Noites frias na floresta Nefasta III

4502 Palavras
Surpreendentemente Yoongi foi paciente é delicado ao explicar como atravessar o véu levando as almas. E surpreendentemente Taehyung se ofereceu para ajudar. Jimin sabia que havia um interesse maior por trás de tal bondade, mais não se opôs. Como cada ser de vivo a morto e céu a inferno sabiam quem eles eram, Yoongi sugeriu que usassem máscaras para fazer o trabalho de ceifador. Ele os dividiu em duplas e lhes entregou uma lista com nomes e localizações. Ele mesmo cuidaria de uma boa parte das almas, seus ceifadores restantes de outras e os seis terminariam o serviço, tudo deveria estar terminado ao por do sol. Toda a ação foi feita de forma premente, pois Yoongi não tinha tempo a perder, todavia ele parou após pedir a Sebastian que lhes trouxesse seis máscaras. Jimin não sabia como Sebastian poderia dar conta de tal trabalho rapidamente, mais Sebastian voltou cinco minutos depois com seis máscaras muito semelhantes a máscaras de baile. Yoongi explicou: — Quando dado a vocês o selo de lótus da morte, imediatamente verão uma névoa, ela é quem os guia até os mortos, não importa o lugar onde estão. Não há poderes específicos, eles se projetam nas diferentes situações. Ponto: Mesmo que SeokJin não voe, caso ele precise voar para conseguir reter uma alma então ele voará. Contra ponto: se você for péssimo em voar, então terá sérios problemas. Curiosidade, sejam cuidadosos, uma vez sendo ceifador as almas podem ataca-los e machuca-lo, eu não ofereço auxílio saúde. O lado bom é que sendo ceifador você pode bater nelas se as mesmas causarem problemas. A maioria de vocês tem ou pode forjar armas, então não há nada esquecido. SeokJin comentou casualmente: — Jimin não forjou um artefato como arma ainda, vai emprestar sua foice a ele? Yoongi pareceu exasperado: – Uma foice, quando o humano que busquei morreu pelado no banheiro de ataque cardíaco, ou de overdose, ou seja lá o que for que mata humanos hoje em dia, cada século é uma moda nova. Lembo-me de época que veneno era o meio mais elegante e silencioso. Ele parou em silêncio, parecendo de repente muito desconfortável. Por fim ele disse: — Eu preciso dar a bênção de ceifador a vocês, no entanto vocês não estão mortos, a maneira como faço habitualmente não funcionará. Com suas roupas brancas delicadas, Jungkook perguntou inocentemente: — E como fazes habitualmente? Yoongi tocou os próprios lábios: — Um toque na testa com a ponta do dedo basta, mas desta vez não. Taehyung que aceitou as vestes brancas de ceifador sem reclamações e até deu um toque próprio, sorriu pra Yoongi: – Um toque simples não basta, para nos abençoar você terá que tocar com os lábios. Yoongi o olhou com crescente ódio, mas não negou. Taehyung sentou-se no sofá abrindo um sorriso mordaz. Claramente ele desafiava Yoongi a se aproximar enquanto ao mesmo tempo o insultava por ser consideravelmente mais baixo. Yoongi usava luvas em todas as ocasiões e situações, acreditava-se que sua pele nunca entrou em contato com outra, então na presente situação que Taehyung o desafiava, todos poderiam facilmente jurar que ele cortaria o mesmo pela ousadia. Chocantemete, Yoongi se aproximou de Taehyung a passos lentos, como se caminhando para sua maior desonra e humilhação. Quando Hoseok deu-se conta do que acontecia irrompeu diante de Yoongi: — O que estais prestes a fazer? Yoongi respondeu displicentemente: — Não podes ser ceifador sem meu selo, o selo que coloco no centro da testa com um toque. Mais vocês estão vivos, preciso ser mais extremo ou o selo não penetrara na sua magia. Hoseok estava transbordando desgosto, mas não lhe restava opções se não aceitar. Ele se afastou, liberando o caminho para Yoongi se aproximar de Taehyung. Yoongi