MaI dormi na noite anterior. O sono foi interrompido por calafrios e imagens de mortes que invadiam a minha mente. Não era como num filme onde tudo parece distante e fictício, era real, e aconteceria hoje. Hoje, sexta-feira, às 20 horas. Eu tentava me convencer de que nada mudaria, que aqueles homens eram piratas que atentaram contra mim e que mereciam esse destino. Era assim que os meus tios e primos viam a situação. Mas algo dentro de mim, talvez uma voz fraca, mas insistente, implorava para que eu não cruzasse essa linha. Quando atirei contra o pirata para defender Luna, fiz isso por pura necessidade, para proteger uma vida. Nunca teria feito por prazer ou por impulso. Mas agora as coisas mudaram, e eu sou o chefe e eu tenho que provar lealdade a Moretti, tenho que se mostrar frio, c

