CAPÍTULO 2

1043 Palavras
Chegamos na escola e como sempre minha mãe desceu comigo, adentrou a escola comigo e ficou por alguns minutos ao meu lado esperando até o momento em que eu fosse entrar para a sala de aula. Quando o sinal bateu ela me levou até a porta da sala segurando minha mão, me deu um beijo na testa. Ellen: - Se comporta tá meu bem? Assim que der o horário eu venho te buscar, boa aula! Fernanda: - Tchau mamãe! Entrei para a sala com a professora e me sentei perto das minhas coleguinhas de classe. ***************** Ellen esconde algo. . . Quem será que está a ligar para ela? Deixei minha filha na escola, fiquei com ela até o último momento e há levei para a sala de aula, meu coração sempre aperta quando chega a parte em que eu tenho que ir embora e ela fica. Quando estava saindo do lados e fora da escola meu celular toca novamente, eu preciso ir pra boca o mais rápido possível ou eles não irão me deixar em paz! Revirei os olhos e atendi o telefone. . . Ellen: - Já falei para esperarem, que tanta pressa é está, eu já estou a caminho! Xxx: - O seu tempo está acabando, você tem dez minutos para chegar aqui ou iremos atrás de você, e sabe bem quando eu digo que vou eu sempre cumpro! Ellen: - Calma, eu estou saindo da escola da minha filha agora, cinco minutos eu chego na boca. Desliguei o telefone e dei partida no carro, sai o mais rápido que eu pude e sem perceber cantei pneu. Maldita hora que esses desgraçados foram descobrir tudo, eu sempre escondi tudo e com um deslize agora eles não saem do meu pé, já me livrei do traste do meu marido para ter paz mas parece que as coisas não melhoraram ainda, vou ter que apagar mais gente. Dirigindo de repente me veio na cabeça de olhada atentamente no meu banco de trás do carro, e quando eu olhei. . . No espaço entro o banco da frente e o de traz estava duas Glock que eu havia comprado na última vez que fui próxima a boca. Um grande perigo da Fernanda ver isso aqui, hoje sem eu querer ela já percebeu que algo está acontecendo imagina ver isso dentro do meu carro, assim que eu chegar lá vou tirar essa arma daí. Minutos depois de acelerar e passar alguns sinais vermelhos eu cheguei na boca, estava lotado de carro na frente, será que isso será uma reunião. Não confio muito em entrar nesses lugares sozinha, o que é uma arma perante a uns dez caras contra a mim, não tem nem como eu me defender. Mas vou mostrar postura e fazer o que eu mais sei fazer, me manter plena é manipuladora. Estacionei meu carro quase perto da esquina, não quero que ninguém saiba que eu estou por estas bandas. Sai do carro quase correndo para não correr o risco de ser vista, e entrei bem calma dentro da boca, primeiramente dei dois toques na porta e fiquei aguardando alguém vir abrir. Xxx: - Bem pontual, gostei! - Falou me abrindo a porta. Ellen: - Eu sempre sou pontual meu bem, só basta ter um pouco de paciência! - Falei adentrando a boca. Xxx: - Vamos até a minha sala, tem um pessoal que está nos esperando. Elen: - Eu só não estou entendo o porque disso agora? Se faz tantos anos, porque essa palhaçada toda! Xxx: - Porque eles gostaram da sua atitude, e como você já tem os dotes pode ser bem útil para eles te terem por perto e isso é bom para você também! Ellen: - Tanto faz! Já está feito não tem como voltar atrás, eu só não quero que nada disso caia nos ouvidos da minha filha daqui a um tempo, porque se não eu sou obrigada a matar um por um que obtém essa informação. Xxx: - Uau, muita calma nessa hora e não se esqueça de que você não trabalha aqui e também este não é seu território, tá ligada mano? Ellen: - Adianta este assunto logo! Tenho muito mais coisas para fazer do que ficar aqui esperando a boa vontade de vocês! Terminei de falar e chegamos na frente da porta onde todos estão a me esperar, estou me sentindo um alguém bem importante, em que todos vieram para me conhecer. Abrimos a porta e entramos quando me viram entrar por aquela porta não tiraram os olhos de mim, de dez pessoas que haviam ali sete eram mulheres, d isso me deixou super curiosa. Ellen: - Desculpa a pergunta, isso é somente uma armação? Cheguei fica apreensiva e a única coisa que eu consigo ver é várias mulheres trabalhando juntas. Eloísa: - Oh meu bem faz parte, todas aqui queremos aprender esses seus dotes para cancelar CPFs por aí! Ellen: - há. . . Legal, mas eu não consegui entender muita coisa, vocês está aqui para eu ensinar vocês tudo aquilo que eu fiz com ele, ou, vocês estão aqui para se vingar por ele? Eloísa: - Estamos aqui para aprender, porque querendo ou não, estamos passando por uma situação bem parecida com a sua, é só queríamos uma força. Ellen: - Tranquilo, só é meio estranho ensinar a uma pessoa como matar outra, é um sentimento um pouco constrangedor. Eloísa: - Mas para quem acha que é constrangedor ver matar, imagina matar. Ellen: - Te garanto que dependendo da circunstâncias do que irá acontecer no momento você nem irá pensar nessas coisas! Eloísa: - Sempre tive vontade de catar um cara, mas para bater até ele perder a noção de onde está, pois ele sempre esteve no meu pé e minhas paciências indo embora, mas preciso de umas aulas suas estou precisando reagir de alguma forma. Ellen: - Ok, só irei conversar com o meu supervisor sobre o que dá pra fazer, se podemos ter treinos aqui ou se será em outros lugares. Caraca que estranho, treinar alguem para matar.
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