📓 Adriel Monteiro Meu peito bateu errado. Tipo quando você perde o chão mas gosta da queda. Eu não esperei mais nada. Só puxei ela pela nuca e encostei minha boca na dela. Não foi beijo desesperado. Não foi fome. Foi cuidado. Beijo que segura. Beijo que pede pra ficar. Ela respondeu devagar, a mão pequena subindo no meu maxilar, como se tivesse medo de estragar alguma coisa. Quando a respiração dela bateu na minha boca, eu senti aquele calor subir pelo corpo inteiro não t***o. Paz. Eu encostei a testa na dela. — Tá comigo agora. — murmurei, sem pose. Ela só fechou os olhos, como quem finalmente encontra chão. Peguei ela pela cintura, bem de leve, e puxei pro meu colo no sofá. Ela deitou a cabeça no meu peito, o urso Theo debaixo do braço, e eu comecei a passar a mão no

