Os cavaleiros do apocalipse

3069 Palavras
Com o sorriso de Taehyung várias luzes amarelas no porta-archote em formato de tocha se ascenderam e a sala se iluminou. Embora a parte exterior da casa estivesse em um estado avançado de deterioração, a parte interna estava intacta e bem conservada, não havia rastros de poeira, alguém limpava o lugar com frequência ou Taehyung usou seus poderes para concerva-lo. O lugar era uma tumba ou mausoléu com paredes vermelhas, suntuoso se não fosse o buraco que parecia uma cratera no fim do salão. Tudo estava no mais completo silêncio, nem mesmo o fogo crepitava, qualquer um poderia achar que os quatro caixões estavam vazios. Taehyung os avaliou com cautela, então sussurrou para si mesmo enquanto vagava de um caixão para o outro: "Vi um cavalo descorado. O que estava montado nele tinha o nome de Morte, e a Sepultura o seguia de perto. Foi-lhes dada autoridade sobre um quarto da terra, para matar com uma longa espada, com fome, com praga mortífera e com as feras da terra. Vi um cavalo preto. O que estava montado nele tinha uma balança na mão. Ouvi o que parecia ser uma voz no meio das quatro criaturas viventes, dizendo: ‘Um litro de trigo por um denário e três litros de cevada por um denário. E não faça dano ao azeite e ao vinho. Esse cavaleiro representa a fome." E saiu outro cavalo, um cor de fogo. Ao que estava montado nele foi concedido tirar a paz da terra, para que os homens matassem uns aos outros, e lhe foi dada uma grande espada. Esse cavaleiro representa guerras. " Ninguém além de Taehyung conheceu os quatro cavaleiros, sendo assim não havia quem pudesse explicar a relação do arcanjo renegado com as quatro calamidades, mais a julgar pelo seu olhar quase terno, eles não eram inimigos. Namjoon já tinha a varinha em mãos quando concluiu o óbvio. — Nunca teve a intenção de destrui-los, você mentiu Taehyung. – Está enganado Namjuni. Eu nunca disse quais eram minhas intenções. Isso te surpreende? – Preferi acreditar que veio pelo Jimin. – Se eu não quisesse vir, não deixaria Jimin está aqui, é simples. – E qual seu plano? Nós matar? Taehyung olhou para Namjoon supreso, então rompeu em uma risada violenta – Hahahahahahahahaha — Ele riu até que seus cílios estivessem úmidos. – Pelos fogos do inferno Namjoon, que motivos eu teria para isso? – Não tem como prever o que você pensa, você manipula tudo, contorna todas as situações. – Você me conhece bem, todavia, eu não meti, desta vez, pelo menos. – Você omitiu suas reais intenções e nos fez correr até aqui apenas para que você protega essas quatro aberrações! O riso de Taehyung foi apagado tão rápido quanto a luz. – Detalhes, apenas detalhes. — Seus dedos longos e pálidos correram pelo caixão preto e ele segurou a pequena balança, seus olhos pareciam perdidos em reminiscências. Era um mistério a razão dos quatro caixões, afinal os quatro cavaleiros não tinham um corpo físico a bastante tempo. Namjoon parecia cauteloso quando disse: — Pode não se importar com o que a bíblia diz, mais não pode negar o perigo que os quatro representa. Só precisa sair daqui e eu farei o necessário. Taehyung não deu um passo para longe. – Quer que eu saia para não ver você mata-los? Que tocante, você é mesmo atencioso Namjoon. – Matar não é a palavra certa, eles são uma ameaça, um infortúnio, uma praga e uma maldição. – Você fala igualzinho a meu irmão. Miguel. Eles não são mais uma ameaça uma vez que eu os suprimir nesses caixões e cada centrimetro dessa sala foi selado com mercúrio e um pouco do meu sangue. – Isso não impediu que eles começassem a se agitar, eles estão ficando instáveis e você sabe disso. – Eu fiquei tempo demais longe e não pude ajudar a suprimir a energia deles, eu estou aqui agora. Quando o céu ordenou o fim dos cavaleiros Taehyung lhes arrancou o corpo, tornado seus poderes maliciosos impossível de sentir, desta forma o céu não saberia que ele não os matou de fato mais que os escondeu e protegeu. – Porquê você se importa se eles vivem ou morrem? Antes que Taehyung respondesse às luzes no porta-achote se apagaram e as paredes do mausoléu estremeceu, uma luz branca intesa vazou por baixo da porta. Taehyung asceneu novamente as chamas com um movimento simples, seus olhos na porta fechada. Jungkook arregalou os olhos. – Um arcanjo. Taehyung esclareceu. – Miguel, para ser exato. Seokjin não pôde evitar gritar: – Miguel, aquele Miguel? Sim, Miguel o anjo que lutou com sua espada flamejante contra Lúcifer. O Miguel que expulsou Lúcifer. Taehyung