Capítulo 107
Fabiene narrandoo
Eu já tinha dado um jeito de vender a criança que nasceria, eu não queria que esse filho de Karina e Grecco ficasse no Brasil nem a p*u, Jean levaria ela para bem longe, Grecco seria só meu e a gente formaria a nossa família.
Eu queria que Jean levasse ela para bem longe, o mais certo seria que ele a matasse, matasse essa filha da p**a da Karina que veio para esse mundo, apenas para atrapalhar a minha vida, eu já disse, ela jamais voltaria para vida de Grecco, eu jamais admitira isso, e se por acaso eu me sentir ameaçada, eu dou um jeito de m***r ela no parto e Jean que se console com o bebê, se caso ele quiser se consolar.
Eu abro um sorriso.
Grecco bate na porta do salão e eu abro para ele, ele me encara e entra, eu estava com algumas roupinhas em cima.
— Foi as compras? – ele pergunta
— Eu fiquei tão ansiosa depois que conversamos, acabei vendo uma loja e comprei umas coisinhas, quem sabe assim me acostumo com a ideia de estar grávida – eu falo para ele.
— Conseguiu ver o que era? – ele pergunta
— Não quis ver, achei que seria injusto com você e também porque estava meio nervosa na hora – ele me olha
— VocÊ sabe que não está sozinha, não é mesmo? – ele pergunta
— Eu sei que o que você diz com o coração, mas eu me sinto sim sozinha nesse mundo, eu não tenho família, não tenho ninguém – ele me olha – nem mesmos eus amigos gostam de mim.
— Não fala isso – ele fala – eles precisam te conhecer melhor.
— Eu quero que essa criança tenha amor, tenha tudo que eu não tive Grecco, tenha os pais presentes, tenha uma família de verdade e sei que podemos dar isso a ele.
— Eu ainda estou confuso com a gravidez i mas jamais vou fugir da minha responsabilidade – ele fala me encarando – estarei do seu lado como pai dessa criança.
— Como pai? – eu pergunto para ele – e eu? – ele me encara – você não pode me desamparar.
— Eu jamais vou fazer isso – ele fala.
— Eu sei que vamos ter um futuro lindo junto – eu falo passando a mão no seu rosto – eu , você e essa criança – eu abro um sorriso para ele e beijo a sua boca.
Capítulo 108
Grecco narrando
1 semana depois...
Uma semana que estou vivendo turbilhões de coisas em minha cabeça, todos os dias eu sonho com a Karina, ela me pedindo ajuda, me implorando pela minha ajuda.
Fabiene quase perdeu a criança, estava com uma gravidez de risco e estava na minha casa, mas não conseguia tirar o que Ester falou da minha cabeça.
Flash black onn
— ‘’ E você acredita nisso? – Ester pergunta – olha, eu estava por fora do morro por causa dos meus filhos, mas eu sou uma pessoa que não acredito nem um pouco na morte dela.
— Ela era – eu falo
— Tem certeza? – ela pergunta me encarando – posso estar fala ndo a verdade, mas acho que você não deveria ter aceitado tão fácil, que aquela garota lá era a Karina.
— Calma – Sampaio fala – calma Ester.
— Me perdoa Grecco, não quero que você fique m*l por estar falando isso, eu quero sua felicidade, mas não confio em Fabiene, não acredito nela e nem mesmo na sua bondade, fique de olho, você vai criar filho dos outros.
— Não estou bravo com você – eu falo pasra ela e ela abre um sorriso – respeito você e a sua opnião. ‘’
Flash black offh6t
Eu saio da boca e encontro Jeff, ele me encara e eu o v, encaro.
— Tudo bem Grecco? – ele pergunta
— Sim – eu falo
— Como está Fabiene? – ele pergunta
— Está melhorando, teve um sangramento, mas está melhorando – eu falo para ele.
— Espero que fique tudo bem – ele fala – preciso que leve isso ao morro do alemão – ele me entrega um envelope – é a nova rota que pretendemos fazer.
— Vou fazer isso agora – eu falo e ele assente.
Eu já estava indo para la´mesmo, antes de ir até a boca eu vou até onde Samanta está, eu vou até ela e a encaro.
— Eu so precisava que você acordasse Samanta – eu falo para ele – porque se Karina não estiver viva, você é a única pessoa que poderia me dizer onde ela está.
