Natalie Sophia bufa e revira os olhos pela enésima vez naquela manhã. Ela pisa forte ao redor da nossa pequena cozinha, batendo portas de armário e fechando gavetas com força enquanto prepara seu café da manhã. — Eu não sabia que fazer aveia era um processo tão trabalhoso — comento secamente. — Você saiu sem dizer uma palavra! — ela estala os dentes. — Eu já disse que sinto muito! — Quem faz isso? — Sophia, eu realmente não queria... — Um cara esquisito veio até mim dizendo que tinha ordens para me levar para casa — ela segue, divagando. — Juro por Deus que achei que fosse ser sequestrada ou algo assim! Quase chamei a polícia, mas ele era só o motorista do Uber. Dei o triplo de gorjeta porque me senti m*l por chamá-lo de e********r na cara dele. E, pra piorar, voltei pro apartamento

