28 Cont Vick.

1483 Palavras

Entrei no carro e cumprimentei o Murilo com um beijo no rosto. Ele sorriu daquele jeito fácil, familiar, como alguém que me conhece além do que eu deixo transparecer. — Pronta? — ele perguntou, dando partida. — Sempre — respondi, ajustando o cinto. O caminho até o barzinho foi leve. Conversamos sobre coisas aleatórias: música, viagens, situações engraçadas da infância, lembranças que só nós dois compartilhávamos. Em nenhum momento houve clima estranho. Era confortável, quase seguro. Falamos, inclusive, sobre como, independentemente de tudo, sempre continuaríamos sendo amigos. Aquilo foi dito sem peso, sem promessa exagerada. Só verdade. Quando chegamos, o bar já estava movimentado, luzes baixas, música boa, gente rindo. Assim que entramos, avistei a Alana e a Camille sentadas junto com

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