Eu não conseguia nem focar na gravidez de Fabiene, eu só conseguia focar nos sonhos que estava tendo com Karina e no que Ester disse, Joca entra e me encara.
— Os médicos falaram em desligar os aparelhos e deixar ela ir – Joca fala – Karina já está morta, samanta tem ppouca chances de retornar.
— Ester me levantou uma suspeita – eu falo para ele – de que ela esteja viva.
— Ela está sustentando isso – ele fala
— Você vem comigo? – eu pergunto para ele
— Onde? – ele questiona
— Eu quero ir ao cemitério – eu falo para ele – vamos desenterrar o caixão que ela foi enterrada, eu vou fazer isso agora, você vem ou não comigo?
— Vou – ele responde.
Capítulo 109
Fabiene narrando
Grecco tinha saído e eu estava aqui na sua casa, mas a gente não estava juntos, estava bem difícil dobrar ele, de qualquer forma eu estava aqui e iria ter um filho dele, abro um sorriso olhando a minha barriga.
— Fabiene – escuto a voz de Ester e encaro ela.
— Ester – eu falo e ela me encara e abre um sorriso - você por aqui?
— Eu vim aqui te parabenizar pela gravidez, trouxe algumas roupinhas – ela fala colocando uma bolsa em cima do sofá – Uma gravidez é sempre bem vidna, mesmo que seja inesperada.
— Sim – eu respondo para ela – eu não imaginava que um dia seria mãe.
— Eu também não – Ester fala – hoje dou a minha vida pelos meus filhos.
— Eu estou passando por isso, mas eu e Grecco, a gente sabe que essa criança vem para somar.
— Sim – ela fala me encarando e ela abre um sorriso – onde ele está?
— Deve estar arrumando alguma coisa pelo morro.
— Você está de quanto tempo?
— Quase quatro meses – ela fala
— Bastante tempo já – eu falo – quase nascendo.
— Foi um susto – eu respondo Ester e ela me encara com um sorriso no rosto.
— Eu tenho certeza que tenha sido mesmo – ela fala.
— Obrigada pelas roupinhas.
— Eu não confio em você – ela fala me encarando e eu a encaro
— Eu nunca fiz nada para você.
— Você sabe quem você é, sabe que é uma v*******a, sabe de onde veio – ela fala – eu vou acabar com você Fabiene.
— Eu estou grávida do Grecco, não tenha nada que você possa fazer e você sabe disso – eu respondo para ela – você está tirando as suas próprias conclusões, sem nem me conhecer direito, Grecco me conhece a anos e sabe quem eu sou.
— Eu não preciso te conhecer – ela fala me olhando – é melhor você andar na linha, um passo em falso seu eu acabo com você.
— Posso ficar tranquila, eu não tenho nada a temer – eu falo sorrindo para ela e colocando a mão na abrriga – só quero viver em paz com o meu bebê.
— É claro que quer – ela fala – e com o Grecco ao seu lado como troféu. A gente se ver – ela fala e se vira e vai embora.
Vagabunda!!!
Eu sempre soube que tinha que manter essa i****a ocupada, porque se não ela iria me trazer problemas, eu ligo para Grecco mas ele não me atende e nem sequer chama a ligação. Eu respiro fundo mas não conseguia disfaçar o ódio q eu eu estava sentindo de Ester.
Eu queria Ester morta,e se não fosse ela morta, seria um dos seus filhos, mas ela iria se arrepender por ter ameaçado.
Capítulo 110
Grecco narrando
A gente estava no cemitério, mas estão demorando para desenterrar o corpo, eu só conseguia pensar no que Ester me disse, não tirava da minha cabeça aquilo por nada do mundo.
Flash black onn
— Fabiene está grávida.
— Aquela p**a está grávida e está dizendo que é de você? – Ester pergunta – Fala sério Grecco, ela transa com Deus e o mundo.
— Nos últimos meses não, eu conheço ela a vida toda e eu confio nela.
— Então será pai? – Ester pergunta – e a morte de Karina?
— Ela está morta.
— E você acredita nisso? – Ester pergunta – olha, eu estava por fora do morro por causa dos meus filhos, mas eu sou uma pessoa que não acredito nem um pouco na morte dela.
