Milk acorda, sentindo os braços fortes do homem que a levou ao céu, em torno de seu corpo. Ele a abraçava forte, como se temesse que ela sumisse dali. Virou-se devagar, sentindo-se levemente dolorida e acariciou o rosto sereno, que ainda dormia. - Bom dia, meu sheik. - Sussurra perto de seu rosto e o vê, dar um sorriso. - Bom dia, minha Halib. - Gosto quando me chama assim. - Ela se aconchega ao abraço dele. - Linda. - Ele passa o dedo indicador, da testa, até a ponta do nariz dela. - Vontade de ficar aqui o dia todö. - Zyan a aperta nos braços. - Eu também tenho essa vontade. - Ambos permanecem em silêncio, aproveitando o aconchego um do outro. Zyan levanta-se espreguissando-se. Sentia-se vivo, como há anos não se sentia. Como em sua vida inteira não esteve. Que fosse perdoa

