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651 Palavras
Capítulo 5 Jheny narrando O meu maior medo era que se espalhasse para todos os cantos de quem Bernardo era filho e alguém fizesse m*l a ele para atingir DG, eu queria ter dinheiro suficiente para ir embora desse lugar, dar uma vida para o meu filho longe de qualquer perigo. Eu começo a organizar as coisas do Bernarod para levar ele na terapia fora do morro, eu pego em sua mão e começamos a descer, ele tina um hiperfoco em colheres e vivia com as colheres na mão e levava várias em sua mochila, enquanto a gente ia descendo, algo chama a sua atenção e ele sai correndo, largando a minha mão. — Bernardo – eu falo chamando por ele e ele corre , corre muito e eu corro atras dele. Ele para na frente de uma loja te utensílios que tinha diversas colheres. — Essa -ele m*l conseguia falar quase nenhuma palavra mas emitia som e apontava para a colher. — Você tem várias iguais a essa, estamos atrasados. Depois na volta a gente compra – eu falo para ele. — Essa – ele fala e eu pego na mão vendo qu era 19,90 – essa! — Por favor meu amor, precisamos ir. A mamãe não tem o dinheiro suficiente – eu falo para ele. — Essa – ele faz o som. — Be – eu falo – vamso nos atrasar. — Essa – ele fala — Pode incluir na minah compra – eu olho para trás vendo Antonella, mãe de DG e sinto um frio na espinha – eu compro para ele de presente. — Meu filho não precisa de presente da senhora. — Você mesmo disse que está atrasada para uma consulta – ela fala me encarando – por favor pode ir e deixe ele levar a colher que a presente. Eu olho para aquela mulher e ela encara Bernardo, eu abro a minha bolsa e tiro o dinheiro e entrego ao comerciante. — Obrigada – eu falo para ela. Bernardo desce com a colher na mão e caminho com ele quase 15km, e a metade do caminho com ele no meu colo porque tinha usado o dinheiro da passagem para comprar a colher. Mandei mensagem a Suelen e ela me emprestou o dinheiro da volta, passei em um caixa eletrônico e retirei. Comprei um sorvete e eu comi o sorvete e ele comeu a casquinha, ele gostava de comidas que fosse crocante. Eu fico pensando em Antonella que tentou se aproximar pela primeira vez de Bernardo naquela loja, ela nunca sequer olhou para ele, fico pensando se por acaso Pedro lucas comentou algo e ela acredite que Bernardo seja neto dela. Eu chego no morro com Be de volta e encontro Suelen e Maria Eduarda na lancheria, Estopim, Serafim e RK estão ali junto, a gente não tinha tanta i********e como antigamente, mas crescemos juntos nesse morro. — E ai Be – RK fala para ele e ele bate na mão do RK, era o único. — Conseguiu voltar ? – Suelen pergunta — Sim – eu respondo – ele quis uma maldita colher e eu tive que comprar outra. — Mas quantas colher você tem? – Estopim fala – quem sabe se a gente vender as colher em. — Be balança a cabeça brabo. — Ninguém vai vender suas colheres. – Suelen fala – esse homem é feio – Be assente e a gente começa a rir. Eu pego BE no colo e ele fica no meu colo, ele tira mais colher da mochila e fica mexendo nelas, e eu resolvo subir para casa com ele. — Eu vou para o salão – Suelen fala — Mas vai abrir hoje? Nunca abre segunda! — Preciso organizar umas coisas lá — Posso te ajudar – eu falo — Não precisa – ela fala sorrindo – eu passo mais tarde na sua casa. — Ok, te espero.
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