— Ela era – eu falo
— Tem certeza? – ela pergunta me encarando – posso estar fala ndo a verdade, mas acho que você não deveria ter aceitado tão fácil, que aquela garota lá era a Karina.
Flash Black off
O caixão começa a ser retirado e eu só precisava de um sinal, de qualquer coisa que me mostrasse que não era a Karina, eudaria a minha vida para ela estar viva, para ver ela viva, para não ter perdido ela para frente.
— Aqui – O homem fala e eu e Joca nos encaramos.
— Só tem o esqueleto – Joca fala – como vai identificar? Um exame de dna vai demorar.
Eu olho para aquele esqueleto com detalhes, eu vi ajoelho e encosto, tinha odor forte, mas eu continuo ali mexendo, mas eu olho para os joelhos e vejo parafusos nos dois joelhos.
Flash black onn
— Você não deveria ter pulado daquela arvore – eu falo para Vitoria vendo ela chorar de dor.
— Eu jamais deveria ter feito essa cirurgia. Os dois joelhos, eu nunca mais vou voltar a caminhar.
— Você vai se recuperar – eu falo – para de drama.
— Você vai ter que me aguentar Grecco – ela fala – vai-te que me aguentar.
Flash black off
Eu pego o meu celular e começo a ligar para a nossa tia onde ela disse que estava, começo a ligar nervoso, Joca me encara sem saber, até que atende.
— Quem é?
— Tia Neusa, me passa para Vitoria agora – eu falo para ele.
— Vitoria?
— Sim, ela está aí. A meses, não?
— Não Grecco, eu não vejo Vitoria a anos – ela fala
— Ela não foi para aí?
— Não – ela fala – Vitoria não está aqui.
Eu desligo a ligação e olho para o caixão, Joca me encara e eu deixo os meus olhos se encherem de +9Não é a Karina, é a minha irmã – eu falo para Joca e ele me encara.
— Vitoria? – ele pergunta
— Vitoria – eu respondo – eles pegaram ela, é ela que está aí nesse caixão no lugar de Karina.
Eu me ajoelho olhando para o esqueleto e fico totalmente sem reação, eu não protegi minha irmã, mas jamais achei que ela estava em perigo, eu não conseguia acreditar em uma coisa dessa.
O telefone de Joca toca e ele atende.
— Vou avisar Grecco – Joca fala e eu o encaro – Sampaio ligou, Samanta acordou do coma.
Capítulo 111
Grecco narrando
Eu chego no morro e vou até onde Samanta está, encontro Sampaio e Ester ali junto com os médicos, Samanta acordou, mas ainda não falava nada.
— Ela falou algo? – eu pergunto
— Ainda naõ – Ester fala – ela somente abriu os olhos , mexeu as mãos.
— Somente não – Sampaio fala – ainda bem que ela acordou.
— É – Ester fala – a gente achava que ela nem mais acordaria.
— É, um milagre – o médico fala nos encarando
— Ela vai voltar a falar? Consciência?
— Ela já tem consciência – o médico fala – mas agora pode ser questão de dias, semanas ou até meses – a gente encara ele.
— Ela precisa acordar logo – eu falo – Karina não está morta.
— Não? – Ester pergunta
— Quem está morta é minha irmã.
— Vitoria? – Sampaio pergunta
— É – eu falo – eles pegaram a Vitoria.
— Onde a Vitoria estava? – Ester pergunta
— Em uma tia – eu falo – pelo menos era isso que ela tinha me dito.
— Meu Deus – Sampaio fala – sinto muito Grecco.
— Eu preciso encontrar Karina, isso é sinal que ela está viva – eu falo para eles.
Eu olho para Samanta que estava acordada e me aproximo dela, eu olho bem em seus olhos e ela tentava abrir a boca para falar algo.
— Eles levaram Karina para algum lugfar, eu não a encontro Samanta – eu falo para ela e uma lagrima desce do seu olho – você é minha única esperança, a única esperança de salvar Karina.
Ela tenta falar algo mas não tinha forças, eu pego em sua mão e assinto com a cabeça, os médicos dizem que era melhor dar o tempo dela, e eu saio para fora, Ester vem atrás de mim.
