2. Controle

1089 Palavras
Hyle Eu estava nervosa quando, quinze minutos depois da nossa conversa, ele abriu a porta de uma suíte. Talvez ele tenha notado, porque me ofereceu uma bebida. Mas eu não queria adiar. Pela primeira vez, eu queria fazer algo fora do meu padrão. Fugir da monotonia da minha vida. Eu teria anos de rotina pela frente. Mas aquela noite? Aquela noite era minha. — Quero continuar com isso — disse, minha voz firme apesar do coração acelerado. Ele arqueou uma sobrancelha. — Você fez isso soar como se fosse uma tarefa chata. — Tenho certeza de que você vai me provar o contrário — brinquei. Ele sorriu e acariciou meu rosto com o dedo, depois segurou meu pescoço e me puxou para um beijo. Foi direto. Sua boca cobriu a minha com intensidade, a língua explorando, seduzindo, exigindo. Ele gemeu contra meus lábios, os quadris pressionando contra mim. A ereção dele era clara através da calça cara. — Me dê o seu prazer — sussurrou contra minha boca. Entreguei. Atordoada, entregue. Ele me guiou até a enorme janela de vidro, com vista para o Pacífico. Virou-me de costas, ficando atrás de mim. — Você perguntou por que eu escolhi você — disse, enquanto seus dedos deslizavam o zíper do meu vestido para baixo, puxando o corpete para revelar meus s***s, agora livres sob a luz da cidade e do mar. Ele gemeu novamente, as mãos apertando meus s***s por trás. — Por essas belezas. Meu Deus, eles são perfeitos. Eu teria dito algo, mas ele beliscou meus m*****s, e uma sensação de prazer e dor me percorreu, cortando minha respiração. Ele me pressionou para frente até que meus m*****s encostaram na janela. O vidro gelado, assim como seus dedos, causou um choque de sensações pelo meu corpo. Olhei para baixo, me perguntando se alguém podia ver meus s***s espremidos contra o vidro. — Preocupada que alguém esteja vendo? — ele sussurrou no meu ouvido, antes de chupar meu lóbulo com tanta lentidão que até minha fala ficou difícil. Ele puxou o zíper até o final e, embora eu pudesse ter sentido vergonha por estar usando uma calcinha modeladora, o modo como ele a removeu — com os lábios deslizando pelas minhas costas, pela minha b***a e descendo até a parte de trás das coxas — tornou impossível protestar. Quando se levantou depois de me despir completamente, seus dedos deslizaram entre minhas coxas e encontraram minhas dobras. — Você está tão molhada, Hyle... — Me toca — implorei, finalmente. Nunca estive tão excitada na vida, e tudo o que ele fez até agora foi me despir. Enquanto isso, a única peça de roupa que ele havia tirado era o paletó. Até a gravata, frouxa, ainda pendia em volta do pescoço. — Vou fazer mais do que isso, Hyle dos s***s perfeitos. Ele nos virou para que ficássemos frente a frente, com ele agora de costas para a janela. — Você me entrega o controle? — ele perguntou, com os olhos escuros, intensos. — Sim. — Eu daria a ele tudo o que quisesse, contanto que ele me tocasse. O sorriso dele era presunçoso, mas cheio de promessas. — Coloque as mãos na janela. Obedeci, pressionando-as de cada lado do vidro. Ele deslizou para baixo, os lábios percorrendo meu corpo até parar nos s***s, onde sugou cada mamilo com intensidade antes de continuar sua jornada até os joelhos. — Coloca a perna no meu ombro — disse, guiando meu joelho até que ele repousasse ali. Me senti aberta, vulnerável. Não apenas para ele, mas para qualquer um que estivesse lá fora e olhasse para cima. Meu Deus, eu esperava que aquelas janelas fossem escuras. A língua dele passou pelo meu sexo, lambendo como se fosse um sorvete. Gemei alto e prolongadamente, enquanto faíscas eróticas explodiam dentro de mim. — Eu não aguento — sussurrei, com as pernas tremendo. — Você aguenta. Eu não vou deixar você cair. Uma das mãos dele segurou minha b***a enquanto ele me lambia de novo. — Humm... — murmurou contra meu sexo. — Saber que alguém pode te ver sendo devorada te excita? Eu m*l conseguia ver, muito menos distinguir algo através do vidro, mas entendi que aquilo fazia parte do jogo. — Um homem lá fora vê uma mulher deliciosa, nua, na janela. Ele não consegue parar de olhar. Ele tem que ver você gozar. Você consegue imaginá-lo? Na minha mente, vi alguém ali, observando. — Sim. — Ele está se tocando por você. Não consegue se controlar. O polegar dele começou a esfregar círculos em torno do meu c******s, me deixando insana de desejo. A cada volta, eu sentia que ia perder o controle, mas ainda não acontecia. A tensão só aumentava, quente e torturante. — Ele tirou a calça. Tá com o p*u duro, se masturbando enquanto te observa. Você vê? Sua língua lambeu minha entrada enquanto o polegar não parava de estimular o c******s. — Oh, Deus, Drako... — Ele não vai gozar até você gozar. Ele tá pensando em te f***r. Em enfiar esse p*u dentro de você. Um dedo dele me penetrou, e eu gemi alto, meu corpo curvando-se em busca de mais. — Meu Deus, você é tão apertada. m*l posso esperar para estar dentro de você. Você quer, Hyle? Quer meu p*u em você? — Sim. Por favor, sim. O jogo já tinha acabado pra mim. Eu estava à beira do colapso, tremendo de necessidade. — Mas primeiro, você vai gozar na minha boca. Quero que o mundo te veja gozar na minha boca. — Oh, meu Deus — gemi, completamente fora de mim. Dois dedos me invadiram. — Está pronta? Ele me penetrou, e meus quadris acompanharam o ritmo dos dedos. — Sim... agora... por favor... Ele encontrou o ponto certo. E descobri, naquele instante, que o p*****g não era mito. Meu orgasmo explodiu como uma bomba nuclear dentro de mim — intenso, pulsante, atingindo cada nervo. Minhas pernas falharam, e por um segundo achei que cairia, levando-o junto. Mas sua mão me segurou firme, mantendo-me no lugar enquanto ele sugava meu c******s e seus dedos me levavam mais fundo na espiral do prazer. Ele me sustentou enquanto eu voltava ao chão. Eu não sabia como ainda estava de pé. Seus olhos estavam sombrios, famintos. Ele pegou minha mão e a levou até o próprio p*u, duro e grosso sob a calça. — Quero mais, Hyle. Me dá tudo. Entrega seu prazer pra mim. Eu não conseguiria dizer "não" mesmo se quisesse. Mas eu não queria.
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