Viviane Narrando Meus olhos não desgrudaram dele nem por um segundo. Assim que ele se levantou, a fera dentro dele ficou exposta. A calça desceu num movimento brusco, levando a cueca junto, e ali estava ele. O paü dele, grande, grosso, cheio de veias salientes, duro e imponente como um bastão de chocolate escuro. A visão me fez salivar instantaneamente. Um suspiro ofegante escapou dos meus lábios antes que eu pudesse conter. Ele percebeu. Um sorriso lento e possessivo curvou a boca dele. Ele se aproximou da cama onde eu estava sentada, e o peso do olhar dele me prendeu. Sem cerimônia, ele bateu com a cabeça do paü, quente e latejante, na minha bochecha. O toque foi seco, dominador, uma marca de posse. Meu corpo reagiu antes da minha mente – minha boca se abriu num convite automático, que

