capitulo 115

949 Palavras

📓 Sera Duarte Ele se recostou na cadeira, cruzou os braços e me olhou daquele jeito que sempre vem antes de alguma provocação. — Sabe o que é engraçado? — começou. — O quê? — perguntei, já desconfiando. — Meu irmão e tua irmã se gostam. Só não se admitem. Soltei uma risada curta. — Ah, para, Adriel… isso é delírio teu. — Delírio, nada. — ele retrucou, pegando o copo de suco. — Tu acha que eu não vejo o jeito que eles se olham? É tipo guerra fria: todo mundo sabe que vai explodir, mas ninguém quer ser o primeiro a apertar o botão. Revirei os olhos, mas o riso escapou mesmo assim. — A Isa pode até gostar, eu sei. — confessei, encostando o cotovelo na mesa. — Mas ela é dura na queda. Ele arqueou uma sobrancelha. — Dura tipo o quê? — Tipo que prefere morrer engasgada com o próprio or

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