Murilo Costa Virei Luana com um movimento preciso, sem hesitação, deixando seu corpo de lado. Meu desejo era voraz. Entrei nela novamente, com força, sentindo o calor pulsante de seu corpo que parecia me devorar. A forma como ela reagia, cada gemido rouco que escapava de seus lábios, me fazia perder o controle. O encaixe entre nós era perfeito, quase c***l na forma como atiçava meu desejo. — Sem pena, Murilo! Me f0de! — ordenou, a voz carregada de uma malícia que me incendiava. Cerrei os olhos, lutando contra o impulso crescente de me entregar ao prazer. Meu corpo inteiro pedia por isso, mas minha vontade era maior. Saí de dentro dela de repente, e seus olhos, confusos e ardentes, me buscaram. Não expliquei nada. Apenas puxei suas pernas com firmeza, trazendo-a para a beira da cama. Se

