epílogo

3395 Palavras
Capítulo 116 Grecco narrando Eu olho para o convento de longe, observo bem ele. — Consegui homens para nos ajudar – Jeff fala – dos nossos parceiros do paraguay. — Eles estão a caminho? – Jacaré pergunta — Estão – Jeff fala — Vamos esperar eles chegarem para entrar – eu respondo – tem bastante homem armado, se entrar só nós três , é um tiro no pé. — Você acha que ela está ai mesmo? — Tenho certeza que sim, Samanta me diss e- eu falo – esse lugar a gente jamais imaginaria que ela poderia estar. — Algo que eu achei que nem existia mais – Jeff fala — Sobre o que você disse da Maria Izabel. — Eu sempre soube que você gostava dela – ele fala – jamais contaria a você se não fosse necessário – eu o encaro – eu não queria te magoar. — Valeu – eu falo para ele e ele me encara, eu abaixo a cabeça e ele me olha. — Maria Izabel te amava também, ela não era uma pessoa r**m – ele fala – porém, ela não queria te pedir dinheiro, você a conhecia, sabia como ela era, queria resolver sempre tudo sozinha. Eu olho para Jeff mas não respondo nada, eu encaro o convento e só penso em Karina, eu só queria tirar ela de lá e ponto, não queria mais nada, só queria tirar ela de dentro do convento e trazer ela comigo, m***r aquele filho da p**a do Jean. A gente ver um jatinho sobrevoando o convento e descendo na pista de trás, eu abro um sorriso vendo que Jean estava aqui, eu mataria esse filho da p**a. Fabiene narrando — O que faz aqui? – eu pergunto para Jean e ele me encara. — Vim ter certeza que você não iria perder a cabeça – ele fala — E porque você acha que eu faria isso? – eu questiono e ele me encara — Você realmente acha que eu não te conheço? – ele me olha e eu o encaro -m te conheço muito bem — Cadê Karina – ele pergunta – esta lá em cima. — Ótimo – ele fala – essa criança nasce quando? — Em menos de 4 semanas – Soraya fala — Tudo isso ainda? 4 semanas é um mês? Agora o morro já sabe quem você é Fabiene, quem eidz que eles não vão vir atrás de você aqui? — Eles jamais descobririam esse lugar – ela fala – quem iria contar? Alana está morta, ele nunca soube onde era, jamais abriria a boca. — E você acha que ninguém vai desconfiar dele? — Ele é fechamento do morro – eu falo olhando para ele – quem vai desconfiar dele? – ela me pergunta — Você quer ver Karina, Jean? — Não – Jean fala – deixa ela lá. Capítulo 117 Sampaio narrando Eu entro dentro do casebre e encaro ele amarrado e de cabeça baixa, ele ergue seu olhar para mim e eu bato palmas para ele. — Parabéns – eu falo batendo palmas e ele me encara – todos esses anos sendo a p***a de um filho da p**a. Seu vermes, seu m***a. — Você está ficando louco. — Você não vai me manipular – eu falo para ele – quando foi que você virou pro outro lado? – ele me encara – quando foi que você começou a me enganar ? VocÊ sabe que eu tinha desconfiado de você da ultima vez, mas eu não quis acreditar, não conseguia acreditar que alguém tão próximo como você, iria me enganar dessa forma, iria ser tão filho da p**a. — Você foi filho da p**a comigo – ele fala – porque eu não seria com você? — Me diz, quando eu fui filho da p**a com você? – eu pergunto para ele. Karina narrando As dores vão ficando mais intensas e minha barriga dura, o bebê queria nascer e eu pedia tanto a Deus que me tirasse daqui. — Eles vão tirar você de mim – eu falo, Ana Julia entra no quarto para me trazer água e comida e me encara — Está nascendo? — Não fala nada a ninguém – ela me encara — É perigoso – ela fala – você precisa de ajuda. — Por favor, não fale nad aa ninguém. Esse avião que chegou era quem? — Jean. — Meu Deus – eu falo – se eu tiver essa criança agora, ele via me separar dela na mesma hora, me ajuda a fugir,. — É quase impossível – ela fala – olha tudo isso, ainda mais com ele aqui, redobra os seguranças. — Me ajuda – eu falo para ela implorando – por favor, me ajuda. — Calma – ela fal – vem se senta na cama. Ela me ajuda a me sentar na cama mas eu sentia muita dor, eu mordia os meus lábios para não gritar de dor, mas escutamos tiros , eu olho para Ana Julia com os olhos arregalados. — Tiros? – eu pergunto — Pelo jeito é – ela fala — É grecco – ela me encara — Quem? — Encontra