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2662 Palavras
Capítulo 113 Ester narrando Eu encaro HT que estava todo estranho, ele estava respondendo o ceular, quando me ver guarda o celular. — O que está pegando HT? – eu pergunto para ele. — Nada não, problema spessoais – ele fala — Sabrina é? – eu pergunto – está tendo contato com ela. — Quem me dera – ele fala – que ela me respondesse. — Nada? — Nada – ele fala – nem sinal. — Sinto muito. — Não sei o que é pior, eu com a Sabrina ou o Joca com a Alana. — Nem me fala nessa v*******a, voltou para o morro para tentar algo, viu que não ia dar certo e sumiu – ele me encara — Será que nunca vamos ter paz? — Tem muita gente aqui dentro HT contra o morro – eu falo para ele e ele me encara – eu tenho medo do que eu acho se concretize, porque se concretizar, vai mudar muita coisa. — Do que está falando? – ele pergunta — Deus queira que seja errada – eu olho para ele – reze HT para também ser errada – bato em suas costas e ele me encara – vou ver as crianças. Eu saio , passo pela boca dou um salve para Joca e entro dentro de casa, Kaianne estava com os gêmeos no carrinho para dar uma votla. — Vamos na pracinha – ela fala — Vou tomar um banho e já vou encontrar vocês – eu falo para ela. — Combinado – ela fala. Eu entro no banho e ligo o chuveiro, saio do banho, coloco a roupa mas sinto cheiro de queimado, saio pela casa e vejo que a casa estava pegando fogo, pego meu rádio. — Sampaio c*****o – eu falo no rádio – a casa está pegando fogo. O fogo tinha começado no quarto dos gêmeos e tinha se alastrado fácil pelo andar, ainda que não tinha pegado na escada e nem no meu quarto e tinha conseguido descer, logo começaram a tentar apagar o fogo e eu corro para encontrar os meus filhos A pessoa que fez isso quis atingir os meus gêmeos, queria me atingir através dos meus filhos, Sampaio ver que eu estava nervosa e se aproxima. — Tem um traidor dentro do nosso morro – euf alo para ele. — Calma – ele fala – eu já puxei as câmeras de segurança. — Descobriu quem foi? – eu pergunto para ele. — Descobri – ele fala – mas, se a gente m***r, não vamos chegar onde queremos chegar. — E o que vamos fazer Sampaio? – eu pergunto para ele. — Deixa comigo – eu falo para ele – você cuida da Fabiene e eu cuido desse filho da p**a. Vamos tirar Karina de onde ela está, seja onde for. Ele fala em meu ouvido quem era e eu encaro ele sem acreditar. — Você descobriu isso somente com as câmeras de segurança de agora? — Não – ele fala – isso só concretizou as minhas suspeitas, e agora eu tenho certeza que Fabiene também está junto nessa mesmo sem ter prova contra ela. Capítulo 114 Fabiene narrando Os médicos eram os meus amigos e disseram a Grecco que eu estava com sangramento e perdendo o bebê, mas mesmo assim eu vejo que Grecco não estava 100% comigo, ele estava estranho, distante e longe, ele me encarava de outro olhar. Seu celular toca e eu vejo que tinha algo de errado, eu me levanto da cama e vejo ele se distanciando do quarto do hotel. É ai que eu começo a enviar mensagem para a pessoa no morro, porque nesse momento, eu já tinha entendido que tinham descoberto alguma coisa. Ninguém jamais entenderia os meus motivos, mas eu entendo, Maria Izabel nunca foi apaixonada pelo Grecco, sempre usou ele, sempre usou do seu amor, era uma v*******a assim como eu, se prostituiu e abandonou a própria filha, ela não merecia o amor dele, nem mesmo o seu sofrimento, quando ela morreu, ela morreu tarde de mais. Me aliei a Jean, quando vi que Grecco estava querendo ir atrás dela, ele sempre me contou tudo, sempre fomos melhores amigos, a gente trnasava e depois ele voltava a me olhar como sua amiga, Maria Izabel de alguma forma dava esperança a ele, me aliei para acabar com Maria Izabel ao mesmo tempo que ele se vingava pela morte dos amigos, matando Ester, Alana era uma chave peça para nós dentro do morro, era para ela ter usado Sampaio, ter se envolvido com ele, mas ela ameaçou contar toda a verdade, ela não foi mais importante para Jean, todo mundo acha que ela está viva, as únicas pessoas que sabe que ela está morta, sou eu e jean. Vitoria, nunca tive nada contra ela, mas se ela voltase ao morro, ela contaria a Grecco que viu Karina, não podia mais ficar viva já não era mais peça no meu tabuleiro. O fogo não matou Ester, ela foi mais rápida e esperta, eu só tinha uma saída. Grecco narrando — É o Sampaio – Ele fala — Fala – eu respondo — Onde está Fabiene? — No hospital – eu falo — Colocaram fogo no quarto dos gêmeos – ele fala – eu peguei as escutas no salão, Fabiene está com jean. — Como? – eu pergunto para ele. — Pega ela e leva para o alto do morro, eu estou a caminho junto de Ester – ele fala. — E Joca? – eu pergunto — Joca vai ficar cuidando do morro, isso fica somente entre nós – ele fala. Eu desligo o telefone e quando entro no quarto, a janela estava aberta, eu pego o rádio e mando tocar a sirene, — Eu quero que encontrem Fabiene, viva – eu falo no rádio. Capítulo 114 Fabiene narrando Eu tinha conseguido fugir do morro e peguei o jatinho de Jean em direção ao convento, Grecco essas horas já deveria saber que eu estava com Jean, e eu estava com muita raiva. Eu chego no convento e minha tia me encara. — O que está fazendo aqui Fabiene? — Grecco descobriu sobre mim – eu falo — E agora? – ela pergunta — Vou ficar escondida aqui até oir embora – eu falo nervosa — Fabiene, isso é loucura de mais. Como você foi descoberta? — Aquela v*******a da Ester – eu falo – foi ela, foi ela que fez tudo isso. Eu vou acabar com essa v***a. — Agora é melhor você arrumar as coisas para ir embora – ela fala — A criança nasce quando? — A qualquer momento a partir da semana que vem – ela fala me envcarando — Eu só vou embora daqui com o filho de Karina nos braços – eu falo para ela – é menina ou menino? — É menino – ela fala — Eu vou embora com ele, eu perdi Grecco, mas ele jamais vai ter essa criança. — E a criança que você espera? – ela pergunta apontando para minha barriga e eu tiro a barriga falsa. — Meu Deus – ela fala — Cadê Karina? – eu pergunto — Está no quarto. — Eu vou até lá. — Fabiene – ela fala – ela está na reta final da gravidez. — Que se dane, quem sabe esse vermes que ela espera, não nasce de uma vez Grecco narrando — A filha da p**a fugiu – eu falo – ela deve ter fugido de jatinho, quero que fiquem de olho em todos os aeros. Jeff me encara. — Porque Fabiene fez isso? – Sampaio pergunta – é isso que precisamos descobrir. — Eu sei porque – Jeff fala e eu encaro ele — Porque? – Ester pergunta — Maria Izabel e Fabiene eram amigas lembra? – ele pergunta para mim — LEMBRO – eu respondo — Maria Izabel e Fabiene eram super unidas, quando o meu tio colocou a mãe de Izabel para fora, ela ficou doente. — Eu lembro disso também. — Ela ficou doente, sem conseguir trabalhar . — Eu ofereci dinheiro diversas vezes. — Maria Izabel era orgulhosa de mais e jamais pegaria dinheiro – Jeff fala – meu pai também era um homem h******l. Então, Fabiene já se prostituia desde cedo – eu assinto – Maria Izabel começou a se prostituir com Jean muito nova, engravidou e foi quando ela sumiu do morro a primeira vez, ela descobriu a gravidez tardia, foi apenas o gtempo dela ganhar a criança — A Karina – eu falo — Eu sempre soube da história porque ajudei ela a encontrar onde estava Jean com a menina , após ela ir até um convento que foi onde ela deu a luz a criança – Jeff fala – foi quando ele ameaçou ela , que se ela quisesse a filha, tinha que casar com ele. — Maria Izabel não era p********a – eu falo — Ela era Grecco – ele fala – por isso ela nunca quis assumir nada com você. Eu olho para ele sem reação, era muita decepção e tristeza uma atrás da outra, eu olho para Jeff e ele me encara, até que me vem flash black na cabeça. Flash black onn — Maria Izabel? – eu pergunto vendo ela chegar tarde e ela se assusta — Grecco. — Onde você estava? – eu pergunto — Com minha mãe – ela fala — Com essas roupas? — Nada ver são roupas normais – ela fala sorrindo. Flash black off — Espera, você disse um convento? – Ester pergunta — Isso – Jeff fala — Onde fica? – eu pergunto para ele – onde fica esse convento? — Eu não sei, não sei o endereço, a única coisa que eu sei é que fica na divisa com Paraguay, mas eu não sei. Tudo que eu sei é isso. — Samanta – Ester fala — Essa mulher vai ter que falar – eu falo e saio correndo. — Espera – Sampaio fala e eu o encaro – Fqabiene tem um comparsa dentro do morro do alemaõ, ela a chama de Uta. — Quem é Uta? – eu pergunto para ele e Sampaio me mostra a foto, eu rodo para o lado e começo a ver imagem dos dois e até mesmo as mensagens trocadas. Eu olho para Sampaio sem acreditar. Capítulo 115 Grecco narrando — Levem esse m***a lá para cima – euf alo para Sampaio – eu vou atrás da Samanta. Eu ainda estava sem acreditar no que Sampaio tinha descoberto, mei confuso com Fabiene e com as coisas que Jeff contou sobre Maria Izabel, mas eu queria saber