— Grecco – Ester fala e eu encaro ele – tem alguém muito próximo de todos aqui, mutio próximo de você, da sua irmã, de todos do morro que está armando tudo isso. Vitoria te disse que ia para uma tia e não foi, se ela saiu do morro foi porque alguém a incentivou, mas porque ela sairia?
— Eu não consigo imaginar quem – eu falo.
— Eu tenho minhas duvidas – ela fala – eu sei que você não vai concordar, mas a gente tem que pensar em porque eu estou suspeitando dela.
— Fabiene? – eu pergunto para ela.
— Ela mesmo. Grecco liga na sua cabeça, a pessoa que está armando tudo isso no meio de nós, é alguém que vem do passado, se não for a Fabiene, é alguém que deve ter tido algo com a Maria Izabel , alguém que sabe de algo, eu até mesmo pensei em Jeff, o primo dela. Ele era primo dela, não era?
— Era – eu respondo
— Karina é filha da Maria Izabel, isso a gente já sabe – Ester fala – mas agora precisamos saber as circunstancias de tudo isso, como Maria Izabel conheceu Jean e engravidou dele.
— Está tudo embaralhado – eu resmungo
— Eu concordo, está mesmo – ela fala me encarando – mas precisamos decifrar isso o mais rápido possível.
— Eu quero encontrar Karina, mas eu já não sei mais o que fazer – eu falo
— Continue demonstrando a todos, até mesmo a Fabiene que Karina está morta – Ester fala me encarando – se ela for uma epssoa que a gente deve desconfiar Grecco, ela mesmo vai se enforcar.
Capítulo 112
Fabiene narrando
Eu tinha recebido uma mensagem de que Samanta tinha acordado e de que Grecco já sabia que Karina não estava morta e sim a irmã dele, eu aviso Jean na mesma hora.
— Parece que Ester tá comendo o juízo do Grecco – eu falo para ele no telefone.
— Não é mais seguro você ficar ai – ele fala
— Eu não vou embora – eu falo – eu quero Ester morta.
— m***r Ester agora, sendo que ela está desconfiando de você, seria um tiro no pé.
— E o que eu faço Jean? Eu já pensei em deixar ela ocupada com os filhos dela.
— Um sequestro? Recebemos oferta boa para gêmeos.
— Acho que também levaria suspeita – eu falo – Samanta não pode ficar viva.
— De um jeito de fazer com que ela morra sem que ninguém levante suspeita, uma parada cardíaca.
— Posso injetar algo – eu falo – mas preciso chegar até lá.
— Seu informante, não faz?
— Meu informante é um banana – eu falo – acredita em fadas.
— Quem é ele? – ele pergunta
— Esse é um segredo que vou manter segredo por muito tempo, até ele ser morto.
— Então seja mais esperta que ele – ele fala – jogue ele como culpado de tudo.
— E se ele abrir a boca? – eu pergunto
— Ele vai morrer antes, vai por mim – ele fala
— Eu não quero ter que fugir do morro, eu quero ficar e virar patroa junto de Grecco – eu falo para ele – quero Jeff morto, Jacaré morto, todos mortos.
— Calma Fabiene – ele fala – você sabe do que é capaz e sabe que é capaz de conseguir tudo isso, só precisa ter paciência.
Eu desligo o telefone e vejo que Grecco chega, eu desço e encontro ele entrando, ele me encara.
— Estou sentindo sua falta, está sumido.
— Problemas com carga – ele fala
— Imagino, sempre uma loucura.
— É sim – ele me encara – está tudo bem?
— Sim – eu respondo – estou apenas enjoada, mas logo passa – eu falo passando a mão pela barriga – você vai ficar por casa?
— Vou para boca – ele fala – qualquer coisa me chama lá.
Ele não me conta nada sobre ter descobeerto que era Vitoria e ele estava bem chateado , bem para baixo e isso era certo.
Ele realmente estava me escondendo tudo, mas agora, eu levaria tudo em um alcance muito maior.
Eu mando uma mensagem dando uma ordem e apago, eu pego uma faca e corto a entrada da minha i********e e começo a provocar o vomito e começo a passar m*l, Grecco desce.
— Estou sangrando – eu falo – estou passando muito m*l.
— Calma – ele fala
— Me leva ao médico Grecco – eu falo – por favor. – eu começo a chorar – eu vou perder o bebê.
— Vem – ele me pega no colo.