não parecia preocupado, e olhou vagamente para os quatros caixões a fim de ver se o terremoto não os danificou. As portas estremeceram mais resistiu, no entanto, estava claro que ela não suportaria a tentativa do arcanjo de entrar. – Eu não acho que ele esteja aqui para um reunião emocionante de família. – Miguel aqui não deve ser um bom sinal. — Assim que falou isso, Jungkook percebeu que suas palavras poderiam ter sido m*l interpretadas e se corrigiu – A situação deve ser mesmo seria ou ele não viria. – Se ele não sabia dos quatro cavaleiros, agora sabe... — Seokjin parecia indeciso entre fechar ou não os olhos, ele era imune a luz intesa dos anjos que queimava humanos de dentro pra fora, mais nunca se encontrou com um arcanjo. Namjoon se moveu silenciosamente, ficando na frente de Seokjin, acidentalmente ou não. As portas se romperiam a qualquer momento, no entanto a luz lá fora diminuiu e o terremoto parou. Nenhum dos sete baixou a guarda no entanto, ninguém estava armado mais todos pareciam prontos para lutar com os punhos. De repente o rosto de Taehyung ficou sombrio, seus olhos vermelhos maliciosos, a palma de sua mão esquerda se abriu e dela surgiu lentamente uma espada cor de sangue. A arma era estonteante, seu cabo ardonado em Cruz e a bainha com desenhos entrelaçados, um cervo com galhada gigante desenhado tão detalhadamente que parecia estar vivo. A espada fora criada de seu próprio sangue. Ele caminhou rapidamente, ficando na frente de Jimin. – O bastardo está aqui. — Não era necessário mais explicação, apenas uma pessoa era chamada de bastardo por Taehyung. Do outro lado da porta Miguel e Hades trocavam comprimentos ou ofencas, em todo caso, houve silêncio por um tempo. Com ambos aqui a situação não era promissora. Taehyung parecia impaciente e ordenou as porta que se abrissem. Uma figura deu um passo a frente enquanto a luz angelical gradualmente voltava para dentro de si. Miguel tinha cabelos quase tão longos quanto os de Taehyung e quase tão dourado quanto o de Jimin. Seus rosto era firme, maxilar marcado e nariz pequeno, seus lábios eram fartos e os olhos azuis. Ao seu lado um homem de vestes pretas, ele tinha um rosto maduro, com nariz fino e sobrancelhas grossas, mais seus olhos eram vivaz e de um preto luminoso, levemente famíliar. Ambos tinham dois metros de altura e corpo firme, mais enquanto um exalava perversão o outro exalava determinação. A voz de Miguel era mecânica, como se não fosse ele quem estivesse falando ou ele não pudesse sentir emoções em suas palavras. – Vida, Natureza, irmão Jungkook, senhor Seokjin e Morte, é uma honra reve-los e conhece-los. Taehyung não permitiu a ninguém responder antes de suspirar. — Miguel, Miguelzinho, você transborda tanta emoção que me arrepia. Mudando para língua dos anjos, Miguel respondeu: – Você mentiu irmão. – Assim você me ofende, eu nunca mentiria para você. – Eu te ordenei a séculos à garantir que os quatro cavaleiros fosse contido, e tu os escondeu ao invés disso. – Sim, sim. E eu concordei, mas conter e matar tem significados diferentes. – Sabia o que eu queria dizer. – Oh, eu sabia? – Manipulando e mentindo, foi sempre assim, eu temo não poder salva-lo. – Você não pôde me salvar antes Miguel, e não fará agora. Por vários minutos um silêncio tástico se seguiu, os olhos de peixe morto de Miguel em Taehyung e os olhos maliciosos de Taehyung vagando entre o arcanjo e Hades. Por fim Taehyung forçou um sorriso. – Hades, é realmente uma honra reve-lo. Soube que tem estado ocupado, as tarefas no submundo parecem exaustivas. – Em imenso prazer reve-lo, embora não tão cedo, o submundo estava selado para você até agora a pouco. Mais estou um pouco distraído, afinal mais cedo o submundo foi invadido e eu só notei muito tarde. Nesse momento um Seokjin de orelhas coradas, se encolheu atrás do corpo firme de Namjoon. A educação deles era real, mais os elogios trabordavam desdém o suficiente pra encher está sala e os sorrisos eram mais falsos que notas de três reais. – Oh, eu nem notei, que indelicadeza. Mais devo admitir, sua magia de proteção é útil. – Não superou sua inteligência, você trouxe com você um sangue puro e usou a energia de seus amigos para camuflar a sua própria. – Em termos de audácia, é difícil superar. Namjoon olhou para Taehyung e se a situação não estivesse complicada ele teria acusado: "então foi por isso que não sabotou nossa viagem e até meio que ajudou." Mais se Taehyung notou o olhar, ignorou. Por ser a representação do