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1039 Palavras
Capítulo 65 Antonella narrando Eu passei a noite toda com Nolasco, ele saiu cedo do quarto e eu tranquei a porta, eu saio para comer algo mesmo me sentindo super enjoada. Eu desço as escadas e encontro Carina, arrumando as crianças para escola, eu vou até a cozinha e epois sinto quando ela manda as crianças irrem para escola, logo ela entra na cozinha e me encara. — Você não presta – Carina fala me encarando – você passou a noite com meu marido, sobre o mesmo teto onde está a esposa dele e os filhos. — Não quero discutir com você. O casamento de vocês é faixada. — Para Nolasco – ela fala – eu sempre lutei pelo meu casamento Antonella – ela me encara – eu sempre fiz de tudo para que esse casamento der certo, mas você jamais vai saber o que é isso. — Não me julgue. — Eu tenho filhos c om ele, três filhos, que não entende o porque o pai trata m*l a mãe deles – ela fala – porque, o pai não é presente, porque vivemos viajando, porque eles vem o pai com outras mulheres. A cabeça dos meus filhos é totalmente confusas. — Eu sinto muito por eles – eu falo — Não seja sinica – ela fala – eu sei que doi em você saber que Toco sempre te traiu, mas você não deveria sentir essa dor, porque você me faz sentir ela – eu engulo seco – Eu quero muito lutar pelo meu casamento, quero ficar com Nolasco, quero que ele me ame de verdade, por favor não atrapalhe, não fica no meu caminho, no caminho do meu casamento. Eu só quero ser feliz, pelo menos uma única vez na minha vida, dar um lar aos meus filhos e uma família, que eles tenha um pai de verdade. Só que Nolasco, já está totalmente envolvido com você, enquanto você estiver no meu caminho, meus filhos jamais vão saber o que é um pai de verdade, uma família de verdade. Ela não fala mais nada somente sai da cozinha e eu engulo seco. Não se preocupe Carina, essa noite eu já não estou mais aqui no morro. A mãe de Toco entra e Maju também, eu encaro elas e Maju estava super estranha, nenhuma das duas fala nada comigo, eu saio da cozinha e saio para o morro. Eu começo andar por ele e olhar cada cantinho dele, eu sentiria falta daqui, as pessoas me cumprimentavam, conversava comigo, eu fiz muito p´por essas pessoas e confesso que queria continuar fazendo. Eu me sinto m*l, fico tonta e me encosto em uma parede, respiro fundo. — Você está bem? – Salve pergunta — Estou – eu falo para ele — Tem certeza? Você está pálida. — Eu estou bem – eu falo para ele e ele estreita os olhos – você vai me ajudar? — Eu preciso ir – ele fala. Assim que Salve sai andando, eu sinto mas uma tontura forte, sinto um enjoo e me seguro novamente contra a parede para não cair, eu fico olhando as pessoas. Eu precisava ir embora e não podia mais esperar por nenhum momento mais. O dia foi passando rápido e cada hora que passava, eu ficava ainda mais nervosa e ansiosa, eu andava de um lado para o outro dentro desse quarto, somente pensando no momento que iria fugir, era quase meia noite e eu começo a me preparar para sair, me visto como se fosse para o baile, todo mundo já tinha saído do morro. Era a hora! A hora que eu iria embora. Eu começo a andar pelo morro, dando várias voltas por vários becos, tentando ver a saída que estava com mais fluxo de pessoas e que seria mais fácil de sair, eu troco de roupa colocando uma outra roupa. O relógio marca meia noite mas nada acontece, nem sequer um tiro, eu gelo. Será que Salve, não vai me ajudar? Capítulo 66 Nolasco narrando O baile tinha começado e estava enchendo, os vapores trabalhando de mais, eu dou um giro e vejo Toco chegando com sua irmã sozinha, ela me encara eeu encaro Maju, ela era super amgia da Antonella e agora simplesmente saiu de perto dela. Tinha algo muito sério acontecendo por aqui. Toco entra no camarote como se nada estivesse acontecendo, ele cumprimenta a todos e passo o giro no baile e nada de Antonella. — Cadê Antonella? – eu pergunto para Salve e ele me encara. — Não vi ela hoje. — Tem certeza? – eu pergunto para ele. — Absoluta – ele fala me encarando – eu fiz um pacto com você, estou fechado comm você. — Toco está sozinho – eu falo – tem algo acontecendo de estranho aqui. — O que? – ele pergunta — Não sei, fica de olho – eu falo para ele – Ryan – eu chamo ele e ele se aproxima — O que foi? – Ryan pergunta — Fica de olho em Toco, eu vou atrás de Antonella. — Ok. – ele fala Eu começo a descer o camarote e Carina está subindo, ela para na minha frente. — Onde você vai? – ela pergunta — Preciso resolver um Bo. — Mas estou chegando agora – ela fala me encarando. — Preciso resolver um BO. — Nõ quero ficar sozinha. — Maya está lá em cima. — Eu não quero ficar sem você aqui – ela fala me olhando — Então volta para casa, porque eu preciso resolver um BO – ela me encara — Esse Bo se chama Antonella? — Sim – eu respondo e ela me encara sem acreditar. Eu passo por ela econtinuo descendo as escadas, saio em direção a saída, mas quando estava quase saindo, tudo para, o som e o jogo de luzes, começa uma voz, eu olho para o telão e não acredito no que estava vendo. Era imagens de Toco negociando várias cargas roubadas, até mesmo guardando elas no galpão que pegou fogo, gravações de conversa entre Antonella e ele, onde ele admitia isso. Eu penso rápido e chamo no rádio. — Fechem o morro, Antonella tá fugindo e matem o Toco! – eu dou a ordem.
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