Arrumou a gola da camisa e olho o reflexo de Ian pelo espelho que me encara. – De onde vem tantas camisas floridas? – Havíamos passado o dia todo dentro do quarto. Dormindo? Sim, com toda certeza. Agora íamos sair e Ian havia me convencido de que seria bom, embora eu discorde descaradamente, ainda nem havíamos testado a banheira. Meu forninho já havia caído umas dez vezes em menos de 24 horas. – Flores são alegria docinho, se eu dou flores, recebe flores – Dou um sorriso sugestivo. – Isso é alguma indireta? – Ele se levanta. – Seja mais direto se você quer alguma coisa, de verdade, farei o que puder. – Sabe, eu tenho medo de você assim, não esta sendo aquele nervosinho de sempre, dando ordens. Faça isso, faça aquilo... – Dei ordens para você faz alguns minutos e você cumpriu elas d

