgasmo intenso. Foi quando ela enlaçou minha cintura com suas pernas que eu soube que o orgasmo dela viria logo. Acelerei os meus movimentos, deixando que mais suor saísse de mim, juntando-se ao suor dela, nos dando ainda mais flexibilidade. Dulce grunhiu de prazer, cravando suas unhas em minhas costas e rebolando contra a minha cintura enquanto gozava. Quando seu corpo relaxou, anunciando o fim do clímax, eu parei os meus movimentos e fiquei olhava para ela, admirando aquele olhar selvagem e satisfeito.  — Por que parou, babaca? — ofegou. — Eu ainda aguento mais disso.  — É? Então me mostra, doutora. — deitei ao lado e a puxei com força para que ficasse sobre mim.  Deitada em meu peito, Dulce respirou fundo por um tempo, tomando fôlego e possivelmente tentando recuperar um pouco das energias. Devagar, ela ergueu o corpo e ficou sentada sobre mim. Agarrou o meu p*u e o encaixou novamente dentro dela, logo depois começando a quicar, as mãos apoiadas em meu tórax, os olhos fechados e os lábios entreabertos. Ela começou devagar, saboreando cada segundo, dando atenção a cada centímetro meu que entrava e saía dela. Respirei fundo e reprimi um gemido, mordendo os meus lábios para me manter firme por mais tempo. Eu não queria gozar agora, eu queria poder estar dentro dela por mais tempo, queria senti-la se mover contra o meu corpo mais um pouco, queria gravar cada parte daquele sexo. Eu estava viciado em Dulce, em cada curva, cada centímetro da sua pele e cada detalhe dos diferentes sabores que ela tinha.  — Mais... rápido... — pedi ofegante.  Ela acatou o meu pedido e foi mais rápido, seus p****s balançando no mesmo ritmo dos seus movimentos, me deixando com ainda mais t***o. Para estimula-la mais, coloquei meu polegar em seu clítoris e pressionei, fazendo movimentos circulares na região. Dulce se contraiu, suas pernas apertaram as laterais da minha cintura e então ela acelerou mais um pouco. Ela estava chegando ao seu limite novamente e eu também.  Dulce se jogou sobre mim, seu rosto bem próximo. Ela estava cansada, então eu segurei sua cintura e terminei aquilo por ela. Mais algumas investidas e nós dois gozamos ao mesmo tempo, gemendo juntos, abraçados e totalmente entregues às sensações momentâneas.  Ela relaxou, abraçada a mim, o peso do seu corpo totalmente sobre o meu, seus cabelos espalhados em meu peito e meu pescoço. Depois de um tempo, a tirei de cima de mim e a coloquei ao lado na cama. Dulce estava tão exausta que m*l se movia, apesar de não estar dormindo. Ela me observou ficar de pé e caminhar até o banheiro do quarto para descartar a camisinha. Quando retornei, ela estava com um sorrisinho divertido no rosto.  — Eu já disse que você tem uma b***a muito bonita? — perguntou.  — Deve ter dito em algum momento. — eu ri.  Ela se espreguiçou e fechou os olhos por alguns longos segundos, depois tornou a abri-los apenas um pouco.  — Vai ficar em pé me olhando? — franziu a testa.  — Gostei da hidromassagem do seu banheiro. Bem mais tecnológica do que a que eu tenho em casa. Acho que eu quero experimentar.  Fui até ela, passei meus braços por baixo do seu corpo e a ergui em meu colo. Ela enlaçou um dos braços em meus ombros e sorriu para mim, uma resposta positiva para a minha pergunta indireta.  Fui com Dulce até o banheiro e a coloquei sentada sobre o balcão da pia. Antes de me afastar para encher a hidro, dei um beijo nela, apenas com nossos lábios encostados em um selinho longo.  Enchi a banheira e quando estava com espuma o suficiente, retornei para onde Dulce estava e a peguei no colo novamente. A coloquei de maneira delicada dentro da água e depois sentei em sua frente, deixando que nossas pernas se enroscassem. Dulce apertou um dos botões do painel de controle da hidromassagem e então a água ficou mais quentinha e as bolhas aumentaram.  — Muito bom... — murmurei, encostando minha cabeça no mármore. — Quando eu imaginei que estaria em uma hidromassagem com Dulce Saviñon numa sexta à noite?  — Dra. Saviñon. — proferiu como se me corrigisse.  — Sim. Doutora. Eu prefiro doutora.  Fechei meus olhos aproveitando aquela massagem e a boa temperatura da água. Senti Dulce se mover, aproximando-se de mim, mas não olhei para ela. Dulce sentou sobre minhas pernas e acariciou meu rosto delicadamente, passando seus dedos por minha testa e traçando um caminho para minha bochecha e meus lábios. Depois de afastar sua mão, senti sua boca cobrir a minha. Subi minhas mãos por suas costas até parar em sua nuca, firmando mais o beijo, usando minha língua para acariciar a sua.  Nos afastamos e eu mantive minha mão em seu rosto, a observando atentamente. Ainda mais linda toda molhada. Ainda mais linda com aquele cabelo bagunçado, preso de qualquer forma. Ainda mais linda a cada cenário novo em que se apresentava.  — O que vai fazer domingo de manhã? — perguntei.  — Meu plano inicial era dormir o quanto pudesse, mas eu aceito novas sugestões.  — Vai ter um encontro de motoqueiros no lado oeste da cidade. Acontece todos os meses e eu sempre vou. A minha "namorada" deveria ir se quiser me conhecer melhor. E claro, eu te mostraria um pouco do mundo.  — Eu vejo o mundo. — revirou os olhos.  — Perdeu muito tempo da sua vida enfiada em bibliotecas, salas de aula e escritórios. Tem que ver o mundo de verdade.  — Por que você se importa?  — Porque por mais que você seja bem irritante e por mais que eu te odeie consideravelmente, eu acho muito injusto que as pessoas não experimentem as coisas, coisas boas de verdade.  — Tudo bem, babaca. Eu deixo você apresentar o seu mundo se estiver disposto a conhecer o meu.  — E o que você faz de interessante? — Domingo à noite eu te mostro. O dia é todo seu.  — Eu aposto que eu vou odiar. — zoei.  — Mais do que eu irei odiar estar cercada de motoqueiros com aparência rude e olhar bruto? Vou estar totalmente fora da minha zona de conforto!  — Prepare a sua jaqueta de couro, doutora. — enfiei minha mão em seus cabelos, desfazendo o coque dela. — Vai ser um dia e tanto.  Dulce sorriu e tornou a me beijar. Ficamos ali por um tempo. Nos beijamos, trocamos carícias e quando o clima esquentou, transamos mais uma vez. Era bem tarde quando eu resolvi ir embora, já que uma das regras do nosso acordo dizia que não deveríamos dormir juntos. Por uma fração de segundos, tive vontade de me jogar na cama dela e ficar lá até o dia amanhecer, mas foi só um delírio momentâneo causado pelo meu cansaço e o relaxamento proporcionado pelo banho e sexo na hidromassagem. Eu tinha que respeitar as regras que eu mesmo criei. Nos despedimos na porta como sempre e depois eu pude seguir o meu caminho até em casa, onde eu já fui tirando as minhas roupas e me enfiando debaixo dos lençóis, dormindo em pouquíssimos minutos.  Tirei o sábado para cuidar da moto que usaria no domingo. Fiz uma manutenção e a lavei. A lataria brilhava como um espelho e quando terminei, estava orgulhoso do meu trabalho.  À noite, estava me preparando para jantar quando meu celular vibrou, anunciando a chegada de uma mensagem de Alfonso. "A - É sábado à noite, Christopher. Onde você está?"  "C - Em casa." "A - Hahaha! Sério, onde está?"  "C - Tô falando sério, idiota."  "A - Tá doente?" "C - Não."  "A - Ótimo, então vem até a minha casa. Fiz uma social e tem umas gatinhas perguntando por você ;)"  Observei aquela mensagem por um tempo antes de responder. Eu deveria? Bom, não houve uma só noite de sábado deste ano que eu não saísse para algum lugar, fosse uma balada, bar ou simplesmente uma festa na casa de alguém, geralmente a casa do Alfonso. Um convite assim deveria me animar, mas não foi o que aconteceu. Olhei para a comida que havia acabado de colocar em um prato no balcão à minha frente e aquela imagem me pareceu muito mais atraente do que uma noite de bebedeiras.  "C - Eu preciso dormir cedo. Tem encontro de motoqueiros amanhã."  "A - E desde quando você não aguenta virar o dia? Deixa de frescura, tira a b***a do sofá e vem pra cá!"  "C - Hoje não, cara."  