parou a centímetros do sofá, olhando Taehyung friamente, ele disse: – Raios o partam! Indecoroso, Taehyung bateu os silicios majestosamente. Com a mão direita enluvada Yoongi tomou o queixo de Taehyung sem a menor delicadeza e ergueu seu rosto pra cima enquanto aproximava o seu próprio. Seus lábios peônia tocaram a testa de Taehyung lentamente, não poderia ser uma ação rápida então Yoongi foi paciente, e Taehyung perverso como era, aproveitou aquele breve momento para apertar a cintura de Yoongi com sua mão de dedos longos. Hoseok deu a volta, como se fosse reagir, mas Yoongi se afastou naquele instante, deixando na testa de Taehyung a marca vermelha no formato de uma flor de lótus e se aproximando de Jungkook que estava ao seu alcance. Jungkook abriu um sorriso lindo como as nuvens e dobrou os joelhos, atingindo a mesma altura de Yoongi. Com mais gentileza desta vez, Yoongi o beijou entre as sobrancelhas, no exato lugar onde beijou Taehyung, e a mesma flor de lótus branca cintilante com bordas vermelhas foi deixada para trás. Todos eles precisaram senta-se para que Yoongi deixasse a marca, principalmente Namjoon e SeokJin, ambos foram deixados para trás com uma marca na testa e as bochechas levemente vermelhas. Jimin, todavia, não precisou fazer um único movimento. Yoongi e ele tinham um centímetro de diferença, quando o mesmo o tocou na testa com os lábios macios e quentes Jimin olhou sua clavícula marcada, pouco escondida embaixo das roupas brancas finas. Jimin agora era capaz de entender porque branco era a verdadeira cor da Morte: Yoongi de branco parecia tão leve e belo que poderia ser indecente. Quando Yoongi chegou até Hoseok do outro lado da sala, Hoseok sorria lindamente, suas roupas mudando loucamente de vermelho para branco e para azul anil antes de voltar ao verde jade, que era a cor original da Vida. — Achei que minha vez nunca chegaria Yoon. – Cale-se. Como acontecia toda vez que seus núcleos opostos se encontravam, faíscas douradas voaram e o ar mudou drasticamente, quente como uma fornalha, em seguida frio como gelo. Houve aquela pausa incerta, onde todos aguardavam uma explosão que faria a terra voltar a ser um fragmento de poeira no espaço. No meio da sala, sobre o carpete sangue, Hoseok se prostrou de joelhos no chão diante de Yoongi, que pareceu que ia simplesmente demair de susto. Yoongi estava inepto a fazer qualquer coisa naquele momento. Hoseok sorriu um tanto mais: – Yoongi? Yoongi se inclinou, o segurando no rosto com ambas as mãos: – Hum? Hoseok continuo baixinho: – Sabe porque era meu o inferno da gula? Yoongi suspirou: — Porque você é guloso...? Hoseok parecia em êxtase: – Sou faminto! Yoongi se aproximou e tocou a testa de Hoseok com os lábios, lá fora sobre o céu nublado dois raios caíram simultaneamente, formando um x entre si, o resultado do primeiro toque pele a pele da vida e da morte. Enquanto a flor de lótus ganhava forma sob os lábios de Yoongi, Hoseok falou: – Mais a fome que sinto tem tudo a ver com você e nada com comidas. Enquanto abria um portal para cada um deles passar, Yoongi parecia perdido, muitas vezes Sebastian precisando lembra-lo o que fazia anteriormente. Até mesmo seus movimentos pareceram vacilar. Hoseok partiria com Namjoon e depois de pegar a máscara sob a bandeja de ouro ele sorriu e a colocou sobre os olhos, deixando seu nariz perfeito e lábios sedutores a mostra. Jungkook e Taehyung partiriam com Yoongi e Jimin com SeokJin, divididos desta forma Jimin pegou uma máscaras meia face dourada e branca e partiu logo atrás de SeokJin. Para seu espanto eles foram parar novamente em uma floresta, mas essa era verde repleta de flores de todos os tipos e borboletas de todas as cores. Não havia ninguém a vista, portanto