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Presente de Casamento (Romance Gay) - MPreg

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Sinopse

Otávio é um homem simples que está até o pescoço com dívidas, se mudou para a cidade para estudar, mas agora o dinheiro está curto e ele está louco procurando emprego.

Tom Henry Lamarte Júnior, despreocupação e arrogância caminham lado a lado em sua personalidade forte, o dinheiro é sua base.

Dois personagens fortes e no mínimo orgulhosos demais, um tem dinheiro e não foi muito amado e o outro está na situação contrária, em um contrato eles terão que reverter a situação e resolver suas diferenças para ajudar ambos os lados. Ou seja, a si mesmos.

● Plágio é crime.

● A obra foi feita totalmente por mim, obras parecidas são coincidências.

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Capítulo Um
Otávio - Eu juro que vou pagar próximo mês.-Eu praticamente implorava. - Se não pagar até o final desse mês será despejado. Não posso mais esperar sua boa vontade garoto, também tenho coisas a pagar.  Aluguel atrasado há cinco meses. Estou desesperado atrás de emprego. Eu realmente não sei o que fazer mais, em todo lugar que eu vou todas as pessoas com quem falo nenhuma me ajuda. Meu nome é Otávio, tenho vinte e três anos e como já viram, estou desempregado (há quase seis meses). Estou indo agora em uma empresa entregar meu currículo para ver se Deus me dá uma luz. (...) - Desculpe senhor não estamos procurando ninguém no momento.-A recepcionista com cara de enjoada falou. Revirei os olhos e saí daquele lugar, andei distraidamente pelas ruas até que dou um esbarrão em alguém, quase fui ao chão. Na verdade, eu e a pessoa que esbarrei quase fomos ao chão. - Me desculpe.-Pedi envergonhado. - Tudo bem meu filho, você está bem?-Olhei para o senhor na mina frente. - Eu... Havia outro homem, ele me olhava como se eu fosse de outro planeta, então fiz a comparação entre esses homens e eu: eu estava usando roupas amassadas e sapatos velhos, meu cabelo estava bagunçado, sujo. Eles estavam e eram totalmente o oposto, por isso me olham como se nunca tivessem me visto. Encolhi os ombros e saí andando apressado pelas ruas, caminhando para casa. Entrei. Caminhei até a cozinha e liguei a torneira, sem água. Deitei no sofá e meus olhos começaram a marejar, como eu parei aqui? Apesar de estar em um situação crítica não posso pensar em desistir, pois, seria como dar a volta para trás, seria como se tudo que tivesse feito até agora fosse uma perda de tempo, não posso pensar, não vou aceitar que já acabou. ******* Seis da manhã, estou saindo de casa agora mesmo sem tomar café da manhã.  Minha mãe me liga toda a noite para saber como estão as coisas e em todas as ligações eu mentia, dizendo que estava bem e que estava trabalhado, odeio mentir para ela, mas não quero que ela se desespere afinal ela também não está em belas condições. Meu pai nos abandonou quando eu ainda era uma criança. Sou filho único e fui criado pela minha mãe em um lugar honesto e nunca tive aquela sensação de ter o que quiser, mas em compensação ganhei muito amor e carinho. Entrei em uma lanchonete perto de casa, um atendente vário até mim e perguntou meu pedido, apenas pergunto se precisavam contratar. - Desculpa, mas não estamos procurando por ninguém no momento.- Ele disse um pouco envergonhado. Aposto que ele também já estava com medo de perder o emprego. - Tudo bem, obrigado. Saí. Estou quase desistindo e voltando para a casa da minha mãe naquele vilarejo, me mudei para cá para vir estudar e consegui mas agora preciso de um emprego para me sustentar aqui. Caminhei até o bairro nobre da cidade, entrei em várias lojas de roupa, etc.  