Bloqueei a tela do celular, peguei o meu prato e fui até a sala ver televisão. Era uma novidade para mim os programas que passavam num sábado à noite. Jantei enquanto assistia a algum tipo de show de talentos bem curioso. Quando estava nos comerciais, peguei meu celular e dei uma olhada no i********:. Dulce não costumava postar muitos stories, mas naquela noite o dela estava bem na frente dos outros.  Quando abri, assisti a alguns vídeos dela com Maite e Anahi. As três saíram para jantar juntas, algo que eu notei que faziam com frequência, pelo menos depois que eu e Dulce decidimos nos seguir em nossas redes sociais após uma longa discussão sobre se isso quebraria alguma regra ou não. Na verdade não tinha muito o que saber sobre ela no i********:.  Tudo o que descobri é que ela tira mais fotos de paisagens e animais fofinhos do que de si mesma. Na maioria das fotos, ela estava acompanhada de alguém – geralmente Maite, ou algum colega de trabalho, ou algum ex professor que ela estava parabenizando. Nas que estava sozinha, Dulce quase sempre editava a foto para que o foco estivesse na paisagem, ela não olhava para a câmera e eu vi até que ela estava de costas em outras.  Sua melhor foto era a do perfil. Ela estava sentada em uma mesa – possivelmente em uma cafeteria – com uma xícara de café em frente à ela. Seus dois braços sobre a madeira, o queixo apoiado em uma das mãos e um sorriso genuíno no rosto. Aquela foto deveria estar em seu feed, mas não estava.  Em um dos stories, ela fez um boomerang de um brinde de margueritas feito entre as três. Respondi aquele dizendo:  "C - Cuidado, doutora, não quero ninguém vomitando em mim amanhã." "D - Prometo tentar, não prometo conseguir! haha."  Sorri olhando a mensagem e desfiz o sorriso logo em seguida. Que diabos era isso? Eu estava mesmo analisando as redes sociais de uma garota em pleno sábado à noite?  Joguei o celular no sofá e voltei minha atenção para o programa na televisão.  [•••] Acordei perto do horário do encontro, me arrumei, vesti minha melhor jaqueta preta, coloquei meus melhores óculos escuros e saí com a minha moto até o prédio de Dulce. A esperei depois de mandar uma mensagem avisando que eu já estava no local.  Avistei ela saindo e dei uma boa olhada de cima a baixo. Ela usava uma bota curta, preta e com cadarço. Calças jeans rasgadas apenas nos joelhos. Uma blusa cinza simples e uma jaqueta de couro preta que eu jurava que ela não teria. Entreabri os lábios observando ela caminhar até mim quase como se estivesse em câmera lenta. Os cabelos balançavam a cada passo, o sorriso se acendia e até os óculos escuros dela pareciam muito mais bonitos do que talvez realmente fossem.  Quando parou em minha frente, Dulce colocou os óculos acima da cabeça e me olhou animada, mas essa animação morreu quando ela olhou para a minha moto.  — Ah, céus, eu vou ter que andar de moto. — ela disse.  — Você vai a um evento de motoqueiros. Preferia que eu te levasse na minha Mercedes?  — Você tem uma Mercedes?  — Papo pra outra hora. — peguei o segundo capacete e ofereci para ela.  — Você precisa me mostrar todos os carros e motos que você tem. — colocou o capacete.  — Outra hora. — repeti enquanto tentava prender o capacete nela. — Pronto. Agora você parece um pirulito sabor cola. — dei um tapinha no capacete e Dulce fez uma careta. — O pirulito mais gostoso que você já conheceu.  — Sem sombra de dúvidas. — sorri. — Deixa que eu te chupo mais tarde, agora a gente tem outras coisas pra fazer.  Sentei em minha moto e depois que ela sentou atrás de mim, eu comecei a pilotar. Tive que rir ao ver o jeito como Dulce me apertava, me abraçando como se a qualquer momento ela pudesse simplesmente cair da moto. Brinquei um pouco ao acelerar e desviar dos carros pela pista, sentindo ela me apertar ainda mais toda vez que eu fazia isso. Estranhamente, o abraço exagerado movido pelo medo dela estava bastante confortável para mim.
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