capítulo onze parte dois

606 Palavras
Quando eu entro, logo vejo Draco jogando xadrez bruxo com Thomas, mas aposto que Thomas estava ganhando. _ Quem está ganhando? - Pergunto me sentando no puff e colocando a minha bolsa no meu colo. _ Thomas. - Disse Draco franzindo a testa. _ Ele sempre vence. _ Mas não teve uma vez que você ganhou? - O recordei daquela partida e peguei a caixa de doces que Thomas me entregava. _ Obrigada novamente pelos doces. _ Não há de quê. Minha pequena cachinhos. - Sorriu fazendo uma última jogada e acabando com o jogo. _ E eu o deixei ganhar naquela vez, quer outra partida? _ Dispenso. _ Ok. - Concordou guardando as peças. _ Não sou sua "cachinhos". _ Sim. - Concordou. _ Ainda - Sussurrou. _ Ah, eu trouxe um presente para você, Draco. - Deixo a caixa no chão e peguei as duas miniaturas de vassouras na minha bolsa. _ Essa é a nova vassoura que irá estar à venda no próximo ano, mas a Firebolt só estará em venda em 1993. _ Meu Merlim! - Levantou-se pegando as minis vassouras de minhas mãos. _ Essa é Nimbus 2001 e essa é uma Firebolt! - Quase gritou. _ Olha esses detalhes, olha esse freio. Preciso mostrar isso para os outros. - Correu saindo do salão. _ Você trouxe algo para mim? - Olhou-me esperançoso. _Somos amigos, não somos? - Perguntou fazendo "olhinhos" de cachorro que caiu da mudança. _ Somos, mas você não faz parte dos meus pensamentos. _ Sério? Então, terei que pegar essa caixa de doces e dar para outra pessoa. - Falou se levantando e indo em direção da minha caixa de doces. _ Eu menti. - Digo pegando a minha caixa de doces do chão. _ Você faz parte de 95% dos meus pensamentos, sempre penso em como você é bom em subornar os elfos ou como você fica entediado em todas as aulas. Ou como todos os professores te adoram ou como você manipula bem as pessoas. _ Você me conhece tão bem, tem certeza de que me odeia? - Ele sorriu de lado e levanto uma sobrancelha. _ Sim, eu te odeio com todas as minhas forças, mas também não desgosto de você, você me traz doces e faz cafuné nas horas vagas. Eu gosto. - Ele se abaixou e ficou na altura do meu rosto, aqueles olhos eram lindos, mas preferia vermelhos, vermelhos? _ O que você está fazendo? _ Nada, apenas olhando para você e achando linda. - Meu rosto esquentou e isso indicava que eu estava corando, por Merlim. _ Como? - Deixo a caixa no meu colo e coloco minhas mãos em minhas bochechas. _ Não diga asneiras. - Retiro minhas mãos do meu rosto e o olhei brava. _ Não estou mentindo, você parece uma boneca de porcelana e quando você sorri, me deixa fascinado. - Ele estava ajoelhado no chão e estava com uma mecha do meu cabelo em mãos, a cheirando. Por Merlim, eu estava tão envergonhada e brava enquanto franzia a minha boca. _ Não comprime sua boca. - Falou a olhando. _ Por que não? - Digo mordendo os lábios em nervosismo. _ Porque me dá vontade de te beijar. - Disse beijando minha bochecha e se levantando do chão. _ Por que você gosta de me deixar envergonhada? - Falo olhando para cima. _ Você é fofa, cachinhos e eu gosto de te irritar e de te deixar envergonhada. - Proferiu saindo de perto de mim. Ele vai acabar me fazendo ter um infarto ou ele me fará me apaixonar, será que a Falk estava certa?
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