O telefone de Elisa estava quente em sua mão. Ela desligou com raiva, sua respiração pesada e os olhos chispando de fúria. Como ousava Antony desafiá-la dessa forma? Ele, que ela mesma havia colocado na organização para ser seus olhos e ouvidos, agora estava tentando extorquir o que era seu por direito. Ela não ia deixar isso passar impune. A raiva se transformou em frieza. Ela sabia que esse confronto não seria como todos os outros. Não mais. Antony, que se achava esperto demais, não entenderia a verdadeira extensão do jogo que estava prestes a ser jogado. — Prepare-se, meu caro Antony — ela murmurou para si mesma, apertando o telefone com força. Ela olhou para o homem de segurança ao seu lado, um de seus homens mais confiáveis. O homem era alto, forte, com uma expressão inexpressiva qu

