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931 Palavras
Capítulo 73 Nolasco narrando — Os dois eram os verdadeiros casais filhos da p**a – Ryan fala acendendo um baseado – destruitram esse morro inteiro. — Essa coisa de que ela não sabia de tudo que ele aprontava, não cola. Antonella entregou ele de bandeja e a cabeça dela também. O problema que agora, o vídeo vazou daqui no dia do baile. — Os donos dos morros querem a cabeça dela e ela não deve estar longe – Ryan fala – deve estar escondida em algum lugar, esperando a hora certa de sair e fugir, mas ela é capaz de ferrar. — Eu tenho certeza que ela vai se ferrar. Agora não é só comigo que ela está virando, morro do alemão, da rocinha e até mesmo da maré, já colocaram gente atrás dos dois. Toco ferrou de mais os três morros, roubou carga, negociou, ganhou grana. Vou te falar uma coisa, não vai ter como impedir se o m******e acontecer quando encontrarem eles. — Até porque se você tentar impedir, você vai junto com ela – Ryan fala – porque por mais que você seja o chef da facção Nolasco, você não vai poder arrumar guerra contra três morros que são tão podersos quanto você. — Eu sei e porque eu arrumaria briga por causa de Antonella? Sai fora. Só quero tirar meus filhos daqui e Carina tá arrumando BO, eu quero eles em segurança. — Carina é outra que vive comendo juízo. — Maju – eu falo para ele – irmã deToco e amãe dele, precisamos ficar de olho ans duas gfilhas da p**a, Maju é capaz de nos levar até Antonella e a mãe de Toco até ele. — E se eles tiverem juntos? – Ryan pergunta — Antonella e ele? – eu olho para ele – eu até pensei nisso, porque cada um fugiu para um lado, despistaram a gente de alguma forma, e se eles no final armaram tudo para fugir juntos? — Será Nolasco? – ele pergunta – sei lá. — Não sei – eu falo – eu sei que agora, a guerra não é só comigo. — Ela queria vingança pela morte do pai dela — Eu matei o pai dela, aquele filho da p**a do Montenegro. Mas as irmãs não. — A gente sabe quem matou as irmãs dela – Ryan fala e eu encaro ele — Ela dormia com o inimigo do lado dela o tempo todo – eu falo e eu e Ryan nos encaramos. — E agora? – ele pergunta — A gente tem um morro para comandar, uma facção para colocar em ordem, e vários morros aliados para prestar conta de todas as merdas do Toco – eu falo para ele – vamos voltar ao trabalho, proteger essa gente e esse morro. Vamos colocar alguém no comando e voltamos a liderar a facção somente, estamos parados nesse tempo, nessa bolha. — Toco e Antonella? – ele pergunta — Não é mais problema nosso – eu falo para ele – vamos deixar com a rocinha, alemão e Maré, eles vão ter que prestar conta. Capítulo 74 Toco narrando Quatro meses depois.... Eu e Medrado tivemos que tomar muito cuidado para conseguir sair do Rio de Janeiro para ir para o interior de Minas, porque tivemos a informação de alguns dos vapores, que o Santa Marta tinha um novo comando, e que agora a nossa cabeça, tanto a minha como de Antonella tinha sido jogada para os donos do morro, e eles estão nos caçando, e seria questão de honra eles nos encontrarem e nos matarem. Eu chego no interior de Minas e vou direto procurar a zona de onde tinha tirado Antonella, encontrei ela aqui há mais de 10 anos atrás. Flash black onn Eu entro na Zona que era o endereço onde fiquei sabendo que a filha de Montenegro estava, a única que ficou viva naquele dia, procuro ela com os olhos e de longe a encontro, ela tinha traços únicos e diferentes das irmãs, mas era bem parecido com elas. Eu pego um copo de bebida e faço sinal para ela que me encara, ela abre um sorriso e vem em minha direção. Flash black off Esse lugar estava como sempre, caindo os pedaços, era quase uma vala, onde as mulheres vinham para ficar até morrer, algumas morriam cedo de alguma doença que pegava, outras morriam com a idade ou até mesmo pelas condições precárias. — Boa tarde – eu falo para snehora que me estreita os olhos. — Lembro de você – ela fala — Lembra? – eu pergunto — Sim. — Eu quero saber onde está Antonella – eu falo tirando a arma da cintura – sei que ela está aqui em algum lugar. — Você a tirou ela daqui há muitos anos atrás. — Ela voltou! — Não vejo ela desde aquela vez. — Eu quero saber onde ela está – eu falo para ela e olho para Medrado — Ela não está aqui. — Então a senhora não vai se importar que a gente procure ela? – eu pergunto — Não. – ela afirma. Eu pego a arma na mão e mando os meus homens vasculharem cada lugar, trancando as garotas e colocando arma na cabeça delas, se caso a gente encontrasse todas morreriam. Vasculhamos por tudo em cada canto dessa espenunca e da cidade, mas não a encontramos. — Procurem em outras Zonas, cidades perto – ela fala – Antonella trabalhou em várias aqui. Eu olho para ela e respiro fundo, provavelmente Antonella não foi tão burra assim de ter vindo para cá.
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