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1005 Palavras

33 — Peppa ( Continuação ) Virei o pescoço devagar, soltando a fumaça na direção do Caveira, que não conseguia ficar com o corpo parado. — Tu que era o braço direito do meu primo, né? — soltei a pergunta, fria, sem rodeio. — É... — ele respondeu seco, tentando sustentar o olhar, mas as pupilas dele tavam dilatadas. O medo é uma parada que não dá pra esconder de quem já viveu no meio de cobra. — Entendi. Braço direito. O cara que devia ser a sombra dele — dei uma pausa, batendo a cinza no chão. — Então me diz uma coisa, Caveira... Onde é que tu tava no dia da operação? O cara engoliu seco. Vi o gogó dele subir e descer. Ele começou a gesticular, querendo explicar que a polícia entrou por um lugar que ninguém esperava, que ele tava coordenando o outro lado do morro pra não deixar a car

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