Eu saio do táxi quase com o coração saindo pela boca. Eu quase pedi para a moça do aeroporto me colocar na caixa preta do avião, assim se caísse eu poderia ser encontrado. Eu olhei pra entrada na minha mão e suspirei fundo, eu tinha uma chave e um hotel, quarto 345, vigésimo sétimo andar, cobertura de um prédio. Falaria algumas coisas para Ian antes de correr para o abraço feliz, se é que aquilo devia ser um abraço feliz. Por favor manhãzinha, me traga sorte. Já era fim da madrugada, logo o dia chegaria e eu não havia conseguido pregar os olhos durante o voo, arrasto minha bolsa pelo saguão e vou direto para o elevador, apertando o andar e encarando as mensagens que começam a chegar com a disponibilidade de rede. O elevador para no andar e eu me mexo, as luzes estão baixa e há apenas d

