O sinal já havia tocado quando Gabriel ignorou seu código de conduta, sua Constituição Federativa da Medeiroslândia, e segurou Nathan pelo braço, impedindo-o de sair da sala enquanto o restante da turma já fora dispensado. — Podemos conversar? — Não sei se estou muito a fim de conversar agora — respondeu Nathan. — É. Mas acontece que eu tô — disse Gabriel, soltando-o e se sentando em seguida. Nathan bufou e, no fim das contas, não teve outra escolha a não ser se sentar, torcendo para a tia da limpeza chegar antes de Gabriel poder dizer qualquer uma daquelas asneiras que ele sempre dizia quando achava que Nathan tinha feito algo não é que errado… mas, sabe… você poderia ter feito de um jeito melhor, sabe…, era como sempre começava seus discursos repreensivos, que seriam fofos, se não fo