ambos andaram lado a lado na grama baixa, mas quase que imediatamente que pisaram em terra, várias figuras coloridas surgiram do céu, da terra e das árvores. Era o reino das fadas. Várias jovens mulheres belas sorriam pra eles, cobrindo seus cabelos com coroas de borboletas ainda vivas. Todas elas falavam ao mesmo tempo, por essa razão era difícil entender com clareza suas palavras. Jimin olhou pra SeokJin antes de tentar falar, mais uma delas o interrompeu: – Adoráveis visitantes, quem vem de lá? SeokJin trocou um olhar com Jimin antes de responder: – Somos ceifadores, estamos aqui procurando por Solo que morreu ontem no fim do dia. A fada quem os perguntou tinha cabelos azuis e sorriu tensa: – Ah, ceifadores, Solo na verdade não deseja os acompanhar. Yoongi certamente não os preparou para isso. Mais SeokJin foi resoluto: – Dificilmente eles querem. No entanto Morte nos mandou até aqui. A fada em nenhum momento tirou o sorriso do rosto: – Se um supremo como ele os ordenou...pedirei que uma de minhas irmãs faça essa tarefa. Enquanto isso por favor se sirvam de nossos doces e a companhia de minhas belas irmãs. Eu sou a mãe de todas e me chamo Azula. Nós fadas vivemos isoladas em nossa casa, trabalhando incansavelmente nos doces. As limitadas visitas que recemos não se demora. Um jovem em especial, tão belo e travesso vem aqui a séculos e nunca olhou para meus filhos e filhas, seria ele homem de outro alguém? Ela não esperou uma resposta e lhes serviu uma cesta de chocolates. Jimin os reconheceu imediatamente, não eram os chocolates incríveis que Taehyung mandava para ele todo ano? Sua mão moveu-se por si mesma, mas parou no último momento. Poderia ser aqui que Taehyung os comprava, mais isso não garantia que aceita-los agora seria seguro, além disso eles destraiam o corpo e a mente. SeokJin também foi encantado pelo cheiro e pensou em come-los antes de Jimin discretamente beliscar sua cintura. SeokJin soltou um grito doloroso e se virou para Jimin, que disse silenciosamente: Não coma! As outras fadas e faes se aproximou, tocando os nos cabelos e sussurrando elogios: "Eles são tão lindos mesmo com máscaras!" "Até mesmo suas máscaras são belas!" "Seus bebês serão belíssimos." "Quem se casará com eles?" "Só dois de nós terá essa sorte!" Eu quero. "Eu também" "Talvez eles montem um harem" "Hihihihihihihi" Enquanto riam e tagaleravam eles fizeram uma pequena trança nos cabelos de Jimin com uma fita vermelha e duas em SeokJin com fita preta. A fada de cabelos azuis pareceu notar que Jimin estava inquieto e tentou lhe tranquilizar: – Eu pedi que a irmã de Solo fizesse tal trabalho, elas são muito unidas pois são irmãs de carne, ela volta logo. Já fazia tempo que minhas irmãs não ficavam tão animadas, elas estão apaixonadas por vocês, tão adoráveis. Jimin agradeceu, mais então ele se deu conta que se Solo não desejava ir com eles sua irmã de carne poderia estar indo avisa-la para fugir. Jimin segurou a mão de SeokJin e correu a toda velocidade seguido a mesma direção que a outra fada fez. As fadas e faes protestaram indignados: – "Voltem, casem com um de nós por favor!" "Ou todos nós hehehehehehe." Jin mesmo confuso seguiu em silêncio, louco para livra-se dos olhares de fascínio no rosto das fadas assim como Jimin. Ambos correram seguindo a luz opaca que as almas deixavam como um rastro: desta forma eles poderiam encontrar Solo ou qualquer alma sem dificuldades, no entanto ainda havia muito trabalho a fazer antes do por do sol, o tempo não deveria ser desperdiçado. Desviando de fadas apaixonadas e árvores no caminho eles correram sem pausa para fôlego. A pequena trança no lado esquerdo do cabelo de Jimin batia incansavelmente em seu pescoço, a fita vermelha o seguindo de perto enquanto seus