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1209 Palavras
Capítulo 67 Antonella narrando Escuto uma sirene e nesse momento, eu não penso duas vezes, eu começo andar rápido e em direção ao morro, vejo que os vapores começam a correr para se posicionar e nisso eu começo a correr, eu consigo sair do morro e começo a correr o mais rápido possível. Eu saio correndo pelas vielas que são depois do morro para sair perto da praia, começo a correr o mais rápido que eu conseguia, até que escuto tiros, era muito tiros. — Ela está l´- escuto a voz de Nolasco, eu olho para trás e vejo Nolasco correndo – Para Antonella, agora c*****o. Eu não penso duas vezes e começo a correr ainda mais, eu conhecia todo esse canto como a palma da minha mão, são anos morando aqui e andando por todo esse lugar, eu sempre soube que cuidar cada detalhe por aqui, um dia seria essencial para mim. ENolasco não diminuía o ritimo e tinha mais vapores junto com ele, mas não entedia porque ele não atirava em minha dire~~ao, eu entro para dentro de uma galeria enorme e subo as escadas para os outros andares, começo a passar por portas e mais portas, subir degraus e mais degraus, até que entro no terraço e tranco a porta com uma barra de ferro no lado de fora, eu vou até a ponta dele e olho para baixo e vejo que era bem alto, a porta começa a ser batida forte e olho para trás vendo que a barra de ferro estava se soltando e logo a porta iria abrir. Olho para todos os lados e vejo que tinha um recuo, então eu rezo e coloco minhas pernas para fora no alto, olho para baixo, e coloco minhas pernas no recuo, logo eu estava segurando em proteções do terraço, e saio andando, eu desço mais um recuo, e tento evitar olhar para o baixo, desço no terceiro recuo, e sinto que a porta é aberta com tudo, desço para o quarto recuo e quando ia entrar pela janela que está aberta, escuto Nolasco. — Você não vai conseguir fugir – ele me encara – Anda, eu vou atirar em você. — Me mata se for homem -eu falo olhando em seu solhos e entro com tudo pela Janela. — Escuto movimentos e gritos lá em cima dele com os homens, eu olho para aquele apartamento e começo abrir a sportas, até que encontro a lavanderia e tinha uma porta, abro e ela não era tão estreita mas nem tão grande, era por ali que jogavam os lixos, eu fecho a porta da lavanderia e entro naquela porta. Era uma espécie de cano quadrado de alumínio, eu era magra, e deslizei por ele, em uma velocidade surreal, nesse momento eu imagino que iria morrer. Capítulo 68 Antonella narrando Eu caio literalmente no meio dos lixos, eu começo afundar e tento me segurar em algo, até que consigo me equilibrar e saio de dentro dessa caçamba enorme de lixo, era muito fedido e eu sinto um enjoo e começo a vomitar sem parar, eu estava fedendo completamente. Eu coloco as mãos no meu bolso vendo que eu tinha a identidade falsa e o cartão que eu precisava para usar para fugir, eu estava no subsolo dessa galeria, eu saio para fora e encontro uma parte de vestiário, entro dentro e tinha vários uniformes, tinha vários armários, eu tranco a porta do vestiário e depois de muita força, consigo arrombar um vestiário, tinha uma bolsa, dentro tinha celular, dinheiro, relógios, eu pego o relógio, coloco no pulso, tinha algumas roupas nele, arrombo mais quatro e pego todo dinheiro que encontro, acho roupas que poderia usar e troco, tiha maquiagem, faço uma maquiagem. Fugitiva sim, mas f**a e horrosa jamais. Eu troco de roupa, começo abrir as gavetas, até que encontro uma tesoura, eu afio ela no canto da quina de uma pequena mesa que tinha ali, amarro meus cabelos puxo para frente e corto ele, deixando ele bem curto, faço um coque, pego um óculos escuro e saio do vestiairo, olho para todos os lados e saio. Eu saio para rua e começo andar o mais rápido possível, ao virar a esquina dou de cara com os vapores, eles estão de costa e não me ver, eu dou a meia volta e continuo andando, eu pego um táxi e entro nele. Peço para que me leve para São Paulo, passo o cartão antes e ele me aceita levar, eu coloco a cabeça para trás vendo que eu poderia estar segura. Seriam horas de viagens até o meu destino final, mas eu precisava ir, não tinha mais como ficar aqui no Rio de Janeiro. Nolasco narrando — Perdemos ela – O vapor fala — m***a, m***a c*****o! — Vai ser difícil encontrar ela – ele fala — Ela deve estar no prédio, quero que vocês revistem tudo. — Ok. Eu olho para todos os lados e não tinha nem sequer resquício dela, são horas procurando por A ntonella ou qualquer vestígio, até qe vejo uma movimentação estranha. — Teve roubo no vestiário – ele fala – e as roupas são da Antonella. — v*******a – eu falo nervoso – eu vou te encontrar sua v*******a e você vai morrer pelas minhas mãos. Capítulo 69 Toco narrando Eu consigo fugir do morro, mas estava ferido, meu braço estava sangrando muito. Eu ligo para um comparsa meu que me traz para um lugar seguro. — E agora Toco? – Medrado pergunta me encarando. — Preciso tratar desse ferimento, depois vamos atrás de Antonella. — Você sabe para onde ela foi? — Deve ter ido para o lugar que eu tirei ela, ela é burra o suficiente para fazer isso. — Nolasco não vai atrás dela? – ele pergunta — Ele não pode saber que voc^çe está vivo – eu falo para Medrado – isso é o mais importante. — Voce quer acabar com ele – Medrado fala — Você também quer – eu falo — Eu sei – ele fala – foi por isso que fingimos a minha morte. — Ele não vai chegar antes de mim a Antonella, ele não deve nem imaginar onde ela está. — Eu acho que você subestima de mais Antonella – ele fala – ela não está no lugar que você imagina. — Ela esta sim, ela não tem para onde ir, ela não tem nada, nada – ele me encara – tudo que ela tinha, era eu, todo dinheiro, todas as informações, era eu. Agora sozinha, ela vai voltar para mesma vala que ela saiu. Antonella não é ninguém sem eu. Eu sempre fui ambicioso, Nolasco no começo nunca acreditou no meu potencial, ele era meu padrinho do crime mas eu o considerava o maior filho da p**a do mundo, ainda mais depois de ter me colocado na cadeia e ter assumido meu morro e pegado a minha mulher. Antonella era outra traira v*******a, que na primeira oportunidade me traiu, criando alianças dentro do morro até mesmo com Salve, achanod que poderia ser mais do que eu. Ela não imagina o que esperava ela, ela teria o mesmo fim daquelas vadias das irmãs dela e daquele filho da p**a do pai dela.~
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