ele e trZ ELE ATÉ AQUI – eu falo para ele — Você está maluca? — Ele não vai te fazer m*l – eu falo para ela – eu juro, ele não vai te fazer m*l – ela me olha com um olhar estranho mas assente com a cabeça. Ela sai do quarto e eu respiro fundo. Fabiene narrando Eu pego Maria Olivia no colo e entrego para Soraya. — Você já sabe,você vai de jatinho – eu falo para ela. — Pode deixar, vou cuidar bem dela. — Essa é a filha da Alana e do Joca? – Jean pergunta — Ela mesmo – eu respondo – lindinha né. — Vai nos render uma boa grana – Jean fala — Eu vou para onde? – soraya pergunta — Orfanato Estrela Guia – eu falo para ela – fica na bahia. Depois disso ela vai para fora. Após passar todas as informações para Soraya, ela entra no jatinho e ele começa a sair, mas assim que o jatinho pega impulso e pega voo, escutamso tiros, eu e Jean nos encaramos. Capítulo 118 Grecco narrando Ei entro com tudo para dentro do convento, quando vejo o avião saindo, a gente invade e começaatirar para todos os lados, entramos para dentro do convento e começo a procurar por Karina em todos so lugares, muitas crianças, elas estão todas assustadas, embaixo de mesas e das camas com medo, eu abro a porta em uma sala e tinha umas crianças, umas freiras abraçando elas. — Cadê Karina? – eu pergunto – fala se não eu atiro em vocês. — Por favor nas crianças não – a freira fala — Cadê ela? — Ela fica no terceiro andar, no ultmo quarto – ela fala. Eu fecho a porta trancando ela e saio correndo subindo as escadas, começo a dar ordem no rádio, queria cobertura para tudo que é lado, eu chego no quarto mas a porta está aberta, eu vejo sangue no chaõ. Quando eu em viro, dou de cara com uma freira e coloco a arma na sua cabeça, a mesma levanta as mãos. — Ele levou ela – ela fala — Quem? — Jean – ela fala – para o matagal. — Você está falando a verdade? — Eu sou amiga dela, Karina está em trabalho de parto. — O que? – eu pergunto para ela. — Ela está grávida, com medo, eles vão a m***r e levar a criança – ela fala – por favor, ajuda ela. — Para onde ela foi? – eu pergunto — Eles saíram por auqela porta, ele está levando ela para o mato. Eu saio correndo, saio gritando no rádio para Jeff ir atrás de mim, nesse momento só queria Karina, não queria mais nada, só queria encontrar ela. Karina narrando A porta é aberta brutalmente e era Jean, ele coloca a arma na minha cabeça. — Anda – ele fdala — Eu não vou com você. — Você vai comigo agora mesmo – ele fala me pegando pelo braço — Me solta – eu falo para ele. — Anda sua vagabnda. — É grecco né? Ele não fala nada, eleme arrasta escadaria a baixo, eu tento me soltar mas ele coloca a arma na minha cabeça e me joga contra a parede. — Vem quieta – ele fala e desce a arma para minha barriga – se não eu atiro em você e nessa criança. — Por favor não. — Então vem sua v*******a – ele fala me peganod pelo braço e me levando. A gente sai do convento pela porta dos fundos e ele me fazia correr, nisso sinto que a bolsa estoura e eu dou um grito, tento parar mas ele não deixa, eu sinto dor muita dor e ele me arrasta para mato a dentro. Capítulo 119 Fabiene narrando Eu desço até o porão do convento e começo a jogar gasolina nele, eu acendo o fogo e saio do porão, subo em cima de uma moto e saio por outro lado, deixando que tudo pegasse fogo. Eu vou em direção ao contrário onde tudo estava acontecendo, conhecia esse lugar como a palma da minha mão e sabia muito bem como fugir. — Eu jamais vou morrer – eu falo – jamais. Eles ainda iriam ter que aguentar toda a minha vingança e no final, eles pagariam caro por tudo isso. Karina narrando Eu náo consigo mais caminhar e acabo caindo no chão com tudo. — Anda levanta – Jean fala — Eu não consigo – eu olho para ele e coloco a mão na barriga e sinto uma pressão para baixo. — Anda Karina, eu não estou brincando – ele me pega pelo braço e tneta me levantar mas eu caio no chão e grito de dor. — Eu estou parindo – eu olho para ele – você tem noção disso? Eu estou sangrando, com dor, minha bolsa estourou, seu m***a, seu vermes. — A gente precisa sair daqui – ele fala — Você é um filho da p**a, eu odeio você por tudo que fez com minha mãe, por tudo que fez comigo. — Você