cabelos loiros se agitavam, livres como o vento. Finalmente eles se viram num vasto campo repleto de casas construídas em trocos de árvores, naquele exato momento o vestido amarelo da fada que saiu mais cedo sumiu no troco da dessima árvore da fila. Eles não entraram, esperando em silêncio atrás da terceira árvore da mesma fila. Não muito depois a fada de amarelo saiu na frente, logo depois a alma a seguiu, seu corpo emanando a luz opaca do mortos. Mais Solo era um fae e não uma fada. Seus cabelos rosa intenso e roupas de couro verde, ele era tão alto quanto SeokJin e notou os dois escondidos ali imediatamente. Jimin estava pronto para uma perseguição, mais Solo puxou da cintura uma espada de lâmina verde e cabo marrom, bonita mas mortal. Jin não pôde evitar dizer: – Eu esperava ter que convencer um obeso de vinte cinco anos que ele morreu porque comia loucamente, não ter que enfrentar um fae sanguinário com uma lâmina mortal! Jimin perguntou enquanto segurava o riso: – Devemos correr em fuga? SeokJin também riu: – Se eu estivesse sozinho certamente já estaria bem longe. Juntos eles saíram detrás da árvore. Jin puxando a espada que Astaroth lhe presenteou no Reino da vaidade. Jimin invocando magia azul na palma da mão. O fae correu como um raio, encerrando a distância considerável entre eles com um movimento de espada. A mesma passou raspando em Jimin que saltou pra trás com uma giro. Ela veio fatiando tudo num raio de quilômetros. SeokJin reagiu tão rápido quanto e ambas as espadas se encontram no ar com um impacto forte. SeokJin o chutou no peito com o pé direito e girou a espada, o fae escapou a tempo de virar dois mais uma parte de seu cabelo rosa foi cortado como lama. Quando as mechas rosa voaram no céu elas morreram como uma planta seca e os olhos de Solo se arregalaram. Jimin parou em estupor, afinal a poucos dias atrás Jin m*l conseguiria segurar uma espada como aquela. Ao sentir o poder de SeokJin o fae recuou, mas Jin o seguiu, brandindo a espada de lâmina transparente e cabo rosa, Jimin não pôde ver os desenhos que a compunha pois os movimentos de SeokJin eram quase imperceptíveis. Quando se deu conta da situação a espada verde de Solo cantava presa contra uma árvore enquanto a de SeokJin era pressionada no pescoço do fae. Solo gritou assustado: – Sim sim, não lutarei contra! Jin pareceu tão supreso com sua ações quanto satisfeito: – Ótimo, não sei se posso fazer isso tão bem novamente. Jimin aplaudiu com vigor e disse com toda sinceridade: – Incrível incrível, você é o melhor! Todo o ar de guerreiro de Jin desapareceu e por baixo da bela máscara rosa ele corou: – Vamos leva-lo. Jimin não disse nada, cabia a ele entre a dupla invocar o véu.. Yoongi explicou que ele usaria sua magia e o dom de ceifador para forçar Solo a abrir o veu querendo ou não. Ele apenas apontou para Solo e ordenou: – Através dessa alma errante, eu abro agora o véu da morte. A alma do fae foi jogada para trás e de seus orifícios uma luz branca escapou enquanto abaixo de seus pés seu destino era aberto. A luz se alongou o suficiente para a alma e os cefeiros. Para os dois a viagem era uma rápida brisa de vento, para Solo era um desconfortável puxão de todos os lados. Quando tudo se acalmou Jimin não reconheceu de imediato o lugar onde estavam, mais após um breve olhar ele reconheceu o ar quase humano. Submundo. Solo foi guiado pela luz branca até uma majestosa tenda vermelha, guardada por guardas descarnados com lanças afiadas. Naquele momento uma mulher saiu sorrindo acompanha por outro guarda em roupas vermelhas, seguida dela um homem foi arrastado por outros dois guardas aos berros. Claramente o primeiro deles iria para os campos Elísios e o outro para os campos da punição. SeokJin olhou