Capítulo 4

1204 Palavras
Caveira narrando... A semana passou corrida, Priscila e eu se cruzamos poucas vezes, confesso que senti falta de almoçar com elas aqui... mas assim como no serviço dela foi corrido, na boca foi mais ainda, teve noites que eu cheguei e elas já estavam dormindo... Hoje domingou, dia de pagode, vai ter música ao vivo, muita cerveja e alguns aliados, o pessoal da Babilônia não vai conseguir colar, mas na próxima eles querem vir... Termino de me trajar e desço para a praça que fica em frente ao bar central que tem aqui, Sombra chega e faz toque comigo, ficamos ali marolando até que chega a Faby e o Duka... Duka é outro menor de confiança minha, ele e o Sombra me ajudam em quase tudo, estão sempre pelo certo e na visão do morro para mim. Duka: Eai chefe. — ele faz toque comigo e com o Sombra, Faby nos comprimenta e ficamos sentados juntos, começamos a beber e a conversar, estou de costas para o pessoal, mas vejo quando a Faby faz um "O" com a boca e antes mesmo de eu olhar ela fala. Faby: Meu Deus, veio armada para matar qualquer vagabundo né Dona Priscila. — quando ela termina de falar eu viro para trás na mesma hora vendo a Priscila em uma roupa que p***a mano, vontade de levar ela embora daqui, vejo os menor tudo olhando e isso começa a me estressar... Dou espaço para as mesmas que sentam na mesa com a gente, Aline me olha com a maior cara deslavada e começa a rir. Vou em direção ao bar e pego umas cervejas, sinto quando Aline tromba em mim. Aline: Ela está maior gata, não está? Caveira: Não começa a pesar minha mente não, Aline, namoral. Aline: Eu não, que isso gato, os outros vão fazer isso por mim, notou como todos estão babando nela. Caveira: Vai se fuder, Aline, p***a. — alcanço o litrão para ela que dá risada da minha cara, vamos até o pessoal e realmente, tá geral olhando para ela. Faby: Atraiu os olhares de todos em gatona. Caveira: Também, com essa roupa. Priscila: Qual é o problema com a minha roupa? Ela valoriza cada pedacinho do meu corpo. Aline: Te deixando ainda mais gostosa. Faby: Exatamente... — o pior é que eu sou obrigada a concordar com essas filhas da p**a, Priscila tá ainda mais gostosa do que já é, p***a, é para terminar de comer o resto do meu juízo. Começamos a beber e a banda já está tocando ao vivo, logo Priscila levanta e puxa a Aline para dançar, as duas vão para pista e a doida da o nome, ela dança demais, por vezes acho que a desgraçada vai pagar calcinha, mas a mesma baixa o vestido que continua subindo. Caminho em direção à elas e quando me aproximo, Aline da uma risadinha e sai, Priscila vira de costas me vendo e vai sair, mas eu puxo a mesma para dançarmos. Priscila: Novidade, não sabia que dançava. Caveira: Você não sabe muitas coisas sobre mim. Priscila: Sou obrigada a concordar. — giro a mesma e vejo seu vestido subir, baixo ele, fazendo a mesma me olhar estranho. Caveira: Não podia ter vindo com uma bermuda que nem as meninas não? p**a que pariu. Priscila: Caveira, não começa, namoral. É tão difícil não se encarnar em mim uma única vez? Caveira: Eu não tô me encarnando p***a, mas essa p***a não para de subir, daqui apouco vai tá pagando calcinha para geral. Priscila: O que você tem aver com isso? p***a, tu é um chato, credo, me dá licença. — ela vai pra sair e eu puxo ela, pressionando a mesma contra mim. Caveira: Ainda estamos dançando, mas se fosse tivesse noção de como está gostosa com essa roupa e como os caras estão te olhando como se você fosse um pedaço de carne, talvez me entenderia... mas eu não tenho nada aver com isso, você usa o que quiser. — ela não fala nada, só escora a cabeça no meu peito e continuamos dançando. Depois de um tempo a Faby vem para dançar com ela, não sei como ela tem tanto pique assim, por que ela não saiu da pista ainda. Duka: Com todo respeito chefe, mas tu tá fudido. Sombra: Eu não ia falar nada não, mas já que o Duka tocou no assunto, p***a patrão, ela é osso duro em. Aline: Vocês não viram nada, vem Sombra, vamos dançar. Aline sai com o Sombra e eles vão para a pista dançar, depois de algum tempo Duka vai até as meninas e tira a Faby para dançar, Priscila vem para a mesa e fica do meu lado, ela começa a beber e eu fico observando ela. Priscila: O que foi? Caveira: Não esquece que tem a Rebeca, né? Priscila: p**a que pariu, nem curtir eu posso, eu sei Caveira, sei das minhas responsabilidades, eu estou bem, só estou tentando curtir um pouco, mas tudo tu pega no meu pé, ainda diz que não está se encarnando, fala sério. Caveira: Desculpa, me preocupo com ela. Priscila: Eu sei, mas ela está bem, vamos nos divertir, fazia tempo que eu não sabia o que era sair. — ela se levanta e me puxa para a pista, começamos a dançar coladinhos e eu confesso que estou muito duro, ela está ainda mais gostosa com esse vestido preto que marca todo o seu corpo, o decote valoriza seus s***s e p***a, está de deixar qualquer homem louco. Nenhum olhou para ela depois que dançamos e eu prefiro assim, vão se fuder, ficam achando que isso aqui é bagunça. Depois de horas curtindo, dançando, bebendo e conversando, cá estava eu na pista de novo com a doida... Priscila: Acho que eu estou cansada já. Caveira: Quer ir embora? Priscila: Acho que sim, deu para aproveitar bastante, mas já está tarde, tem a Beca ainda, sem contar que amanhã eu trabalho. Caveira: Vamos lá, eu te levo. Priscila: Não quero incomodar, pode ficar aqui curtindo seu pagode. Caveira: Não é incomodo, já está tarde mesmo, vamos. — ela confirma e a gente se despedi do pessoal, deixo o Duka e o Sombra na responsa e vamos em direção a Tia Carminha, pegamos a Beca que já está dormindo, chegamos em casa e eu coloco a Beca na cama, dou um beijinho na testa dela e saio do quarto, dando de cara com a Priscila. Caveira: Está tudo bem? Priscila: Cala a boca. — ela diz e me puxa para um beijo, me deixando completamente surpreso, retribuo o beijo na mesma intensidade, escoro ela na parede e começo a passar a mão pelo seu corpo, desço os beijos em direção ao pescoço e a mesma solta um gemido. Caveira: Tem certeza disso? Priscila: Tenho, p***a, eu não consigo te tirar da cabeça depois daquele dia, então aproveita que eu estou com coragem e amanhã eu posso por a culpa no álcool, mesmo tendo total consciência do que estou fazendo. — ela diz me fazendo rir e eu pego a mesma no colo e entro para dentro do meu quarto, ela observa tudo impressionada, deito ela na cama e subo por cima dela a beijando.
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