é uma pirralha – ele fala me encarando – deveria ter muito mais com você. — Você encostou em mim, eu tenho nojo de você. — Sua mãe nunca deixou eu fazer isso, mas eu sempre tive vontade – eu sinto uma dor forte nesse momento e o encaro com raiva. — Você é um filho da p**a, eu odeio você. — Vamos passar o resto da vida juntos e essa criança, vamos soltar no rio – ele fala — Seu monstro. Ele se afasta e começa a ligar no telefone, avisando onde estava, pedindo reforços que viesse para cá o quanto antes, eu vejo um pedaço de madeira do meu lado, era de uma árvore, ele falava no telefone exigindo que viesse de uma vez, eu tiro forças para me levantar, eu pego aquela madeira com força na mão. — Jean – eu falo e ele se vira – você merece morrer no inferno – eu pego a madeira e bato com tudo nele, ele cai no chão. — VocÊ está maluca. Ele tenta se levantar mas eu dou a madeira com tudo na sua cabeça, mas ele segura a madeira. — Você é uma v*******a, você vai se arrepender por isso – seu rosto estava sangrando. Quando ele me empurra , eu escuto barulho de tiro e ele cai com tudo no chão, eu caio no chão com o seu empurrão e sinto a dor mais intensa do mundo, era como se eu tivesse perdido a noção de tudo, quando abro os olhos, vejo grecco mirando a arma na cabeça dele. — Morra sabendo, que Karina está comigo – ele fala para ele – e você nunca mais vai fazer mala ela, ela vai ser feliz do meu lado. — Seu m***a – Grecco atira nele e quando ele atira eu dou um grito. — Me ajuda – eu falo para ele – me ajuda – ele se vira me olhando e vem correndo em minha direção. Capítulo 120 Karina narrando — Precisamos ir para um hispital – ele fala — Não vai dar tempo – eu falo e ele me encara – estou sentindo muita dor, eu realmente estou passando m*l. Ele se abaixa e beija a minha testa, ele chama no rádio ajuda, eu começo a chorar muito e ele elimpa as lagrimas. — Me perdoa – ele fala – me perdoa de verdade, eu nunca deveria ter deixado que tudo isso aconteça. — Foi tudo o tempo todo ela – eu falo para ele – o tempo todo ela. — Fabiene é uma v*******a – ele fala me encarando – mas ela nunca mais vai encostar um dedo em você, ela nunca mais vai encostar um dedo, te machucar ou se aproximar de nós. — Eu pedi tanto que você viesse, que você descobrisse onde eu estava. — Até invanterem que você estvaa morta inventaram, colocando o corpo de Vitoria no lugar. — Eu a conheci – eu falo para ele e ele me encara – ela teve um filho, um menino – ele me olha – ele está lá dentro, tem uma menina também, uma nenê, Ana Julia me disse que ouviu falar que a mãe dela é Alana e que ela também está morta. — Já passou tudo – ele fala passando a mão pelo meu rosto – você está grávida. — Eu descobri no dia, por isso fiquei tão confusa, eu sai para tomar um ar, mas eu não ia embora do morro, mas alguém chegou e me apagou, eu acordei nesse convento – eu falo gritando de dor – eu não aguento mais d edor. — Vamos para um hospital – um carro chega e era Jeff — Karina – ele fala – Grecco. — Cadê a v*******a da Fabiene? – eu pergunto — Ela fugiu – ele fala – não encontramos ela em lugar nenhum, ela colocou fogo no convento. — Fogo? As crianças? – eu falo me levnatando — Estamos tirando as crianças, levando para um lugar seguro. — São muitas crianças – eu falo — Estmaos tirando – Jeff fala — Vamos para um hospital – Grecco fala. Ele me coloca dentro do carro e Jeff dirige, Grecco vai atrás comigo e eu deito em seum colo, mas eu gritava de dor, eu sentia tanta dor, que eu já não aguentava mais, meu corpo fazia força por si só, eu sinto algo saindo e Grecco manda Jeff parar o carro, eu só sabia chorar, Grecco sai do carro e me ajuda, eu gritava de dor, meu corpo se contorcia, eu não aguentava, eu saio de dentro do carro e me ajoelho encostando a minha cabeça no carro, Grecco passa a sua mão pelas minhas costas, Jeff tenta chamar alguma ambulância, eu nãpo aguentaria chegar no hospital, ele estava nascendo. Eu grito, grito mas grito tanto de dor e seguro a mão de grecco. — Está nascendo – eu falo e Grecco ajuda a segurar, o bebê nasce e eu sinto a dor mais intensa do mundo, uma dor h******l, eu gritava, gritava com toda a minha força, até