Malfeitor Narrando Caralhø, irmão… a bøceta dela travou no meu p*u igual uma armadilha dos inferno, quente, apertada, sugando cada centímetro como se fosse a última refeição dela. Era aquele sexo bruto, daqueles que resolve conta, que mata saudade na porrada. Tava metendo com força, segurando o quadril dela com as duas mãos, sentindo a carne macia cedendo e voltando a cada bombada. Não tinha espaço pra sutileza, não. É encontro de carne, suor e vontade acumulada. O barulho era o ritmo da minha virilha batendo na bundä dela, um baque úmido e pesado que ecoava no quarto. Com uma mão eu segurava firme o quadril dela, com a outra dei um tapa naquela b***a, fazendo a carne tremer e ela gemer mais alto ainda. — Tá mastigando meu paü, gostosa? — grunhi, ofegante. — Tá espremendo tudinho, fazen

