Capítulo 6

1127 Palavras
Caveira narrando... Eu não tava acreditando que ela estava ali, tão entregue a mim, nossa noite foi f**a, ela é exatamente o que eu imaginava, gostosa para caralho.. sai da cama e fui para o banho, achei que a diaba ia vir atrás, mas não, para minha surpresa quando eu saí do banheiro não tinha ninguém no quarto, fiquei puto, mas ignorei, fiquei ali um tempo esperando e nada... Então decidi ir até o quarto dela, abri a porta da mesma devagar e ela estava dormindo perfeitamente... Mas que filha da p**a, usou do meu corpinho e meteu o pé, desgraça... Voltei para o meu quarto e me joguei na cama, com muito custo consegui dormir, eu tava puto, ela foi a primeira pessoa que entrou no meu quarto c*****o e meteu uma dessas, não tô dizendo que eu quero casar com ela, fazer dela a minha fiel ou essas paradas, mas p***a, pelo menos dormir juntos, mas a filha da p**a, vacilou legal, esperou eu ir para o banho e meteu o pé... Acordei na manhã seguinte e sai antes de cruzar com ela, o que eu pudesse evitar eu evitaria no momento, ajeitei as coisas da boca toda, os meninos me passaram a visão de como ficou tudo e p***a lucramos para c*****o nesse baile. Ajeitei o resto das coisas e fui para a casa almoçar, queria ver a Beca, quando cheguei em casa não demorou muito para a Priscila aparecer, se eu soubesse que hoje ela vinha almoçar eu nem teria vindo, eu só quero evitar ela até isso passar. Meti o pé para a boca e não demorou muito para um dos meus vapores me acionar, avisando que a Ritinha tava ali fora querendo me ver, eu não ia deixar a mesma entrar, mas deixei. Caveira: Qual foi Ritinha? Ritinha: Poxa Caveira, eu estou com o aluguel atrasado e não tô tendo da onde tirar dinheiro, queria ver se me dá mais uns dias ou então resolvemos de outro jeito. — ela diz abrindo as penas e me mostrando que está sem calcinhas, eu n**o com a cabeça, Ritinha é gostosa, mas eu não tô afim não. Caveira: Beleza, te dou mais duas semanas. Ritinha: Tem certeza que não prefere a segunda opção? Caveira: Não, mete o pé, vai! — digo sério com a mesma que sai da sala... O dia passou corrido, cheguei em casa e a Aline já tinha ido embora, subi as escadas e entrei no quarto da Beca dando de cara com as duas. Fui até a Beca e dei um beijo na mesma, sai do quarto dela e fui para o meu tomar banho, depois do banho desci as escadas e fui ver algo para jantar, terminei e limpei a bagunça que eu fiz, olhei para trás vendo a Priscila me observando... Priscila: Vai ficar negando voz pra mim mesmo? Caveira: Não temos nada para conversar. Priscila: Certo então, amanhã estou indo embora, consegui uma casa. — ela diz e eu olho para a mesma desacreditado, a gente brigou, mas eu não quero que ela vá embora e muito menos a Rebeca. Caveira: Beleza, tu que sabe, não posso ficar te segurando aqui. — digo sério e passo pela mesma, vou até o quarto da Beca e fico um tempo ali com ela, depois vou para o meu quarto e me deito, passo um bom tempo pensando no que ela falou, como que eu não fiquei sabendo que ela já estava buscando uma casa e que ela já encontrou, p***a. Priscila narrando... O clima estava horrível, eu até tentei conversar com ele, mas ele nem deu bola, quando eu disse que ia embora, eu esperava outra reação dele, não sei o por que falei isso, já que nem fui atrás de casa ainda, mas agora preciso ir, se não ele vai saber que eu só estava mentindo para ele. Eu não sei por que o Caveira ficou assim depois que transamos, ele não é o tipo de homem que se prende e não imaginava que ele era o tipo sentimental, mas tudo... Voltei para o meu quarto e fiquei ali até pegar no sono... Estava deitada quando senti alguém deitar do meu lado, me virei pensando ser o Caveira, mas para a minha surpresa e o meu pesadelo era o meu irmão. Marcos: Como vai, maninha! Sentiu saudades? — ele diz e logo sobe para cima de mim, eu tento gritar mas não consigo, ele tapa a minha boca e logo começa a passar a mão pelo meu corpo, eu não acredito que vou passar por tudo isso de novo. — Shii, quietinha, como eu senti saudades de você, desse seu corpo delicioso. — ele diz e desce os beijos para o meu pescoço e eu só sei chorar. Sinto o exato momento que ele me penetra e nesse mesmo momento mordo a mão dele e grito bem alto pedindo por ajuda. Acordo apavorada com o Caveira me sacudindo, olho para ele vendo que foi só um pesadelo, eu achei que nunca mais ia ter esses pesadelos, mas estava enganada, eu comecei a chorar e o mesmo sentou do meu lado e me abraçou. Caveira: Com ele de novo? Priscila: Sim, fazia tempo que eu não tinha esses pesadelos. Caveira: O que acha que procurar uma psicóloga Priscila, talvez seja o melhor. Priscila: Não, não é preciso, eu só tenho medo, medo que ele apareça do nada e comece a dar incomodação, o que ele fez comigo foi horrível e tenho medo que se repita comigo ou até mesmo com a Rebeca, mas sei que aqui com você estou segura. Caveira: Você não vai embora Priscila, não vou te deixar sozinha, ainda mais com esse medo e esses pesadelos, f**a-se a privacidade, vamos respeitar aqui onde moramos, mas se quiser namorar, vai pra casa do cara e se eu ficar com alguém, não trago pra cá, nunca fui de trazer, então vão continuar assim, mas da nossa casa tu não sai, não até superar esse trauma que tem. Na sua cabeça não ficou traumatizada, mas você ainda carrega isso com você, isso te assombra, enquanto isso continuar, tu não vai embora, entendeu? Priscila: Tudo bem, eu não vou, fica aqui comigo? — peço ao mesmo que concorda e se deita ao meu lado, ele me puxa para o deitar em seu peito e fica fazendo carinho no meu cabelo. — Desculpa ter saído de fininho do seu quarto, não queria parecer nenhuma emocionada como as meninas que você costuma pegar. Caveira: Tudo bem, esquece isso. — eu confirmo e me aconchego mais no mesmo. Priscila: Obrigada por ficar aqui comigo. — ele me dá um beijo no topo da minha cabeça e não demora muito eu acabo adormecendo.
Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR