Priscila narrando...
Eu estava nervosa, fazia tempo que eu não saia, não queria deixar a Beca e também estava pensando nos olhares que sempre recebemos, eu sabia que nada ia acontecer comigo, por mais que eu e Caveira vivemos brigando, ele nunca deixaria nada acontecer comigo...
Me olha na frente do espelho admirando o vestido que eu escolhi, passo a mão pelo meu corpo e respiro fundo, ele é lindo, me deixou uma tremenda gostosa, realmente, mas ele era um pouco aberto, eu não devo me privar de usar as roupas que eu gosto por medo, preciso superar tudo que aconteceu...
Aline: Está uma tremenda gostosa. — ela diz entrando e me assustando, eu começo a rir e olho para a mesma que está gata também.
Priscila: Não só eu né... E então, vamos?
Aline: Bora lá...
A gente foi em direção a praça onde está acontecendo o pagode, nesse momento o nervosismo já havia passado, só restou a animação, eu amo pagode, amo dançar, poxa, quando ouvi a banda ao vivo eu quase pulei de felicidade, talvez era isso que eu precisava para me distrair um pouco... Eu senti todos os olhares sobre mim e isso me incomodou um pouco, mas eu não liguei e segui curtindo. Ficamos ali e o Caveira e Aline foram até o bar...
Faby: Essa é a Priscila, esse é o Duka. — ela diz nos apresentando.
Duka: Satisfação. — ele diz me comprimentando e eu retribuo.
Ficamos ali mais um pouco e logo Caveira e Aline voltaram com alguns litrão, começamos a beber e eu decidi ir dançar, eu precisava muito, estava com tanta saudade... Mas confesso que não estava preparada para dançar com o Caveira... Ele pesou na minha mente, mas depois parou de incomodar... Aproveitamos até tarde, dançamos várias vezes juntos e eu já estava ficando doida, por que eu estava muito querendo ele... Por mais insuportável que ele seja, eu queria pelo menos uma vez experimentar...
Fomos buscar a Rebeca e ele largou a mesma no quarto dela, eu criei coragem não sei da onde, mas grudei ele em um beijo, o mesmo me levou em direção ao seu quarto e é a primeira vez que entro aqui, o quarto dele é lindo, bem organizado, estava admirando quando ele me jogou em cima da cama e feio por cima de mim me beijando... Eu estava toda arrepiada...
Caveira: Se você se sentir m*l, me fala tá, não vou forçar nada.
Priscila: Eu sei que não, pode continuar. — ele confirmou e desceu os beijos pelo meu pescoço e logo baixou meu vestido e tomou meus s***s em sua boca, eu não conseguia sentir medo do Caveira... Sempre me senti bem e protegida com ele.
Priscila: Deus, isso! — digo sentindo ele chupar meu peito e apertar o outro, ele termina de baixar meu vestido e tira minha calcinha junto, ele desce os beijos e logo chega na minha i********e.
Caveira: Hum, cheirosinha. — ele começa a me chupar e eu não resisto gemendo alto, me conterço e procuro por mais contato com ele.
Priscila: Assim, não para, isso, Aaaa que delícia. — ele aperta minha coxa e acerta um tapa logo em seguida...
Caveira: Goza pra mim, safada. — ele diz e volta a me chupar penetrando dois dedos. Não demora muito e eu chego no meu limite.
Ele sobe em cima de mim e me penetra com força.
Caveira: Delícia, p***a! — ele começa um vai e vem gostoso, logo me coloca de quatro e começa a me fuder com força, só e possível escutar os nossos gemidos e os corpos se chocando... Não demora muito para nós gozarmos... Ele se levanta e vai tomar um banho e eu aproveito para sair do quarto do mesmo, tomo um banho e me jogo na cama.
Se eu fiz uma loucura? Talvez tenha feito, mas foi uma loucura muito gostosa, Caveira era do jeitinho que eu imaginava, um verdadeiro pedaço de m*l caminho, que eu preciso ter muito cuidado inclusive...
Não demora muito e eu durmo, acordo na manhã seguinte rezando para não encontrar o Caveira, vou em direção ao quarto da Rebeca, beijo a mesma que acabou de acordar, descemos para a cozinha e está só a Aline.
Aline: Bom dia lindas... Vamos tomar o café Beca? — ela concorda e a Aline coloca ela sentada na cadeirinha e pega as frutas e começa a cortar, prepara uma batida para a mesma e alcança para a Beca. — tem café na térmica, se serve gata, tá precisando.
Priscila: Bom dia, obrigada. — digo servindo uma caneca de café.
Aline: Que bicho mordeu o Caveira? Ele saiu revoltado, cheguei e ele já está a saindo e estava um poço de arrogância.
Priscila: Não faço ideia. — digo a mesma que me olha arqueando a sobrancelha.
Aline: Vou fingir que acredito. — ela me alcança uma crepioca e senta para tomar café também, termino, dou um beijo nas duas e vou para o serviço, chego e a Faby já está ajeitando as coisas.
Priscila: Bom dia Faby.
Faby: Bom dia amor.
Começo a ajudar a mesma e logo abrimos a loja, no almoço Duka veio buscar ela para irem almoçar, ela me falou que eles estão juntos há 1 anos, que várias vaca tentaram ciscar pra cima dele, mas ela descia a porrada em todas, eu só dei risada né.
Decidi ir para a casa almoçar e assim que entrei dei de cara com o Caveira.
Priscila: Oi. — comprimento o mesmo que me ignora completamente, me deixando sem reação, mas eu não falo nada.
Aline: Acho que o problema é com você mesmo, nem vou perguntar o que aconteceu ontem, se mataram de novo?
Priscila: Não foi nada disso.
Aline: Então foi o que?
Priscila: A gente transou Aline, p***a! — ela me olha com os olhos arregalados e começa a rir. — para Aline, eu não sei o por que de ele estar assim agora.
Aline: Eu não sei nem o que dizer, o que mais aconteceu?
Priscila: Nada, a gente transou, ele foi pro banho e eu sai do quarto dele, voltando para o meu. — ela n**a rindo.
Aline: Filha da p**a. — ela diz dando risada. — ele te levou pro quarto dele e tu simplesmente saiu sem dar satisfação, isso explica muita coisa. — eu fico sem entender e vou para a cozinha para almoçarmos, Caveira não direcionou o olhar uma única vez em mim e isso me deixou um pouco incomodada... Ele saiu de casa e deu um beijo na cabeça da Beca e da Aline.
Aline: É amiga, você feriu o coração e o ego desse homem.
Priscila: Isso vai passar... — digo e dou tchau paras as duas e volto para a loja.