para Jimin: – Para onde será que o fae louco vai? Jimin suspirou: – Eu adoraria saber. – O que tem na tenda? Jimin pensou um momento então respondeu o que se lembrava: – Os três juizes do submundo estão lá dentro e vão julga-lo. As vezes o próprio Hades assiste os julgamentos. Segundo as histórias que Morad conta para mim. SeokJin pareceu se lembrar de algo: – Minos é um dos juizes, ele trabalha no inferno também. Mais não conheço os outros. – São os irmãos dele. Aiacos e Radamanthys. Todos filhos de Zeus. – Zeus tem tantos filhos que as vezes eu penso que até eu sou filho dele. Jimin sorriu, então comentou timidamente: – Taehyung nos mataria só de saber que estivemos aqui, mas eu adoraria ir até lá ver como é o julgamento. – Yoongi mataria nós dois. Jimin sugeriu: – Se ele soubesse... SeokJin completou: – Mais se não soubesse... Lado a lado Jimin e SeokJin seguiram o fae, que só voltou a si dentro da tenda. Lá dentro ela se parecia muito mais com um palácio exuberante com barris de vinho e frutas frescas. Três cadeiras altas estavam dispostas no centro da tenda com uma distância notável entre elas. No centro um homem forte com chifres dourados vestido unicamente com uma saia branca olhava a alma que acabara de entrar; Minos, Estrela Celeste da Nobreza, era sua a decisão final no julgamento. Do lado direito estava um homem de branco com barba branca exuberante e corpo torneado vestido em uma túnica grega; Aiacos, Estrela Celeste do Heroísmo. Radamanthys, Estrela Celeste da Fúria estava no trono a esquerda, ele se parecia muito com Minos, mas seu rosto era um tanto mais rígido e sua barba mais longa. Cada um dos três eram normalmente responsáveis por almas de determinados locais, mais Solo não era europeu, asiático ou africano, sendo assim os três os julgariam. Minos descansou o braço sob o trono e apoiou o queixo sob a mão, ele olhou Solo por um longo momento, seus olhos afiados como facas e sobrancelhas grossas: – Solo filho de Azula rainha das fadas, você está atrasado, seu julgamento deveria ter acontecido ontem. Toda fúria louca de Solo já não existia: – Não sei o que aconteceu meu senhor. Minos suspirou: – Não sabe o que aconteceu ontem, mas hoje não fugistes dos ceifadores? Embora vivesse entre submundo e inferno Minos era muito informado sobre o que acontecia lá fora, Solo não poderia engana-lo e notado isso ele ficou notavelmente nervoso: – Eu lamento, a ideia da morte apenas me assustou. Aiacos se manifestou e sua voz era tão intensa quanto a de Namjoon: – Medo da morte, eu me pergunto porque, se você visse o supremo da morte a aceitaria de bom grado. Silenciosamente Jimin concordou, pois Yoongi era lindo como um boneco de porcelana. Lentamente Aiacos leu os pecados de Solo: – Trezentos humanos mortos por sua espada, a maioria mulheres inocentes. Quatorze membros da sua família mortos por sua espada, sendo doze deles fadas. Você tem alguma objeção? Solo olhou nevorsamete para todos os lados e ao notar que não teria ajuda ele respondeu: – Sem objeção. Aiacos acenou e deu sua sentença: – Tártaro. Radamanthys concordou: – Tártaro. Restava então Minos dar a sentença final, se ele discordasse um novo castigo deveria ser aplicado. Minos, todavia, olhou pra Solo como desprezo pingando por seus olhos: – Tártaro. Todos os dias você será apunhalado cinco mil vezes pelas mulheres que matou e então seu corpo será restaurado para passar pelo mesmo castigo pelo rosto da eternidade. Leve-no. Solo era rápido com a espada mais não era tão inteligente, já que só notou que fora condenado quando dois guardas entraram na tenda e o segurou pelo braço, o levando para fora sem dificuldades apesar de sua relutância. Jimin se deu por satisfeito e junto com SeokJin deu a volta para sair da tenda. Mais