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A paixão do traficante 3 - Herdeiros do destino

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Sinopse

A história de Fernanda e Carioca terminou de maneira surpreendente, mas 18 anos se passaram e agora é a vez de seus herdeiros enfrentarem os desafios e as emoções que o destino reservou. Na terceira e última parte da trilogia "A Paixão do Traficante", Gabriel, Antonela, Milena, Marcelinho, e outros personagens serão levados a viver momentos intensos, com seus caminhos entrelaçados de formas que nunca poderiam imaginar, onde segredos escondidos virão à tona, alterando seus destinos para sempre.

*Para melhor entendimento, é preciso ler os livrös 1 e 2 que estão completos aqui no perfil.

- O que aconteceu com os filhos de Susana?

- Como e onde está Mateus (Prancha)?

- E as ameaças do pai do Turco?

Prepare-se para reencontrar velhos inimigos e se surpreender com novos e inesperados acontecimentos.

"A Paixão do Traficante 3 – Herdeiros do Destino" é a conclusão explosiva e emocionante que encerra a trilogia de forma inesquecível.

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CAPÍTULO 01
G4 (Gabriel) Deitado na minha cama, mexendo no celular, dou uma olhada nas redes sociais daquela desgraçada. Vida bacana a dela, muito bebida, diversão, festas e sempre rodeada de muita gente. Nem sei por que, depois de tanto tempo, resolvi olhar. f**a-se que ela está bem. Saio da página, bloqueio a tela e jogo o celular em cima da cama. Vou até o closet e pego uma roupa pra colocar depois do banho. Meu celular toca. — Fala, Leco! Leco é o vulgo do Marcelo, meu primo, filho do tio Japah. — Treta aqui na entrada do morro! — ele diz. — Tá, e por que tá me avisando? Resolve aí, pô! Tu sabe que essas paradas é contigo. — Então, a treta é com a Antonela! Porrä! Essa pirralha já tá aprontando. Aliás, o que ela tá fazendo aqui, hoje? — Tá, marca um 10, que eu já chego aí! Quando chego lá, vejo o caô formado. Sem paciência pra showzinho de garota mimada, já dou um tiro pro alto. Todos param e me olham. Moradores que entravam e saíam da comunidade ficaram assustados. — Qual foi? O que tão olhando? Bora, vão pro barraco de vocês! Agora! Vejo um carinha jogado no chão. Ele tá destruído, apanhou muito. — Que porrä tá acontecendo aqui, Leco? — Tua irmã aí, defensora dos noiados e oprimidos! — Eu não sou noia, já falei! — O cara todo machucado, fala, cuspindo sangue. — E eu já avisei que tu só fala quando eu deixar! — Leco dá um chute nele. — Para! — Milena, que tava junto com a Antonela, grita. — Cala a boca, todo mundo, porrä! — olhei pra elas e depois pro meu primo outra vez. — Fala, Leco! — Então, o noia aí tá atrás de uma tal Talia, mas não tem ninguém com esse nome aqui, não! — É Thayla! — O carinha corrige. — Fodä-se! Ele disse que ela mudou pra cá há pouco tempo, mas não tem moradora nova com esse nome. — Thierry! — Uma loirinha chega correndo, cheia de livros na mão. Ela grita, indo até ele. — O que aconteceu com você? Os dois se olham e depois olham pra mim. — Conhece ele? — pergunto, acendendo um cigarro e apontando pro mané. — É meu irmão! — ela responde assustada, ajudando o cara a se levantar. — Antonela, vai pra casa agora! Depois nós temos que conversar. Vai com ela Milena. — ordeno sem tirar os olhos da loirinha e do suposto irmão dela. — Mas você... — Pra casa, Antonela! Você não ia do aeroporto direto pro apartamento no Leblon? Veio sem avisar, por quê? Antonela ficou uns dois meses fora do país, viajou por vários lugares da Europa, inclusive, ficou alguns dias na casa do Andrey, amigo da minha mãe que mora na Itália. — Vim porque estou com saudade da minha casa! — Se tá com saudade, entra nesse carro e mete o pé