Dário Lorenzo e Salvatore fazem uma varredura no armazém para garantir que não deixemos ninguém vivo. Serena se recusa a sair do meu lado, e eu não vou deixá-la. Nós nos encontramos olhando para o cara que nos manteve reféns por tanto tempo, e eu o cutuco com o pé. — Eu pensava que ele já estava morto — diz Serena, num sussurro, com o olhar tenso, grudado no corpo caído. Me abaixo e apalpo seus bolsos. Encontro um celular em um deles e uma carteira no outro. Abro a carteira; não há documentos de identidade, mas eu não esperava encontrar nenhum. — O que você está procurando? — ela pergunta. — Um nome — rosno, endurecendo a voz. — Quero saber quem o contratou. Mesmo sabendo quem foi. — Quem? — ela pergunta, inocente, sem saber que está casada com uma família de monstros. Apenas que o

