Capítulo 22. Jonathan

1132 Palavras

Meus pensamentos me atormentavam; a voz em minha cabeça me culpava pelo desmaio de Tamara. “Está vendo o que causou a sua impaciência?” “Tudo que você faz é para destruir a vida dela.” Eu tentava calar a voz da minha consciência, tentava calar a voz de Rocco, meu lobo, mas os dois estavam certos: eu não deveria tê-la marcado sem sua permissão. Deveria ter respeitado sua decisão de viver a vida dela sem nenhuma amarra comigo. — Eu te imploro... — Nunca fui de fazer preces à deusa, mas, naquele momento, usaria qualquer coisa a meu favor para ver Tamara de olhos abertos. — Eu imploro... — Quando você vai deixar de agir por impulso? — A voz do meu pai surgiu em minhas memórias. — Você é um homem de vinte e três anos e age como se fosse um moleque de quinze! — Ele ficou furioso ao saber qu

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