que era correto e honrado, Namjoon naturalmente desaprovava totalmente e abertamente as escolhas orgulhosas e cruéis de Taehyung. Embora natureza e demônio nunca tenham se desentendido, o olhar desconfiado de Namjoon para com Taehyung estava sempre lá, afiado como facas. Durante toda trajetória até o oitavo reino do inferno ele esperou o momento que Taehyung finalmente revelaria seu plano diabólico de dominação mundial. De fato, Taehyung estava agora defendendo os quatro cavaleiros tanto de Namjoon quanto de Hades e Miguel. Ninguém do reino imortal se importava com as profecias da bíblia sobre os quatro cavaleiros do apocalipse, porque quando tal dia chegasse, vampiro, fadas, Vida, lobos, sátiros e toda criatura imortal não seria afetadas. Os quatro cavaleiros do apocalipse galopariam pela terra ceifando a vida dos mortais, e apenas. Mais Namjoon se importava. Mesmo com as ações desprezíveis da humanidade não cabia a eles a decisão, se o fim do mundo pudesse ser interrompido então Namjoon faria o possível. Naturalmente, Hades também não caiu em seu gosto, e no presente momento Namjoon escolheu apoiar Taehyung caso uma batalha fosse travada. Um m*l conhecido era melhor que um desconhecido. Portanto ele permaneceu em silêncio. Segundo as fofocas do inferno, ouve um tempo que Hades e Taehyung se davam bastante bem, chegando a quase ser amigos. Mais então em um momento de fúria, Hades brandiu sua espada terrível tentando cortar Taehyung ao meio e a guerra começou. Primeira com trapaças e tentativas sujas de assassinato. Um envenenamento ali, uma cobra mutante extremamente venenosa aqui, facas e espadas agindo sozinhas de um lado, mercenários dos reinos mais baixos contratados do outro. Então finalmente eles partiram para algo mais direto e menos educado: seu confronto sanguinário no Reino onde Taehyung caiu foi chamado de guerra dos mortos ou guerra caída. A razão por trás da guerra, era de conhecimento apenas de ambos os reis. Mais era previsível, dois reis que dividiam o mesmo povo e com territórios vizinhos não podiam ser relacionar bem. O silêncio foi finalmente quebrado quando a voz polida e artificial de Miguel soou. – Me perdoe a intromissão, mais desejo continuar com meu irmão rei do submundo. O olhar de Miguel deixou o deus furioso. – Suas conversas duram a quanto tempo? Suas tentativas de conversar com este demônio são ridículas! Miguel e Taehyung não eram diferentes, ambos frios quanto geleiras e exalando desdém e indiferença. – Agradeço a preocupação. – Você não pôde mudar o que ele quer nem pode negar pra sempre. Seu irmão não pôde ser salvo antes e não será agora. Quando as chamas amarelas refletiram o rosto de Miguel, ele parecia com seu irmão, ambos os rostos esculpidos em mármore frio. – Me permita perguntar o que você sabe Hades? O Olimpo ler a bíblia ou soube por fofocas? Acha que uns anos de amizade com Taehyung e conhece ele tão bem quanto eu, seu irmão? Perdoe a indelicadeza, mas este ainda é um assunto de família. O rosto de Taehyung empalideceu de choque e descrença, era a primeira vez que Miguel o defendia, assim como era a primeira vez que sua voz mostrava irritação e a primeira vez que ele deixou de lado sua educação. Quando Taehyung tentou de forma tirânica dominar o céu, Miguel liderou o exército contra Lúcifer, com sua espada mortífera. Mais antes ele tentou persuadir seu irmão a voltar a pensar sensatamente, apenas quando nada funcionou a batalha teve início. Miguel não odiava Lúcifer, traindo a crença de todos de Lúcifer contra os anjos e Taehyung não odiava Miguel, no fim das contas os arcanjo era uma marionete. Todavia, Taehyung logo forçou um sorriso e bateu palmas. – Oh, não briguem por mim concubinos, tem espaço no harem para todos. Miguel se voltou para Taehyung – Estou aqui porque suas criações são uma ameaça, e peço novamente que obedeça desta vez. – Eles são quatros adolescentes. – Fisicamente. – Quando fui obrigado a conter seus poderes, eles eram muito jovens, m*l tendo quinhentos anos, eles sequer sabia porque carregavam o título de infortúnio. – Ainda são um erro, uma falha. – Oh, eu entendo. Eles são diferentes, assim como eu. Claro que a intenção do céu não seria outra se não derruba-los. – ... Hades bateu enquanto o ferro estava quente – De quê serve o conhecimento sem o sentimento? Taehyung é pai e mãe dessas quatros calamidades, ele está aqui porque não tem a menor intenção de machuca-los. Seokjin não pôde evitar gritar: – Espera...o quê?! – Pai e mãe, Taehyung, não