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1483 Palavras

A manhã de domingo, melancólica e nublada, meu coração pesado e meus olhos inchados me causavam arrependimento de por um segundo pensar que estava triste por ter que ir embora somente na segunda de manhã, eu queria ir embora o mais rápido possível agora, e me trancar no meu quarto e fingir que minha existência é um delírio coletivo, meus pensamentos estavam terríveis e um deles era poder me afogar até a morte naquele lago, só pra poder sentir algum alívio desse nó no meu pescoço. Era ridículo, essa duvida era ridícula, Tom sempre sendo perfeito, mas perdi a fé no momento que vi a cena daquele beijo, era o que estava constantemente em frente os meus olhos, nada mais se passava por ali, um amigo imaginário que um dia me trouxe grandes alegrias tinha sua imagem distorcida pra uma imaginação

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