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1402 Palavras

ANNA NARRANDO No dia seguinte, eu fui convidada para almoçar com meu pai. Acabei indo encontrá-lo em um restaurante porque ele pediu que eu fosse com urgência. Não entendi qual era a urgência, mas fui de qualquer jeito. Quando cheguei no restaurante, arrumada como sempre, procurei pelo meu pai e o vi de longe. Ele acenou alegremente para mim e eu sorri. — Oi, pai! — Eu disse, acenando e indo em direção a ele. — Oi, querida. Como vão as coisas? — Disse, se levantando e me dando um abraço. — Tá tudo bem por aqui. E aí, tudo bem? — Perguntei, me sentando com ele à mesa. — Sim, tudo ótimo. — Respondeu. — Eu marquei esse almoço porque tinha algo importante para te falar. — Falou. Eu o olhei com estranheza e confusão. Fazia tempo que não falava com meu pai e infelizmente, não sei se confio

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