de Karina, eu queria a encontrar, saber onde ela está, queria tirar ela viva, queria m***r Jean e toda essa corja. Eu queria Karina aqui. — Samanta, sou eu Greggorio – eu falo e ela estava de olhos aberto – me escuta – ela vira os olhos. Samanta tinha acordado mas não estava falando, nem nada, estava reagindo a tudo, mas não falava nada, apenas segfuia com o olhar. — Levaram Karina para um convento – ela me olha – Fabiene, conhece? Aperta a minha mão – ela aperta – eles vão fazer m*l a ela, tenta por favor me dizer que convento é. – uma lagrima desce em seus olhos – eu sei que é difícil, que você est´ra se recuperando, mas precisamos encontrar ela, você sabe do que Jean é capaz. Ester se aproxima de mim. — Não queremos fazer m*l a Karina – Ester fala – queremos a proteger – Ester me encara e encara Samanta pegando em sua mão – tenta, pelo menos tenta. — Convento – Samanta fala baixo e quase não entendemos — O que? — Convento – ela fala – raio solar. — Raio solar? – eu pergunto e ela assente com a cabeça. — Madre Soraya – ela flaa – tia de Fabiene. — Isso – Ester fala — Tirem ela de lá – ela fala – elas vão m***r ela. — Vamos tirar ela de lá – Ester fala – vamos tirar ela de lá, vamos salvar ela, a gente promete. — Eu vou para lá – eu falo – com Jeff e Jacaré. — Eu e Sampaio encontramos você lá – Ester fala me encaranod – vamos cuidar desse m***a aqui. Eu saio correndo, encontro Jeff e Jacaré e entramos dentro do carro, no caminho conseguimos alugar um jatinho para ir até lá, era bem na divisa com paraguay mesmo, do mato grosso com paraguay. Eu estou indo te salvar Karina e nada e ninguém vai impedir isso. Karina narrando Minha barriga estava endurecendo, estava me sentindo desconfortável, mas não estava sentindo dor ainda, só estava me sentindo bem desconfortável mesmo. A porta do quarto é aberta e eu encaro Fabiene, ela me olha e abre um sorriso. — Karina – ela fala — Sua v*******a – eu falo olhando para ela. — Você realmente achou que ficaria com Grecco? — Para você estar aqui – eu falo a encarando – nem você ficou com ele – ela me olha – ele descobriu você, não foi? — Isso não vem ao caso – ela fala – não adianta, ele jamais vai descobrir onde você está , nem vai imaginar que um dia ficou grávida. — Você é uma p*****a, uma v***a, v*******a. — Me chinga a vontade – ela fala sorrindo – eu não me importo, não me ofende. — VocÊ é c***l. — Eu ainda estou ganhando – ela fala sorrindo – você está aqui presa nas minahs mãos, a mercê de mim, essa criança já foi vendida e ela tem que nascer logo. — Você nunca vai encostar no meu filho, você escutou? – eu pergunto para ela – você nunca vai chegar perto dele, nem que para isso eu tenha que m***r – ela começa a rir, — VocÊ já viveu o inferno? Você aacha que viveu o inferno, é porque você ainda não tinha vivido comigo. — Eu não tenho medo de você sua v*******a , sua cobra criada, sabe o que você é? Infeliz Fabiene,você sempre viveu no rastro das outras pessoas. — Você é i****a que nem sua mãe – ela fala — Você tem inveja da minha mãe, tem inveja de mim – eu olho para ela e me aproximo dela – você jamais vai ser feliz e realizada, sua inveja, seu egoísmo, sua ruindade sempre vai te assomprar e você sempre será uma pessoa infeliz. Você passou a vida toda, fazendo tudo isso para ficar com Grecco, e vai morrer sozinha, amarga e seca, mas você nunca vai sentir o que é ter o amor dele – ela me olha com raiva – Maria Izabel sentiu, eu tive o amor dele, mas você nunca vai ter sua v*******a – ela dar um t**a no meu rosto. — Você está nas minhas mãos – ela fala – pense duas vezes antes de falar comigo. — Eu não tenho medo de você – eu vou para cima dela e dou um soco em seu rosto, não sei de onde tiro força, eu arranho a sua cara inteira com as minhas unhas, Ela me empurra mas eu reajo dando um t**a nela fazendo com que ela de o rosto na porta, ela me empurra na cama e entram no quarto. — Para Fabiene – Soraya fala – precisamos da criança viva. – eu sinto uma dor forte na barriga. — Você via parir essa criança sozinha, você vai sair morta – Fabiene fala saindo do quarto e Soraya sai atrás. Eu coloco a mão na barriga sentindo uma dor forte e respiro fundo. — Se ela está aqui, seu pai está vindo – eu falo colocando a mão na barriga – por favor, espera. Espera ele chegar, por favor. – eu fecho os olhos deixando que as lagrimas desça e mais uma vez implorando a Deus que enviasse Grecco para cá.
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