Natalya Andrey me leva para sua casa — uma casa de arenito marrom antiga no Brooklyn. Mesmo de fora, percebo que existe há muito tempo, o que de alguma forma faz meu coração se apertar ainda mais. Como posso eu competir contra algo tão antigo e sólido — assim como a Bratva? Lembro-me do aviso de Andrey para não contar a Faina o que ele fez comigo. Andrey está tentando de tudo para me controlar, mas agora que estamos em Nova York, está claro que ele não é mais o chefe. Eu posso trabalhar com isso. — Bem-vinda ao meu lar — ele diz assim que entramos. É lindo, para dizer o mínimo. Pisos de madeira nobres. Papel de parede azul-escuro que, de alguma forma, faz tudo parecer maior em vez de menor. Um lustre pendurado no alto do hall de entrada. — Então, você tem gosto, pelo menos — digo, cruz

