Natalya Meu cérebro demora um momento para processar o que acabou de acontecer, mas, quando isso finalmente acontece, entro em ação. Corro até Hannah, o pânico me consumindo. — Meu Deus. Hannah. — Ela segura a barriga com as mãos, tentando estancar o sangramento, mas a cor de seu rosto já está pálida, e a dor em seus olhos é evidente. — Eu... — ela diz, sem parar, sua voz tremendo, como se estivesse tentando manter a consciência. Afasto suas mãos para avaliar o ferimento. Um pequeno buraco de bala marca sua barriga, com sangue escorrendo lentamente. Minhas mãos tremem enquanto pressiono com força para estancar o sangue. Hannah grita em agonia. — Faça alguma coisa! — grito para Andrey, a voz embargada pela frustração e medo. Ele, calmamente, guarda a arma antes de se ajoelhar ao lado d