entendo. – Eu não sabia que isso era possível... –Talvez seja maneira de falar. – Que estranho. – Isso explica muito mas não explica nada. Hades sorriu bastante satisfeito e contou alegremente: Em seus primeiros séculos de reinando seu poder crescia e era estável, muitas vezes seu corpo era obrigado a se livrar da magia mais na maioria das vezes precisava absorver. A primeira magia que ele absorveu se acasalou com a vingança, ganância, inveja e maldade em sua alma. Ele não sabia até meses depois, quando uma névoa n***a saiu dos seus poros, com quatro adultos em pé no meio dela. – Eu não sabia que você guardava tantos detalhes Hades, desta forma quase pode brigar com Azazel pelo título de fã número um. — Quem é seu fã?! Os olhos de Taehyung vagavam entre Hades, Miguel e os quatro caixões, quase imperceptível, e Jimin notou isso, notou sua preocupação. Se Taehyung se importava com os quatro cavaleiros ao ponto de protege-los e guardar seus núcleos atenciosamente em quatro caixões, então eles eram igualmente importantes pra Jimin. Foi pensando nisso que ele deu vários passos para trás, se aproveitando da distração e de seus passos leves como a brisa mais gentil. Ele não dominava os quatro elementos como Namjoon, mais sabia que seus espíritos podiam ouvir e atender pedidos, como os deuses. A madeira do caixão estava ligada ao elemento terra, e foi com ele em mente que Jimin estendeu os braços apontando nas duas direções diferentes e susurrou tão baixo quanto um pensamento. "Abra" Concentrando na energia no ar, Jimin agitou suas mãos e os quatro caixões tremeram, como um terremoto embora tudo com exceção dos caixões estivesse calmo. Os artefatos pertencentes às quatro calamidades se agitaram como se prevesse o sono interrompido de seus meste. A espada de guerra se ergueu por si mesma, apontado pra o céu e brilhando perigosamente, era possível ouvir os gritos de desespero das almas ceifadas pelas guerras e batalhas tanto do mundo mortal quanto no imortal. O rosto sempre maliciosamente astuto de Taehyung pareceu perder a cor, ao mesmo tempo que a balança se apoiava sozinha: nada para pensar, mais ela ainda subia e descia lentamente. De repente uma flecha dourada voou, passando de raspão no rosto de Jungkook, um suspiro escapando de seu lábio enquanto os fios dos cabelos dançavam com a brisa que a flecha deixou. O arco atirou sozinho. A morte parecia tranquila e seu tridente não moveu-se para atacar ninguém, embora uma energia pesada emanasse dele. Miguel alertou, sua mão já no cabo da espada: – O quê você está fazendo irmão? – Você adoraria que fosse eu. Jimin caminhou de costas, escondendo as mãos atrás das costas e ainda direcionadas aos caixões. Taehyung os havia selado com um feitiço poderoso e o mesmo lutava contra a ordem, mais Jimin persistiu porque sabia que Taehyung não queria que os quatro cavaleiros fosse parar nas mãos justas de Miguel. Ordem e feitiço lutaram implacavelmente e os caixões tremiam e rugia no meio do mausoléu solitário. Mais os quatro cavaleiros queriam sair, lutando desta forma com Jimin contra o feitiço de Taehyung. As tampas não resistiram e com um estrondo os caixões explodiram em milhares de pedaços que voaram pelo mausoléu, causando um som oco. Hoseok e Namjoon se apressaram em proteger Seokjin e Jungkook dos fragmentos, enquanto a mão esquerda de Taehyung tateava o ar buscando por Jimin. Ao não encontrar o rosto do demônio tremeu em fúria. Os núcleos voaram pedidos, tanto tempo em uma caixão causava confusão e os vários poderes na sala era sufocante. Taehyung alertou: – Eles estão procurando hospedeiros, mantenham corpo e alma protegidos. Taehyung sempre disse a Jimin que ele poderia manter qualquer coisa longe de si mantendo mente e corpo fechadas. Foi lembrando disso que Jimin abaixou quaisquer barreiras que protegiam a si mesmo e se expôs. Taehyung se virou nesse momento e com um único olhar entendeu tudo. – Jimin!!! – Taehyung... Ao notar um corpo poderoso e desprotegido, os núcleos voaram pela sala como a luz, carregando seus artefatos sagrados. Jimin hesitou por um momento, e esquecendo da cratera no chão, continuou a caminhar lentamente; a última coisa que viu foi uma luz forte que eclodiu no mausoléu. Seu pé pisou em falso na cratera e seu corpo caiu na escuridão desconhecia enquanto uma luz azul circulava pelas sua veias até se tornarem douradas como o amanhecer e seu sentimentos uma vez calmo e tranquila explodiu como dinamites.
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