147. Pivete Narrando O calor do beijo da Mariana me pegou de jeito, sem deixar brecha pra pensar em mais nada além do corpo dela encostado no meu. A respiração pesada dela se misturava à minha, o gosto da boca, o cheiro do cabelo, tudo parecia me puxar pra um lugar onde só existia nós dois. Minhas mãos deslizaram pela cintura dela, apertando com força, sentindo a curvatura do corpo que um dia já foi meu por completo. Ela mordia meu lábio de leve, me provocando, e eu sentia o p*u latejando, duro, pronto pra saciar a fome que a gente acumulou por tanto tempo. A forma como ela puxava meu cabelo, passando a unha na nuca, me fazia perder qualquer p***a de controle. Meu coração socava o peito, e a raiva, o ódio, a mágoa, tudo se misturava num desejo bruto que me enlouquecia. — Não fica me olh

