Estava tudo indo tão bem. Conversamos, lembramos de Talita juntos, e foi bom saber que minha irmã não tinha me esquecido. Ela, como sempre, soube me ler. Mas, claro, Jonathan tinha que ser ele mesmo. Como pude acreditar na história de que ele me deixaria viver a minha vida da forma que eu quisesse? Nunca iria aprender. Por culpa dele, perdi minha loba, fui trancada em uma cela e, para piorar, agora estava marcada como propriedade sua. Ele me beijava quando senti a dor em meu pescoço. Eu estava entregue ao beijo de uma forma tão completa que não percebi o momento em que ele parou para me morder. Na minha inocência — ou burrice —, achei que ele fosse apenas beijar meu pescoço. Como pude me deixar levar daquele jeito? Eu deveria tê-lo parado antes mesmo de permitir que nossos lábios se encon

