Capítulo 31

1255 Palavras
O corpo de Laura ainda sentia os sinais do orgasmo quando Juan deitou ao seu lado. Ela olhou para seu pênis e viu que ele estava ereto. Com a boca salivando, Laura passou seus dedos na barriga definida de Juan e desceu até seu m****o. Fechou sua mão em volta e fazendo movimentos de vai e vem, ela começou a masturbá-lo. Juan fechou os olhos desfrutando o momento. Laura sabia o que fazer, ela queria fazer, então fez. Desceu até o pênis de Juan e tocou a cabeça rosada do m****o com a ponta da língua. Lambeu devagar de baixo para cima e voltou a repetir o movimento várias e várias vezes sem deixá-lo de masturbar. — Laura... — gemeu Juan. — Assim você vai me matar, p***a! Ela riu. — Talvez eu queira que você morra. Laura sabia dominar o prazer, provocava frenesi em seus clientes somente ao dançar, Juan não fazia ideia de que ela também poderia enlouquecer um homem na cama como estava fazendo agora com ele. Sem esperar mais, Laura engoliu alguns centímetros do mastro rígido que Juan carregava entre as pernas. Seus lábios eram como seda, tão macios. Juan estava no paraíso dentro da boca de Laura. — Chupa, safada! — Suas mãos se enroscaram nos cabelos de Laura, formando um r**o de cavalo. Laura sentiu o m****o de Juan encostar em sua garganta fazendo-a quase engasgar. A boca de Laura parecia fazer mágica, fazendo o pênis de Juan desaparecer e reaparecer outra vez. Juan pressentiu que não aguentaria por muito tempo, então ordenou que Laura parasse. Se pôs em pé ao lado da cama, a ergueu e com brutalidade colocou o corpo nu de Laura contra a parede. Laura sentia o ar quente da boca dele roçar em seu pescoço. Ouvia muito bem sua respiração pesada. Juan beijou suas costas, mordiscou de leve sua pele, enquanto a prendia com seu corpo. Seu m****o encostando na b***a de Laura, e sua mão invadindo o meio de suas pernas indo em direção a v****a quente e úmida da morena. — Não saia daí — sussurrou ele. Juan foi até o criado mudo ao lado da cama, abriu a primeira gaveta e tirou um preservativo. Rasgou com os dentes e o vestiu. Voltou para onde estava, separou as pernas de Laura, e de uma só vez, estocou. — Ah! — gritou ela. Juan fodia forte, com rigidez como se necessitasse daquilo para sobreviver. Seus gemidos se misturavam aos de Laura, o cheiro de sexo começava a encher o quarto. As mãos dele prendiam os quadris dela, o ajudando nas metidas fortes e fundas. — Juan... — Você gosta assim? — Ele começou a espalmá-la. O ardor deu lugar ao prazer, desejo, excitação. Quando mais ele batia, mas ela se aproximava do orgasmo. — Me diga, Laura, o que você quer? Ela gemeu. Gemeu e gemeu. Era só o que ela conseguia falar. Seu corpo, alma e mente estavam dominados pelo prazer. Nada mais importava a não ser liberar todo o desejo que se tornava cada vez mais forte. — Fala! — ordenou ele. — Não sei o que você quer. Como posso te dar alguma coisa? Diga! Ele saiu e entrou um, duas, três vezes. — Gozar! Eu quero que você me faça gozar. Ele sorriu. Acelerou seus movimentos, chegando a um maravilhoso orgasmo junto a Laura. *** As horas se passaram, Laura já estava em casa se preparando para mais um dia de trabalho. Nicolle arrumava sua pequena mochila da escola, colocando dentro o desenho que havia feito na aula anterior. Pintado de rosa e preto, ela descreveu sua família: Laura e ela. Laura chorou ao ver o desenho, sabia o quanto sua irmã sentia falta dos pais, ela também sentia. A falta que sua mãe causara era enorme, não tinha um dia que ela não pensasse nas noites que passaram acordadas assistindo filmes na televisão. Ou na primeira vez que ela se apaixonou e sua mãe a aconselhou. Sábios conselhos esses que a jovem fazia questão de mantê-los vivos em sua memória. — Vamos, estamos em cima da hora. — Você vai dormir em casa hoje, Laura? — A voz sonolenta de Nicolle tocou o coração de Laura. — A senhora Judith é legal, mas sinto saudades de quando você me colocava na cama. Laura se ajoelhou ficando na altura da sua irmã. Colocou uma mecha solta da sua pequena franja atrás da orelha. — Vou sim, meu bem. Hoje eu vou colocá-la para dormir. Prometo. Nicolle pulou animada batendo palmas. Saíram do apartamento rumo à rua, elas estavam mesmo em cima da hora. Nem Nicolle muito menos Laura podiam se atrasar. O dia passaria correndo. Deixaria sua irmã na escola, depois correria para trabalhar no café, quando seu expediente terminasse ela pegaria um ônibus para tentar chegar a tempo na academia de artes, onde voltaria a fazer suas aulas. E ainda tinha a boate à noite; onde dançaria. Isso se repetiria todos os dias. Laura não sabia se conseguiria, mas iria tentar até não aguentar mais. Ela se despediu de sua irmã assim que chegaram na porta da escola, as demais crianças já haviam entrado. Assim que Nicolle desapareceu entre os corredores, ela se dispôs a correr, com certeza chegaria atrasada, e tudo o que ela não queria era ganhar uma advertência por chegar atrasada. Pietro e o Sr. Koll estavam sendo tão gentis com ela, não seria justo se começasse a falhar com eles. Faltava poucos metros para Laura chegar ao café quando uma moto reduziu a velocidade e começou a andar ao seu lado. Ela não olhou para o lado, o medo de ser assaltada ou coisa pior fizeram com que o seu lado consciente permanecesse calmo, mesmo que ela quisesse correr aos berros. A moto continuou a segui-la, e assim que Laura atravessou a rua para entrar no café, o piloto que estava na moto acelerou, fazendo que o coração de Laura também acelerasse. Ela entrou no local já lotado, eram oito e quinze e várias pessoas já estavam ali esperando para serem atendidos. Laura correu para detrás balcão onde sua colega de trabalho estava. — Está atrasada! — verberou Mary, irritada. — Tive que ouvir vários velhos chatos resmungando porque não estavam sendo atendidos por você. Me poupe, você nem é tudo isso. Mary passou por Laura, jogando o avental sobre ela. Poderia ser impressão, mas Laura tinha quase certeza de que sua colega de trabalho estava com inveja dela. Maneando a cabeça para os lados em sinal de negação, colocou sua bolsa no chão atrás do balcão, vestiu o avental marrom e branco, e com um sorriso alegre nos lábios começou a trabalhar. Pietro sentiu seu corpo todo tremer quando Laura passou pela entrada. Ela estava cada dia mais linda. Seus cabelos ganhavam vida própria quando ela caminhava sobre seus saltos. Seu corpo moldado na calça justa de couro preto, dava a ele e a muitos homens, uma bela visão da sua b***a avantajada, sem falar em seus s***s que estavam quase saltando para fora do decote da blusa preta. Laura havia resolvido se vestir toda de preto, um conjunto que combinava perfeitamente com ela. A deixava sexy, sem falar que também era prático, não precisava combinar as peças ou cores, era só vestir e pronto. — Um café puro, por favor. — Um dos clientes que toda manhã a presenteava com uma bala de menta, pediu. — Você está muito bonita, Laura. Não que nos outros dias você não estivesse bonita.
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