Capítulo 12

1641 Palavras
Dias depois Gabriel estava animado com a ideia de passar o dia em casa com Aly. Desde que Aly começou a cuidar dele, os dias em casa se tornaram cheios de risadas e brincadeiras. Naquela manhã, eles haviam feito panquecas juntos e assistido a um filme de animação favorito de Gabriel. — Você gostou do filme, Gabriel?— Aly perguntou enquanto recolhia os pratos da mesa. — Sim, Aly! Foi muito legal ver com você.— respondeu Gabriel, com um sorriso radiante. — Que bom, eu fico feliz por isso.— Aly fala sorrindo, mesmo que ela sempre pensasse em seu filho que perdeu se sentia muito bem ao lado de Gabriel, era como se ambos se completasse de alguma forma. Depois do almoço, eles foram para o jardim e brincaram de pega-pega por um tempo. Gabriel então teve uma ideia. — Aly, posso te pedir uma coisa?— Gabriel perguntou, com um olhar cheio de expectativa. — Claro, Gabriel, o que você quer? Se eu puder te dá — Aly respondeu, curiosa para saber o que o Garoto iria pedir — Eu queria ir andar de skate com meus novos amigos agora a tarde, aproveitar que eles estão na praça não muito longe daqui. Posso ir , por favor?— Gabriel perguntou, com os olhos brilhando em expectativa Aly hesitou por um momento. Ela sabia que Gabriel estava ansioso para se juntar aos seus amigos e andar de skate. Mas ela também tinha suas preocupações. Além de se preocupar com o bem estar dele, tinha César também que estava super protetor com o filho, e ela é apenas a namorada dele e considera Gabriel como se fosse o seu filho, mais infelizmente não pode sair tomando decisões sozinha referentes esse assunto. — Gabriel, você se lembra do que conversamos sobre segurança no skate, certo? E você vai tomar cuidado com seus amigos?_ Aly perguntou, tentando garantir que ele estivesse ciente dos cuidados necessários. — Sim, Aly, eu prometo! Vou usar capacete e joelheiras, e vamos tomar cuidado.— respondeu Gabriel, com uma expressão séria. Aly sorriu, vendo o compromisso de Gabriel em se cuidar. — Está bem, Gabriel. Você pode ir, mas só por algumas horas, está bem? E me ligue se precisar de alguma coisa— disse Aly, finalmente cedendo. — Obrigado, Aly! Você é a melhor!" Gabriel pulou de alegria e abraçou Aly com força, o que fez o coração de Aly palpitar de alegria. Enquanto Gabriel se preparava para sair, Aly olhou para ele com um misto de orgulho e preocupação. Ela sabia que César poderia não gostar da ideia quando chegasse em casa, mas decidiu que era importante para Gabriel se divertir e fazer amigos. — tchau Aly — Tchau Gabriel, tome cuidado lá _ pode deixar, eu irei. — Ele acena uma última vez para Aly e sai de casa e Aly decidi preparar alguma coisa para comer e cuidar das coisas do trabalho. (...) Horas depois, quando César finalmente chegou em casa, encontrou Aly na cozinha, terminando de preparar o jantar. — Oi, amor. Como foi o seu dia com o Gabriel?— César perguntou, beijando Aly suavemente e ela corresponde — A gente se divertiu bastante. — Que bom, fico muito feliz que vocês estão se dando bem, — César fala tirando o paletó e folga a gravata. — É muito bom… mais eu fiz algo que talvez você não goste _ O que foi? _ Então, o Gabriel estava muito ansioso para ir andar de skate com os amigos novos que eles fez aqui— respondeu Aly, com um sorriso tímido e César olhou para ela por um momento, parecendo surpreso. — Ele foi andar de skate? Você deixou?— ele perguntou, com uma expressão séria. Aly respirou fundo, sabendo que precisava explicar sua decisão a César. — Eu sei que você pode não concordar, mas achei que seria bom para ele. Gabriel prometeu que tomaria cuidado, e ele estava tão feliz que eu não tive como resistir, apesar que eu não sou a mãe dele para ter autoridade de decidir as coisas, mas eu achei que não teria problema dele ir .— explicou Aly, esperando que César entendesse seu ponto de vista. César ficou em silêncio por um instante, processando as palavras de Aly. Finalmente, ele suspirou e disse: — Você está certa, amor. Ele precisa se divertir e fazer amigos. Vou conversar com ele quando ele voltar para garantir que tudo ocorreu bem, e não é só porque o Gabriel não tem mãe que você não pode tomar decisões por ele, eu confio em você Aly.— César finaliza sua fala e puxa Aly para perto dele e abraça a mesma deixando um beijo em seu pescoço.Aly sorriu aliviada e retribuiu o abraço de César. — Obrigada por entender, César. Tenho certeza de que ele vai adorar contar como foi o dia para você. — Não tenho dúvidas, eu vou subir para tomar um banho e já desço para te ajudar a preparar o jantar — Tá bom vai lá.