nesse momento Radamanthys perguntou: – Ambos os dois, quem são? Jimin parou com a mão na tenda e olhou SeokJin que devolveu seu olhar com o rosto cheio de lamúria silenciosa. Jimin se virou primeiro. – Ceifadores, humildes ceifadores. Minos se inclinou no trono: – Nunca vi um ceifador entrar em nossa tenda. Surpreendentemente Jimin não sentiu medo e respondeu tranquilamente: – Somos novos, Morte nos deu permissão para olhar um pouco. O rosto de Minos era vazio naquele momento, então era difícil saber o que ele pensava, embora Jimin sentisse que ele não estava nenhum pouco convencido. De fato Minos falou: – Verdade? Morte já foi mais rígido, é a primeira vez que ele permite algo assim. Jimin apenas disse: — Você o conhece pouco. – Estar certo, mais uma coisa todos sabem. Morte não abençoa ceifadores vivos, e ambos vocês dois estão vivos. Ao seu lado Jimin viu o pombo de Adão de SeokJin subir e descer. Aquilo foi de m*l a pior, caso suas identidades fossem reveladas sua ligação com Taehyung também seria, o que seria mais um problema entre Hades e Taehyung. Caso Hades não os matasse Taehyung e Yoongi certamente faria. Sem se alterar Radamanthys perguntou: – São espiões? A quem vocês servem? SeokJin respondeu desta vez, sua voz inexpugnável: – Não somos espiões, servimos a Morte. Radamanthys parecia bastante falante agora para infelicidade de Jimin e Jin: – A bênção da Morte não alcança vivos, apenas os vivos com força superior. Para quem reportam? Jimin estava ficando levemente impaciente. – Reportamos a Morte. Minos apontou o dedo indicador para eles e disse: – Sim, mais pediremos que fiquem mais um pouco, logo Hades estará aqui. Nenhum palavra foi trocada entre Jimin e Jin, ambos se olharam em silêncio e então desataram a correr para fora da tenda. Não importa o quê, Hades não poderia vê-los; sem a máscara e com a fofoca tão bem produzida do inferno ele os reconheceria de imediato. Mais talvez Minos prevesse sua tentativa de fuga, porque do lado de fora da tenda mais de cinquenta guardas apontavam para eles suas lanças afiadas. Agora mais perto Jimin notou que em determinadas áreas do seu corpo os ossos estavam a mostra e a grande maioria tinha a carne do rosto, braços e pernas em estado de decomposição. Eram cadáveres. Minos e seus irmãos deixaram os tronos para trás e saíram da tenda, ordenando aos cadáveres: – Peguem-nos, Hades vai querer ve-los pessoalmente. Imediatamente eles avançaram para eles. Jin puxou pela segunda vez sua espada, seu corpo enriste. Desta vez Jimin viu a mudança de perto. Seus olhos castanhos escuros normalmente sabidos, inteligentes e debochados ganhou um tom gelado e duro. Seus lábios fartos se fecharam em um silêncio tastico e seu corpo magro vestido em calça e blusa branca se preparou para batalha. Com a sede violenta do Rio estige ainda fervendo em seu corpo e as habilidades pouco usadas SeokJin se tornará outro, totalmente pronto para uma batalha de dias a fio sem pausas. Naquele momento ele revelava uma beleza agressiva nunca vista antes. Com suas roupas brancas leves e sua espada rosa sanguinária SeokJin dançou como um pássaro pelos mortos, cortando e cortando como um verdadeiro guerreiro. Os cadáveres eram relativamente fáceis de derrotar, seus corpos desmontavam com facilidade, mais eles eram rápidos para um morto e trabalhavam em equipe, avançando sem pausa e atacando nas áreas desprotegidas de Jin. Jimin não defendeu a si mesmo, ao invés disso ele parou atrás de SeokJin lançando feitiços para todos os lados e visando proteger o abdômen de SeokJin e as costas do mesmo. Mesmo que nenhum dos dois pudesse morrer, ainda podiam sentir dor. Trabalhando como um, os dois foram abrindo caminho, Jin cortando e Jimin queimando, explosões e cortes