capitulo 113 continuação

1323 Palavras

Ela me empurrou de repente, o peito arfando, o cabelo grudando no rosto suado, e eu achei que ela ia recuar. Mas não. Isa foi pra cima, mais brava do que nunca. Olhou bem nos meus olhos, a boca meio aberta, e eu vi ela queria mais. Queria tudo. Ela passou a mão na minha barriga, foi descendo até meu p*u, lambuzado de sangue e de tudo que a gente já tinha vivido naquela cama. pegou a camisinha com raiva, jogou em mim como quem marca território. — Põe. — ela mandou, seca, sem vergonha, sem pedido. Eu rasguei o pacote, coloquei no p*u sem nem piscar, a mão tremendo, mas era de vontade, não de medo. Sentei na beira da cama, deixei as pernas abertas, esperando, dono do mundo só por uns minutos. — Senta aqui, Isa. Quero ver se agora tu aguenta, ou vai correr — provoquei, aquela voz grave.

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