Nada, todos a mesma resposta nenhum procurando pessoas, na verdade, estão até colocando os funcionários para fora. Suspirei e sentei em um banco, algumas lágrimas teimosas caiam e eu não me importava quem está olhando. Alguém sentou ao meu lado e colocou a mão na minha perna, nada pervertido estava mais para um carinho de conforto. Quando iria gritar com essa pessoa, olhei e é o homem em que eu esbarrei ontem quando saía daquela empresa. - Tudo bem? - Ele perguntou. - Tudo. - Sorri e limpei as lágrimas rapidamente. - Me... desculpe pelo esbarrão ontem eu não queria. Estava apenas distraído e... - Ora não se desculpe foi apenas um acidente, eu tenho que me desculpar pelos modos do meu segurança. - Como soube que era eu aqui no banco? - Você está com a mesma roupa de ontem. - Ele riu e eu corei furiosamente. - O que estava fazendo que saiu tão desajeitado da empresa? - Não consegui uma vaga, estou atrás de emprego há cinco meses o dinheiro que eu tenho está se acabando rapidamente e... Minha barriga roncou de fome, não podia estar mais envergonhado eu queria um buraco para enterrar minha cabeça. - Eu trabalho naquela empresa - Meus olhos brilharam -, mas eu não posso te dar um emprego lá todas as vagas estão completas. - Perdi o brilho nos olhos. - Que tal você trabalhar na minha casa? - Sério? - Perguntei animado. - Sim, eu me mudei há pouco tempo e comprei uma casa bem... Relaxada. Preciso de um jardineiro. Você serve para esse papel? - Ele riu. - Com certeza, obrigado senhor... - Tom. Tom Larmarte. - Ele estendeu a mão. - Sou Otávio. Quando eu posso começar? - Perguntei apertando sua mão. - Amanhã. O segurança dele chegou perto de nós com uma cara nada boa, em suas mãos tem três sacolas de um restaurante, possivelmente o mais caro possível. - Senhor, já podemos ir.-Ele disse m*l-humorado. - Certo. Me dê uma das sacolas. - O segurança obedeceu. - Aqui Otávio. - Ele estendeu a sacola para mim. - O quê? Eu não posso... - Aceitei ou não trabalhará comigo, odeio quando ofereço algo e alguém não aceita. - Ele estende mais. Eu peguei e agradeci, minhas bochechas assim como todo meu rosto está queimando. - Dê um dos meus cartões pessoais a ele. - Ele disse ao segurança que me deu o cartão a contragosto. - Te espero amanhã Otávio. - Eu agradeço senhor Tom, obrigado por tudo.- Ele sorriu e se foi com seu segurança que olhava para trás com um olhar matador para mim. Sentei-me novamente no banco e abri a sacola. Dentro tinha um grande hambúrguer, ele não é tão mesquinho quanto os outros ricos desse bairro. Eu poderia me culpar por comer esse hambúrguer logo pela manhã, mas a fome fala com certeza mais alto. Voltei para casa e liguei para minha mãe. - Oi! Querido como está? - Perguntou-me - Bem mamãe, eu tenho uma boa notícia. - Então fale, não me deixe ansiosa. - Eu consegui um novo emprego, eu vou trabalhar na casa de um homem importante. - Que bom! Graças a Deus! Quando vai começar? Esse homem é um bom homem? Como é o serviço filho? - Calma mãe, ele é sim um bom homem e eu vou trabalhar na casa dele eu começo amanhã cedo. - Que ótimo! Você tem o que almoçar? - Claro. - Agradeci por minha voz não vacilar. - Tenho que ir, até mais mãe. - Até filho. Me dirigi a cozinha e na geladeira tinha três pedaços de pizza, peguei-as e coloquei no microondas para almoçar. Amanhã eu começo meu trabalho novo! Será que vai ser legal? Como será a casa dele? Jardineiro... jardineiro... ➖➖➖➖➖➖➖➖➖➖➖➖➖➖➖➖➖➖➖➖➖➖➖➖➖➖➖➖➖➖ OBS.: O Otávio é n***o, o.k.? Isso não ficou muito claro antes, mas já está dito.

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