para todo lado eles avançaram com tudo, totalmente imparável. Contudo, o número de cadáveres no submundo deveria ser infinito, Minos logo chamou mais cem para substituir os cinquenta derrubados, além disso os mortos não podiam morrer de novo e logo se ergueriam novamente. E nenhum dos dois tinha experiência com situações semelhantes. Com esse novo número avançando Jimin não pôde mais proteger todos os lados de SeokJin, então ele deu as costas ao mesmo, atacando com feitiços de fogo para todos os lados, mais ainda colado a SeokJin. Jimin tinha acabado de jogar um feitiço para petrificar quando Jin o puxou pela nuca para baixo, imediatamente depois uma lança passou no lugar onde estavam suas cabeças. Esse momento de distração foi o suficiente para um número grande de cadáveres se aproximar e ambos foram obrigados a se afastar. Jimin não tinha forjado sua própria arma, então qualquer uma que ele usasse não teria um terço da força que sua arma ideal teria, mais não havia tempo para isso então ele projetou duas lâminas de punho. Quando outra lança voou para SeokJin Jimin a cortou em duas, antes de girar acertando um chute no cadáver que desmontou em vários pedaços de ossos e carne podre. Girando e cortando Jimin m*l reconheceu os movimentos agressivos que fez. Mesmo com o robe longo que cobria seu corpo ele não encontrou dificuldades nos saltos e giros seguidos de cortes duplos. A pequena trança feita em seu cabelo mais cedo ainda batia em seu pescoço sensível, então ele a jogou para cima, segurando com a ponta dos lábios enquanto girava com os braços formando um x, dividindo em dois cinco cadáveres de uma vez e finalizando com um movimento da sobrancelha direta, que fez dois cadáveres explodirem em uma chuva de ossos e carne podre. Orgulhoso SeokJin se virou para lhe soltar uma piscadela, que foi tempo o suficiente para uma lâmina chegar a centímetros do seu pescoço delicado. A cena pareceu acontecer muito lentamente nos olhos de Jimin e no momento de desespero a trança lhe escapou dos lábios seguido de um grito: — Pare! Imediatamente a lança parou a centímetros da artéria de SeokJin. Todos os mortos pararam como se tivessem perdido o domínio de Minos sobre eles. Jimin ficou aturdido e SeokJin olhou para ele em um misto de choque e gratidão. Mais Jimin ainda fitava a mão que segurava a lança que esteve a um mísero centímetro de Jin. Aquela mão era totalmente desprovida de carne, o que lembrou a Jimin uma situação muito semelhante. Quando ele encontrou a bela pedra azul no lugar onde Taehyung caiu, uma mão esquelética a segurava, ela não obedeceu a ordem de Jimin exatamente como aqueles cadáveres acabou de fazer? Para ter absoluta certeza do que aconteceu Jimin ordenou aos cadáveres: – Se afastem dele. Eles de fato se afastaram de SeokJin, seus olhos tornaram-se vítreos, e eles olhou Jimin de modo submisso, em estado de adoração. Minos achou que isso tinha ido longe demais, saindo do estado de estupor ele gritou: – O que estão fazendo? Peguem-nos! Mais nenhum dos cadáveres pareceram ouvi-lo. Jimin guardou as armas e gritou enquanto pegava a mão de SeokJin: – Segurem os três juizes até que eu saia! —Sem esperar para ver se o terceiro comando seria atendido Jimin abriu com a mão livre um portal e o atravessou carregando Jin consigo. Assim que se viu de volta na floresta Nefasta Jimin soltou a mão de SeokJin e desabou no chão como um morto. SeokJin sentou-se ao seu lado, ele esperou Jimin respirar um momento antes de perguntar: – O que p***a acabou de acontecer? Jimin o repreendeu: – Pare com a boca suja ou vai comecar soltar palavrões na frente de Jungkook sem querer. Eles se olharam em silêncio e no momento seguinte desataram a rir.
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