pra lá agora! Antonela sai bufando, mas vai. Milena vai junto com ela. — Não cai nessa, G4, isso aí é X9 tentando se infiltrar aqui. — Leco fala, se referindo ao carinha destruído. — Mora aqui? — pergunto pra loira, apontando meu cigarro pra ela. — Moro! — ela responde. — Desde quando? — Menos de um mês! Vim morar com a irmã da minha avó, a Célia! — Qual Célia? Da lanchonete? — Essa mesma! Ela avisou pro dono da comunidade que eu ia mudar pra cá! — O dono? — pergunto, irônico. — É, o tal Carioca! — O tal Carioca? Tô ligado! — concordo, rindo. — Quando o tal Carioca não tá, quem manda sou eu, e nesse momento ele não tá, então eu quero todo mundo na linha aqui. Entendido? Lembro que vi meu pai conversando com a dona Célia sobre uma sobrinha que tava vindo morar no Rio e ele deu autorização pra garota morar com ela. Célia morou a vida toda na Penha e tem uma lanchonete pequena. Ela é trabalhadora honesta. Mas aqui o proceder é assim, sempre que tem um parente ou amigo querendo mudar pra cá, tem que falar com meu pai primeiro. E agora, comigo também, já que aos poucos, tô assumindo o comando. — Troquem ideia aqui mesmo, ele não sobe! — falei. Dou as costas e saio. Leco vem atrás. — Fica esperto, G4! Se não é noia, é X9! — Manda o Truta ficar de olho! — respondo enquanto fomos tomar uma cerveja no Bar do Tubarão. O Bar do Tubarão fica um pouco acima da entrada, e dali eu teria visão do carinha e da mina. Avalio os dois. Havia carinho, i********e e cumplicidade entre eles. Se abraçaram e ela examinou os ferimentos dele, conversaram um tempo e se abraçaram de novo. Depois, ele foi embora e ela subiu o morro. Quando passou, nos olhou e baixou a cabeça. — Milena é fogo, já virou defensora do cara! — Tá com ciúmes, Leco? — Tá maluco, G4? Eu não! Só que a Milena se junta com a Antonela e ninguém segura. Fumaça de mais um cigarro pro alto e um gole de cerveja. — Tô ligado! A Antonela é igual minha mãe, cara. Não pode ver um sofredor que já quer ajudar. — Tia Fernanda é assim mesmo. E quando eles voltam do Panamá? — Não faço ideia, tem duas semanas que foram. Ela tá felizona, há tempos queria viajar pro exterior com o coroa. — Agora vai ser assim, o tio colocou o comando praticamente todo na tua mão. — Nem me lembra dessa parada, é só p**a no meu c* pra resolver! Agora entendo por que meu pai vivia reclamando. Ficamos mais um tempo ali, depois fui pra casa. Assim que cheguei, vi que Antonela e Milena estavam no quarto, falando alto e rindo. Fui até lá. Bato na porta e entro. Elas ficam em silêncio ao me verem. — Não se mete mais nessas paradas, Antonela! — O Leco tem que parar com essa mania de sair batendo em todo mundo. Ele é um ogro! — ela responde. — A disciplina tem que funcionar, Antonela, e você não pode se meter em assuntos que não te dizem respeito, aliás, vocês não podem. — falo, apontando o braço de uma para a outra. Milena é como uma irmã pra mim, então posso dar esporro nela também. — Tá. Tudo bem! A gente já entendeu, Gabriel. — Milena fala. — Acho bom! Agora vem cá, sua chata, eu tava morrendo de saudade. — falo, puxando Antonela num abraço. — Por que não avisou que queria vir pra casa? Eu mandava um soldado te buscar. — Também tava com saudade do meu irmão gato! Eu quis vir com a Milena. Mas me conta, como essa mulherada se comportou na minha ausência? — Sabe, né? Não dão sossego pro pai aqui! — Sai daí, seu convencido! Antonela me empurra, fazendo graça. — Gabi, o garoto está bem? — Milena perguntou. — Tá falando de quem? Do carinha que o Leco deu um esculacho? Ficou interessada, é? — Ai, nada a ver! Só fiquei preocupada. — Sei... Ele tá destruído, mas tá bem. E você se liga, ele não é homem pra você. Ali é problema.

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