— Os dois se trocam mais um beijo apaixonado e César sobe para o andar de cima e chegando lá toma banho veste uma roupa confortável e desce para o andar de baixo onde ajuda Aly a terminar de preparar o jantar juntos. — César — Chamou Aly _ Oi vida — Será se eu posso te fazer uma pergunta _ Claro que pode, você pode perguntar o que quiser saber eu não quero ter segredos e nem desconfiança no nosso relacionamento — Tudo bem, eu só quero saber sobre a mãe do Gabriel. _ Eu vou te contar depois tudo bem? — Claro pode sim — Obrigado Aly por ser essa pessoa incrível que você é — Eu só tenho a agradecer a você. Eles ficam conversando e quando deu sete horas da noite Gabriel ainda não tinha chegado, e mesmo preocupado os dois jantaram e começaram a conversar para que o tempo passa-se e eles se destruísse da preocupação. (...) Gabriel estava se divertindo muito com seus amigos na praça enquanto andavam de skate. Eles riam, conversavam e compartilhavam manobras novas, aproveitando ao máximo a tarde ensolarada, ficou tanto tempo que nem percebeu quando a noite chegou e o tempo passou rapidamente e ele não deu notícias para Aly e nem seu pai. Na hora de voltar pra casa, nquanto Gabriel atravessava a rua, um carro que vinha em alta velocidade não conseguiu frear a tempo e abou pegando Gabriel. O motorista freou bruscamente, mas não conseguiu evitar um leve impacto contra a perna de Gabriel, que foi derrubado no chão com dor. — Ai! Minha perna!— Gabriel gemeu de dor , segurando o joelho enquanto os amigos corriam para ajudá-lo. A motorista do carro desceu, visivelmente perturbada com a situação, mas sua reação foi diferente do esperado. Em vez de se desculpar ou oferecer ajuda, ela pareceu irritada. — Garoto e******o, presta mais atenção por onde anda! Que moleque imprudente!_ ela exclamou, olhando para Gabriel com desprezo. — Ele está machucado! Por favor, chame uma ambulância!— um rapaz que estava passando pediu para a mulher preocupado com a gravidade da situação. A motorista bufou e olhou ao redor, como se estivesse avaliando as consequências. Finalmente, ela concordou em ligar para a emergência, mas seu tom era frio e desinteressado. Enquanto isso, Gabriel pegou o telefone e ligou para seu pai, César, em busca de ajuda. — Pai — Oi, meu filho? Porque ainda não voltou para casa? _ Aí…_ Gabriel gemeu de dor e isso deixou césar em alerta — Gabriel você está bem? Onde você está? Aconteceu alguma coisa? _ , eu fui atingido por um carro enquanto voltava para casa e . Machuquei minha perna. Por favor, venha me buscar.Gabriel disse, sua voz misturada com dor e preocupação. — Onde você está,meu filho? Já estou a caminho.— César respondeu imediatamente, sua voz firme e calma, tentando acalmar Gabriel. Enquanto isso, Aly, que estava em casa, sentiu um aperto no coração ao ouvir Gabriel no telefone. Ela tinha confiado em sua decisão de deixá-lo ir, e agora se culpava por qualquer coisa que pudesse ter acontecido com o garoto. — Fala com ele enquanto eu pego o carro na garagem — César fala pegando a chave do carro e entrega o celular para Aly que começa a falar com Gabriel. — Gabriel, meu amor, você está bem?— Aly perguntou com urgência assim que césar desceu para o andar de baixo e ela pegou os documentos de Gabriel e desceu também. — Não muito, eu estou com dor na perna, Aly. Foi um acidente. A mulher no carro não queria me ajudar— Gabriel explicou, sua voz tremendo um pouco. — Oh, meu Deus, Gabriel. Eu sinto muito, meu querido. Estamos indo aí agora mesmo,— Aly respondeu, sentindo uma onda de culpa e alívio misturados passar pelo seu corpo César e Aly entraram no carro e ele dirigiu o mais rápido que pôde até o local do acidente. Quando chegou, ele encontrou Gabriel sentado no meio-fio, com algumas pessoas ao seu lado.e depois de alguns minutos eles chegam e avistam Moisés. — Pai..._ Gabriel murmurou quando viu César se aproximando, seu rosto contorcido pela dor. — Estou aqui, filho. Vamos levá-lo para o hospital agora mesmo,— César disse gentilmente, ajudando Gabriel a se levantar cuidadosamente. Aly chegou logo depois, seu coração apertado ao ver Gabriel com uma expressão de dor. Ela se aproximou e abraçou Gabriel com ternura. — Desculpe, Gabriel. Eu devia ter sido mais cuidadosa,— Aly murmurou, acariciando o cabelo dele com carinho enquanto César levava eles para o hospital. — — Não foi sua culpa, Aly. Eu só queria me divertir com meus amigos,— Gabriel respondeu, sentindo-se reconfortado pelo amor e apoio de seus pais.
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