que escuto o seu choro. Eu começo a chorar muito, Grecco segurando o bebê, me ajuda a sentar no banco, toda desejaeitada, sangrando, o cordão umbilical pendurado, com o meu bebê no colo, eu começo a chorar muito. — Eu achei que não o conheceria – eu falo chorando – eu achei que não o conheceria. — Estamos juntos – Grecco fala e vejo lagrimas em seus olhos – nunca ninguém vai nos separar meu amor, nunca mais. — Eu queria tanto isso, queria tanto isso – eu falo chorando e Grecco também chora. — Eu amo você – ele fala — Eu também te amo – eu falo para ele. A gente olha para o nosso bebe, Grecco me beija e eu só sabia chorar segurando meu bebê no colo. Capítulo 121 Sampaio narrando Eu vejo HT entrando na boca junto de Sabrina e Joca encara os dois. — Você realmente achou que todos os seus crimes contra a gente, ficaria ileso? – eu pergunto para ele e ele me encara. — Sabrina – ele fala olhando para ela. — Eu achei muito estranho quando Alana começou com o discurso de querer voltar – ela fala – cadê a minha amiga? – Sabrina pergunta olhando para ele. — Morta – ele responde – Alana está morta. — Filho da p**a – Eu falo para ele — Olha ai Ester, Sampaio está com ciúmes que ela foi mort,a deveria se preocupar. — Cala boca Joca – Ester fala para ele – seu m***a de quinta, seu traiçoeiro, traira. — Vão me m***r? Fiquem a vontade – Joca fala – eu já consegui tudo que eu queria fazer, vocês jamais vão achar Karina e se encontrarem ela vai estar morta. — Porque tudo isso ? – eu pergunto para ele – porque fez tudo isso seu m***a? — Eu era o herdeiro do morro, mas você tomou conta dele, sempre me rebaixou Sampaio – ele fala – sempre quis resolver tudo sozinho e quer saber estava cansado de ter que andar nas suas costas, na sua sombra, enquanto eu poderia ter o morro todo. — Ganancia, a gente efez um acordo e você mesmo disse que ficaria como sub – eu falo — Você deveria ter pensado em mim, eu já estava aqui antes de você. — Inveja – Ester fala – você tem inveja dele, tem tanta inveja dele, a ponto de ter ficado com Alana, a ponto de ter se aliado aos inimigos para querer destruir. Foi você que colocou fogo no quarto dos nossos filhos. — Fui eu – Joca fala encarando ela – e por mim, teria matado você e eles. — Acho que essa discussão não vai levar a nada – Sabrina fala – você comeu tanto o juízo da Alana, que ela se aliou a Jean, retornou ao morro e acabou morta. — Acabou com o destino que ela tinha que ter – Joca fala — O mesmo destino que você vai ter – eu falo para ele – o destino que você já deveria ter tido a mutio tempo. — Pode me m***r, vai passar anos e vocês ainda vão lembrar de mim, ainda vão sofrer a p***a das consequências por ter me matado, os herdeiros vão vir Sampaio, esse morro ainda vai sofrer muito. — Eu estarei preparado – eu falo olhando para ele – como você mesmo disse, os Herdeiros vão vir e quando eles chegarem, eles vão ser pior do que eu e a Ester. — Vocês nunca vão sair por cima – ele fala. — Vamos colocar ele nos pneu. – Sabrina fala — Não – Ester fala – deixa ele aqui mesmo, é o melhor a se fazer. Ht pega a gasolina e começa a jogar em Joca, ele começa a rir, ele gargalhava. — Me coloquem fogo, faça o que quiserem, eu sou o próprio demônio. — Que bom – eu falo para ele – porque você vai fazer hora extra no inferno e ainda vai ter companhia, a filha da p**a da sua amiga. Ester pega a serra elétrica e olha para ele. — Serra ele no meio HT – Ester fala e Joca a encara, — Amordaça ele – Ht fala. Eu faço isso , eu amordaço a boca dlee. Joca começa a se debater e HT pega a serra e começa a cortar ele de cima para baixo, o mesmo gritava, o sangue escorria por tudo, Ester olha tudo bem atenta, até Joca ser cortaod ao meio e cair uma parte para cada lado. Eu descobri que ele era o traidor quando Sabrina entrou em contato comigo, começou a querer entrar em contato, quando ela me contou tudo, eu peguei as câmeras de segurança, microfones que tinha lançado em tudo e comecei a descobrir. Ester recebe uma mensagem. — Karina estava grávida – Eser fala – olha a foto – a gente eencara a foto do nenê – Fabiene fugiu. — Vamos para lá – eu falo
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